A putinha do professor Adam 5

O despertador do celular, como de costume, soou as sete e trinta da manhã. Durante o período de férias, o professor Adam se dava o direito de poder dormir uma ou duas horas a mais do que estava acostumado.
Uma centelha de luz atravessava a densa cortina, como uma navalha rasgando o ambiente escuro no quarto, denunciando o dia que prometia ser cheio de brilho e calor: duas coisas que incomodavam Adam.
Ele alcançou o celular que repousava ao seu lado e desligou o alarme. Voltou a recostar a cabeça sobre o travesseiro, pensando se valeria a pena sair do conforto do seu quarto, abandonar a acolhedora penumbra e o agradável ar gelado produzido pelo aparelho funcionando na capacidade máxima. Começou, todavia, a repassar os acontecimentos do dia anterior, relembrando a sensação de ter Olívia em seus braços. Reproduziu em sua mente cada momento, cada passo, cada palavra dita, rememorou a sensação de ter o seu membro entrando vagarosamente no ânus de Olívia e arrepiou todo ao repassar o momento exato em que ficou com o membro atolado, sentindo o calor do orifício da menina. Lembrou, também, da avassaladora sensação de ter gozado no interior do cu de Olívia.

Todas essas memórias explodiram como bomba em sua mente. Uma onda de excitação começou a se espalhar por todo o seu corpo e seu membro endureceu. Sentiu-se vivo, fortalecido, motivado.
Sim! Ele tinha bons motivos para levantar da cama naquela manhã, afinal!

Dirigiu-se ao banheiro, tomou uma ducha rápida, escovou os dentes, vestiu-se com sua camiseta e bermuda favorita e desceu em direção a cozinha.

A mesa do café estava posta, mas a casa estava silenciosa naquela manhã. A luz e o calor do dia, já não o incomodavam mais. Adam sentou-se à mesa no lugar de costume. Um bilhete estava cuidadosamente dobrado, preso sob a garrafa de café:
“Fomos ao mercado. Voltamos logo. Beijos e bom dia! O.F.A”
Após o café, Adam dirigiu-se para a área da piscina, como fazia todas as manhãs. Sentou-se confortavelmente numa cadeira e apanhou um livro: “Psicologia do comportamento”.
Vinte minutos de leitura se passaram, até o professor ser interrompido pelas irmãs Olívia, Fernanda e Andressa, apelidadas carinhosamente por Adam de “As três mosqueteiras”.
Andressa, a mais abusada e extrovertida das três irmãs, ao avistar o professor foi logo se requebrando em sua direção:
-Ah! Olha ele ai! – disse Andressa de modo espalhafatoso – estou sabendo o que você fez com a minha irmã, ontem!
Fernanda, que trazia uma sacola de supermercado nas mãos, vinha logo atrás e soltou uma alta gargalhada, enquanto Olívia a ultrapassou, toda constrangida:
-Credo! Deixe de ser besta, Andressa! – disse ela, tomando o caminho da cozinha também levando sacolas.
Adam desviou discretamente o olhar do livro.
-Não fiz nada que sua irmã não tenha permitido! – disse Adam em tom divertido.
-É, mas deixou as outras com vontade! – respondeu Andressa, abusadamente sentando no colo de Adam.
Fernanda se aproximou e puxou a irmã pelo braço.
-Deixe de putaria, Andressa! – disse a moça.
-Ahhh! O que é que tem? Você está aí louca para dar também!
– Vá tomar no cu, Andressa! – respondeu Fernanda em meio a risos.
-Meninas! Não passem vontade! Ninguém passa vontade na casa do rei! – disse Adam.
Ambas riram. Porém, foram realizar suas atividades.
O resto do dia transcorreu tranquilamente. O período da tarde, Adam passou assistindo séries e escrevendo sobre a sua última experiência sexual, com Olívia.
Tarde da noite, estava ainda acordado, fazendo estudos de medicina. Apesar de não ser médico, o professor era aficionado por medicina. Quando a campainha tocou, ficou surpreso, pois não esperava visitas àquela hora da madrugada. Olhou pela janela e viu as três irmãs atravessando o quintal, pois possuíam cópias da chave do portão.
Aparentemente voltavam de algum tipo de balada, pois estavam bastante animadas. Curioso, foi recebe-las.
-Boa noite, minhas lindas! – cumprimentou com um sorriso, enquanto lhes abria a porta.
-Boa noite! – responderam as três em coro, adentrando pela sala sem nenhuma cerimônia e se jogando no sofá.
-A que se deve tão deliciosa visita? – perguntou Adam, enquanto encostava a porta.

