Minha primeira vez foi com o tio da melhor amiga

Usarei o nome fictício de Emily. Tenho 1,68, tenho seios fartos e faço exercícios regularmente para manter a forma, mas nada exagerado.

O conto a seguir é meio longo porque tentei contar o máximo possível.
Desde bem novinha eu tenho pensamentos meio assanhados, e minha primeira vez foi com  o tio da minha melhor amiga.

Tenho amizade com Ana (nome fictício) desde a infância, então sou praticamente parte da família também e sempre fui convidada para as festas de família. Logo, todos os familiares de Ana me viram crescer.

A casa da família de Ana era bem grande e tinha uma piscina, então a maioria das comemorações de família eram lá. Durante a festa de aniversário do irmão de Ana, estávamos tomando banho de piscina, eu com meu biquíni e um shortinho turquesa meio transparente, que acabava mostrando meu fio-dental.

Em algum momento, fui verificar meu celular que estava na bolsa perto da mesa onde estavam os pais de Ana e alguns tios. Entre eles estava Marcos (nome fictício). Vi que ele ficou me olhando, mas fingi não perceber.Fui ao banheiro e quando saí, ele estava na porta, esperando. Ele era um homem alto, nos seus 30 anos e tinha um físico bonito e tinha uma voz grave, mas suave.

– Oi, tio. – Eu disse. Como mencionei antes, sou praticamente parte da família.– Oi, pequena. Quase não te reconheci mais cedo, sabia? Você cresceu tanto.
Eu sorri envergonhada.

– Isso é um elogio?– Claro, você ficou muito bonita.– Obrigada, tio.
Naquela hora, alguma coisa fez eu desejar ele. Até hoje culpo os hormônios. Mas ao mesmo tempo, pensei ser loucura porque eu era virgem e ele um homem experiente e da última vez que soube, ele estava noivo.Conversamos um pouco, e fomos para o andar de cima, onde tinha uma varanda e dava para ver a festa toda de cima. Ficamos comentando sobre alguns membros da família e tal, até que sentamos nos sofás que ficam na parte de trás e onde ninguém nos veria, a não ser que passassem pela porta qie ficava atrás de nós.Lá, a conversa tomou outro rumo. Descobri que ele ainda estava noivo e ele perguntou se eu tinha namorado. Respondi que não.

– Como não? Você tá uma moça linda e não tem nenhum garoto?– Ah, eu já dei uns beijos, fiquei com um garoto por uns meses, mas foi só isso.– Ah então você já sabe beijar?– E disseram que eu beijo bem, hein.– Esses garotos de hoje não sabem de nada.– Que foi? Quer que eu prove? – Pensei que eu só podia estar louca quando disse isso.
Ele virou o corpo na minha direção e ficou me encarando. Eu sabia que estava caindo no jogo dele, mas eu queria, não podia mentir. Então, eu o beijei. Começou com um beijo nervoso, mas ele botou a mão na minha nuca e me beijou com bastante vontade. Eu me via chegando cada vez mais perto dele e o beijo ficando cada vez melhor, senti a sua não apertando a minha coxa, até que ele de repente parou, me deixando querendo mais.

– Você beija bem mesmo, hein.– Que bom que gostou.– O que mais você sabe fazer com essa boca?
Eu o olhei, confusa.

– Eu sou virgem, tio.– Então nenhum garoto tentou fazer nada?– Até tentaram, mas nunca deu certo.
Ele deu mais uma passada de mão na minha coxa e eu reparei que seu pau estava duro. Mordi o lábio e decidi passar a mão por cima do shorts de praia que ele usava. Ele olhou para a minha mão e respirou fundo.
– Eu posso te ensinar tudo o que você precisa saber.
Aquilo era tudo que eu precisava ouvir. Eu já estava louca o suficiente, então aceitei. Mas seria arriscado demais fazer qualquer coisa na casa da Ana. Enquanto eu ainda tocava seu pau, combinamos de dizer que ele me levaria para casa na hora de ir embora, mas na verdade, ele me levaria para o seu apartamento.

– Agora eu preciso ir ao banheiro resolver o estrago que você fez. – Ele disse, olhando para o pau.
Antes que ele pudesse entrar no banheiro do andar de cima, onde não tinha ninguém, fui até ele e perguntei:

– Tio, eu posso ver?
Ele olhou para a escada e viu que não tinha ninguém nem passando por perto dela e se afastou um pouco, botando o pau pra fora. Meu queixo caiu quando vi. Era grosso, cheio de veias e o tamanho também parecia ser ótimo. Mordi o lábio e ele me deu um selinho.

– Gostou do que viu?
Concordei com a cabeça e devagar toquei nela bem na cabecinha, passando os dedos por ele. Era a primeira vez que eu via um pau e queria conhecer ele bem.

– Toca nele assim. – Ele segurou minha mão ao redor do pau e fez o movimento de vai e vem, que continuei sozinha. – Isso, assim.
Ele me beijou enquanto eu tocava uma para ele.
– Você parece que vai aprender rápido, hein.
Ele olhou pro que eu fazia e soltou um gemido baixo, que eu achei delicioso.Ouvimos barulho na escada e ele entrou no banheiro e eu fui para a varanda, fingindo que nada havia acontecido. Era Ana.

– Emily, viu o tio Marcos?– Acho que ele tá no banheiro.– Tá bom, quando ele sair, avisa pra ele descer.– Ok.
Ela desceu e eu fui para a porta do banheiro.

