Aos 18 seduzi minha tia com 68 anos

Minha tia era estrangeira e morou a vida toda numa pequena cidade do interior do estado de São Paulo, desde que veio criança do exterior.

Sempre foi solteira e beata e dedicou sua vida toda ao comércio de seu pai e depois a cuidar dos diversos irmão doentes que teve que os acompanhou até a morte.

Minha família morava numa cidade próxima e nos visitávamos com frequência. Minha mãe e pai trabalhavam o dia todo e após a morte do irmão ela ficaria sozinha na velha casa da família e por essa razão e para ajudar a cuidar de mim e de meus irmãos ela veio morar conosco no final dos anos 70. Naquela época os comportamentos e posturas eram diferentes de hoje.

Passaram-se anos e ela convivia conosco com a maior harmonia, alegria e carinho… cuidava das nossas vontades e necessidades sem nunca reclamar e se realizava com isso.

Muito séria, baixinha, gordinha e feinha, mas uma doçura de tia.

Ela nunca teve um namorado e tudo indicava que era virgem, pois sua vida toda foi dedicada a família e a religião. Isso me intrigava de alguma forma, pois aos 14 a mente sexual de um garoto e fértil e fantasiosa.
Eu era um punheteiro e vivia com meu grande pau duro até na hora de estudar.

Um dia ela entrou no quarto e eu estava me masturbando na escrivaninha, mas ela conseguiu ver meu pinto duro e percebi o susto que levou, embora tenha disfarçado e saído do quarto fingindo nada ter visto.
Ela não me recriminou nem comentou sobre o que viu.

Ficávamos sozinhos em casa com frequência já que meu irmão mais novo estudava e o mais velho já trabalhava.

Um dia ao sair de toalha do banho ela estava arrumando meu guarda roupa e me aproximei para pegar minhas roupas e só pela presença dela meu pinto ficou duro e não pude disfarçar a princípio e como ela ficou olhando, embora disfarçando, não me preocupei em disfarçar e me aproximei do guarda roupa ficando perto dela.

Falando amenidades comecei a mexer nas roupas e ao seu lado deixei cair a toalha para vestir a cueca. Ela ficou olhando paralisada sem reação negativa. Percebi sua fragilidade e angustia e dei um abraço nela antes de vestir a cueca. Ela correspondeu sem dizer nada, mas, passiva e entregue a situação.
Fiquei muito excitado e passei a beijar seu pescoço carinhosamente e correr minha mão respeitosamente pelo seu corpo sem dizer nada.

Embora tensa, ela demostrava aceitar minha ação sem participar ativamente, mas, entregue ao meu avanço.

Com algum receio, peguei a mão dela e levei a segurar no meu pau e comecei a fazer movimentos. Ela não esboçava nenhuma expressão e ficou de cabeça baixa, olhando aquilo com algum interesse e curiosidade até que comecei a gozar em grande quantidade, enchendo a mão dela de esperma e atingindo sua roupa. Ela usou uma pequena toalha que estava ali e me limpou e foi para o banheiro sem dizer uma só palavra.
Após, me tratou como se nada tivesse acontecido. Entendi que esse seria o nosso segredo.

A partir de então, sempre que ficava sozinho eu dava um jeito de atraí-la e gozava na mão dela.

Aos poucos e com muito cuidado, sempre sem dizer nada fui avançando e passando a mão no corpo dela e nas partes intimas. Embora ela recuasse dos avanços foi sendo mais permissiva aos poucos.

Até que um dia, notei que ela estava menos resistente e apesar de passiva não me impedia de avançar.
Sem tirar suas roupas abri os botões de sua blusa, destravei o sutiãn e passei a chupar os seus seios, que por incrível que pareça, eram firmes.

Fiz ela deitar na cama e continuei chupando seus peitos e encoxando ela em movimentos de coito por cima da roupa. Ela só usava saias e vestido e assim enfiei a mão por baixo da saia e fui, com esforço. tirando sua calcinha, que era uma carçola de tecido grosso e elástico.

Sem resistir nem me encarar me deixou livre para agir. Fui roçando meu pau duro na sua vagina, usei um pouco de hidratante que estava no criado ao lado da cama e fui enfiando bem devagar em movimentos lentos.

Ela se contorcia e gemia mas procurava se conter para não parecer vulgar. Eu me preocupava em não ser sacana e procurava ser carinhoso e respeitoso.

Ficamos ali longamente até que gozei em abundancia … enchendo ela de porra. Após o descanso natural e uns beijos sem língua e muitos no rosto e pescoço eu deitei ao lado dela. Ela se levantou, foi para o banheiro e não trocamos uma só palavra sobre isso nunca.

Ela foi minha iniciação e eu provavelmente a dela. Repetimos algumas vezes até que ela precisou mudar-se para São Paulo para cuidar de uma irmã… e algum tempo depois morreu guardando o nosso segredo.

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