-Olívia quer dar de novo! – respondeu Fernanda em meio aos risos.
-Essa Fernanda é muito besta! – gritou Olívia, largada no sofá, em meio a gargalhadas.
Adam se sentou no sofá, bem entre as moças:
– Aqui e agora? – perguntou maliciosamente
Andressa explicou como estavam numa festa, “tomando todas” e como Olívia não parava de falar em Adam.
Nisto, Olívia recostou a cabeça no colo de Adam, enquanto Andressa fez o mesmo em meu ombro.
– Que bom saber que fui lembrado!
– Diferentemente de “nóis” – disse Andressa, ainda recostada em seu ombro.
-Por que? – perguntou – vocês são maravilhosas!
-Ninguém gosta da gente! – disse Olívia.
– Só não gosta de vocês, quem não lhes conhece – disse ele, afagando os cabelos encaracolados de Andressa.
– Só você que gosta da gente! – lamentou-se Andressa.
-É verdade! – concordou Olívia.
Adam começou a dar beijos no rosto de Andressa, bem delicadamente. Ela recebia as carícias de olhos fechados e um meio sorriso.
Enquanto isso, Olívia, ainda deitada com a cabeça no colo do professor, acariciava as suas coxas, o que lhe causou uma ereção quase instantânea.
Cada vez mais empolgado, Adam buscou a boca de Andressa. Ela enfiou a língua em sua boca com volúpia. Olívia, agora, acariciava e apertava o pau de Adam, por cima do short. Fernanda se aproximou e virou o rosto dele para ela. Começaram a se beijar. Olívia enfiou a mão dentro do short de Adam, alcançando a sua vara, melada de tesão. Andressa abaixou a blusa, revelando um par de grandes e deliciosos seios, que Adam passou a chupar com vontade. Olívia batia uma punheta no professor, segurando seu cacete com firmeza, enquanto ele acariciava a boceta de Fernanda com uma das mãos, por cima de sua calça. Olívia passou a chupar a pica de Adam, engolindo a cabecinha, sem parar de punhetar. Adam ajudou Fernanda a tirar a blusa e abaixar o short, afastou a calcinha e começou a chupar o grelo de Andressa. Fernanda havia tirado a sua calça jeans, e Adam passou a massagear lhe o grelinho. A moça gemia e rebolava. Olívia havia se ajoelhado no carpete, ainda pagando um boquete de primeira qualidade em Adam. Andressa gemia e rebolava, com a boca de Adam atolada em sua boceta, molhadinha de tanto tesão. Adam sentou-se no sofá e pediu para Andressa sentar em sua pica dura e lubrificada com a saliva de sua irmã. Ela se recusou, pois assim como a irmã Olívia, estava se guardando para “alguém especial”.
– Eu vou! – disse Fernanda decidida.
A moça se encaixou, engolindo toda a vara de Adam com a boceta. Fernanda tinha o corpo atlético e o professor sentiu um enorme tesão, quando a boceta da garota deslizou em seu pau. Fernanda começou a quicar gostosamente. Adam começou a acariciar a boceta de Olívia, que se sentou ao seu lado, enquanto a irmã pulava e gemia, cavalgando em seu mastro endurecido.
A sua esquerda, Olívia se deliciava, tendo seu grelinho acariciado por pelos dedos de Adam. A sua direita, Andressa estava quase gozando com o dedo médio do professor parcialmente enfiado em sua boceta melada, enquanto Fernanda ainda quicava sobre o seu pau, gemendo alto.

Quase gozando, Adam pediu para que Fernanda saísse, pois ainda queria aproveitar muito mais da situação. Pediu para que Olívia sentasse com aquele cu maravilhoso em seu pau. Fernanda protestou: “Eu estava quase gozando! ”.
– Mas eu também quero aproveitar – retrucou a irmã.
Fernanda e Olívia, então, trocaram de lugar. Olívia se posicionou, ficando de pé em frente a Adam, com a sua magnifica bunda virada para ele, enquanto Fernanda sentou-se no sofá, arreganhando a buceta para que ele pudesse enfiar três dedos. Enquanto isso, Andressa gemia alto, gozando bem gostoso logo em seguida, pois o professor não havia parado de acariciar sua linda buceta. Olívia sentou gostoso com o cu no caralho duro do professor e começou a rebolar. Fernanda, recebia agora quatro dedos em sua boceta.
– Vou gozar! – exclamou a moça, antes de soltar um gritinho fino, pedindo para que Adam não parasse.
Andressa sentou-se no sofá olhando para a sua irmã, Olívia, rebolando com a tora de Adam atolada no cu. A moça começou a se mexer deliciosamente, até que, sem poder mais aguentar, Adam gozou no cu de Olívia, enchendo o seu buraquinho de porra.
Olívia deixou-se cair no carpete, exausta. Adam fez o mesmo, mas jogou-se nos braços de Andressa, que lhe acolheu carinhosamente com um abraço.
Por um segundo, um pensamento invadiu seu cérebro: o de ficar para sempre entre os braços da morena. Muito melhor do que qualquer quarto escuro com ar condicionado.
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