A mulher recatada

Olá! Sou Felipe, um senhor de meus quase 50 anos, uns 48 pra ser mais preciso. Vim do interior da Bahia e morei na minha cidade até os 19 anos. Sempre fui um cara muito calado, observador, de voz grave, fazia parte do coral da igreja onde frequentava.

Por ser muito tímido me interessava pelas meninas, mas até os 16 anos não havia beijado ninguém. O famoso Bv. Nessa igreja tinha uma pastora chama Andreia extremamente sensacional. Ela já tava na base dos seus 38 anos, casada, e tinha dois filhos, mas tinha um corpo escultural, seios pequenos e um bunda sensacional. Confesso que quando a via ficava arrepiado e tinha de me conter, pois sou considerado bem dotado. 26 cm de pau e além de grande era grosso.

Eu praticava natação desde os meus 12 anos e era alto e tinha o ombro largo, muito por causa do esporte. Na escola eu sabia que era cobiçado por algumas meninas, mas por ser tímido acabava ficando com ninguém, meus tios achavam que eu era viado, não ligava sempre soube que gostava de mulher. Escondido tinha muito filme pornô e assistia direto. Era um punheteiro.

A filha dessa pastora Milena, na época tinha uns 13 anos já tava com um corpinho massa e me odiava. Toda vez que ela me via conversando com a mãe dela ficava perto e sempre atrapalhava a conversa e eu ficava morrendo de ódio. Puta merda, que pirralha chata.

Eu queria me livrar daquela menina mimada e irritante. Por ser muito sério as pessoas confiavam demais em mim, apesar dos meus 16 anos. Cumpria tudo que a igreja pedia, era na frente dos outros o menino de bom comportamento, em casa com minha mãe e meus avós também, mas quando podia quebrava uma bronha pensando na pastora da igreja.

Nas férias da escola eu tive de passar um período com o pessoal da igreja. Fizemos uma turnê em cidades vizinhas e ficamos em uma casa bem grande alugada. Os homens ficavam em um lugar da casa e as mulheres em outro. Até ai tudo bem, como eu sou meio individualista eu sempre quis dormir sozinho, por um detalhe, desde pequeno eu durmo nu. Num desses dias era necessário que acordássemos cedo e eu nas férias sempre gostei de acordar tarde, então a pastora ficou encarregada de acordar todo mundo. Eu esqueci disso e como sempre fui dormir sem roupa. Na madrugada sou acordado pela pastora e quando me levanto estou eu com 26 cm de rola ereta e aquela mulher, que me olha de boca aberta.

Super sem graça pego a primeira coisa pra cobrir e peço desculpas. Ai ou&ccedi l;o o comentário que nunca esperava “meu filho, deus benza, com um pau desses não me diga que você ainda não comeu ninguém.” Ainda sem graça e atônito vou ao banheiro tomar meu banho. Tomo café e sem graça fico super distante, não esqueço a cara de espanto daquela mulher ao olhar meu pau, mas tinha de ficar quieto. Passamos mais dois dias sem nos falar até que antes de voltar para nossa cidade vamos todos a praia. Foi bom, porque pude ficar a sós com Andreia. Quando ficamos a sós eu falo:

– Me desculpe por aquele dia.– Se desculpar por que?– Eu esqueci que a senhora ia acordar a todos e dormir sem roupa como de costume.– Ahh! Por isso, eu deveria te agradecer, pois nunca vi um pau tão grande assim. Me diga uma coisa, você nunca comeu ninguém?– Não!– Na sexta – feira vá em minha casa. Precisamos conversar.– Tudo bem.

Chegamos de viagem fiquei uns dias em casa e tinha esquecido de que tinha de ir a casa dela na Sexta. Até que ela me manda uma mensagem.

“Esqueceu de vir aqui. Precisamos conversar.”
Me arrumo e explico a minha mãe que tinha um compromisso e que tinha de sair. Sem saber o que era disse que caso ficasse muito tarde eu estava indo a casa da pastora e pediria a ela pra dormir na casa dela. E então fui, ainda inocente, sem saber qual era o motivo da conversa.

Quando chego lá, a pastora está sozinha, os filhos tinham ido pescar com o marido dela e só voltariam no domingo, então poderíamos falar a sós. A conversa começa ela me contando da sua vida de casada que era feliz com o marido, mas que não fazia sexo com ele, pois não tinha mais tesão por ele. Eu ouvi aquilo meio desatento, até que ela me diz que estava com muito calor e que ia trocar de roupa.
Quando ela volta com um babydoll transparente, sem sutiã e só de calcinha eu não me controlo e fico de pau duro. Ela observa e vai pra cozinha pegar água bem gelada e “sem querer” derrama em minha bermuda. Eu preocupado vou levantar e ela me empurra no sofá e me diz:

– Deixa que eu cuido disso.

Abre o zíper da minha bermuda e coloca meu pau duro pra fora. Antes que eu falasse alguma coisa ela chupa meu pau com uma vontade que eu não me controlo e gozo em sua boca. Depois disso ela me mantém sentado e encaixa sua xoxota em meu pau e vai me controlando, me ensinando como se faz e eu vou metendo até gozar. Quando eu acho que ela tinha acabado, ela começa a me chupar de novo e me deixa bem duro, até me dá aquele rabo. Eu tava nas nuvens comi aquele cu. Estava realizando um sonho daqueles. Descobri o que é putaria com uma mulher até então extremamente recatada. Ela me disse que eu deveria fazer segredo, que se não contasse a ninguém ela me daria por muito tempo. Claro obedeci como bom menino que fui.

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