– Tudo bem aí, tio?
Ele demorou para responder e alguns segundos depois, abriu a porta, me puxando para dentro, ainda batendo punheta.

– Se ajoelha.
Eu obedeci.

– Abre a boca.
Obedeci de novo.Ele batia punheta bem perto do meu rosto e forçava para não gemer. Até que ele botou a cabeça do pau na minha língua e gozou, ainda batendo uma para que mais porra caísse na minha boca.

– Se acostuma com o gosto. Não engole ainda.
Eu fiquei com a boca aberta e ele olhava a cena maravilhado.

– Pode engolir.
Eu engoli e ele me fez levantar.

– O que achou?– No começo é ruim… mas eu acho que quero mais.
Ele apertou a minha bunda.

– Eu vou te foder tanto hoje. Vou te ensinar tudinho.
Ele me deu um beijo forte e saiu do banheiro me deixando lá sozinha, processando o que tinha acontecido.Eu estava molhada de tesão e usei a ducha para gozar lembrando de tudo. Enfiei um dedo na minha bucetinha e já a sentia apertada. Fiquei imaginando como seria com pau do tio Marcos. Eu aguentaria? Acabei rindo e fiquei com ainda mais tesão.
Eu decidi tomar meu banho e lavar meu cabelo logo, e só conseguia pensar no que aconteceria depois. Ana estava puta comigo porque eu não conseguia responder ela direito.
Na hora de ir embora, ninguém desconfiou de nada e fui embora no carro dele.Durante a viagem eu o enchi de perguntas que hoje percebo como eu era boba. “Você tem camisinha?”, “vai doer?”Quando entramos no apartamento dele, ele perguntou se eu queria alguma coisa e eu disse que não. Então, me levou para o quarto dele.Sentou na cama e me puxou pela mão até eu estar sentada de frente no colo dele. Ele me beijou e passou a mão por todo meu corpo e tirou minha blusa e meu sutiã. Ele beijou meu pescoço fazendo um caminho até meus seios e mamou neles, me fazendo arfar.

– Gosta disso, princesa? Seus peitos são lindos.

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Eu já sentia ele ficando duro de novo e senti ele levantar minha saia, passando a mão pela minha bucetinha molhada. Ele rodeou meu grelinho e eu gemi em cima dele.

– Ai, tio. Que gostoso.– Você ainda vai sentir muita coisa, pequena. Fica de joelhos pro tio.
Obedeci e ele tirou a roupa na minha frente. Seu pau agora estava na minha frente e dessa vez eu podia pegar nele sem medo.

– Tio te diz o que fazer, tá bom?
Concordei com cabeça.

– Pega nele do jeito que te ensinei mais cedo.
Assim eu fiz e fiquei sem medo de tentar fazer diferente. Eu o tocava em movimentos circulares e ele gemia.

– Boa menina. Agora lambe ele.
Lambi a cabecinha e fui lambendo de pouco a pouco a extensão dele. Lembrei de uns pornos que havia assistido e tentei lamber igual. Ele jogou a cabeça para atrás quando fiz aquilo e sorri orgulhosa.

– Dá uma chupadinha, pode começar pela cabeça.
Botei a cabeça na boca, sugando-a. Eu estava ficando sem medo e estava gostando da sensação. Fiquei chupando a cebecinha do seu pau e sem ele precisar dizer ousei descer mais. Ele gemeu e segurou meus cabelos.

– Isso, pequena. Tá fazendo certinho. Chupa desse jeitinho.
Eu alternava entre chupadas e lambidas e ele gemia.

– Você aprende bem rápido, lindinha. Vem aqui.
Ele me deitou na cama e tirou minha saia e minha calcinha.

– Você é tão linda, tão lisinha.
Ele tocou meu grelo de novo e eu gemi.Ele desceu até minha buceta e beijou meus lábios, lambendo eles.

– Tão molhada.
Ele me chupou todinha, me deixando louca. Pensei no momento que era melhor que masturbação. A língua dele era quente e me dava arrepios.

– Vou enfiar um dedo em você, ok?
Concordei e ele enfiou, ainda lambendo mei grelo.

– Apertadinha. – Ele disse e enfiou mais um.
Eu gemia enquanto ele me penetrava e me chupava. Aquilo era demais pra mim. Segurei os seus cabelos e os meus seios.
Ele subiu na cama comigo e me disse para ficar em um 69.

– Hoje você vai aprender tudo, pequena.
Eu fiquei em cima dele e comecei a chupar o seu pau enquanto sentia ele me lambendo. Eu gemia abafado em seu pau e ele adorava aquilo. Começou a ficar insuportável de tanto prazer e eu gozei na boca dele.

– Ai tio, você chupa tão bem.
Ele colocou a camisinha e me disse para ficar de quatro.
Senti ele posicionar a cabecinha na minha vagina e colocar devagar. Eu queria gritar. Ele era grosso e grande e eu era apertada demais. Ele soltou um palavrão quando a cabeça entrou e esperou um pouco para poder continuar.Ele tirou e enfiou só a cabeça algumas vezes e foi aos poucos enfiando mais.

– Ai tio, isso é gostoso.– Que bom que está gostando. Vou enfiar mais agora, ok?
E foi deixando o ritmo mais rápido e mais intenso. Eu gemia e segurava os lençóis com força. Ele diminuiu o ritmo e beijou minha costa.
– Por favor, não para. Vai mais rápido. – Eu pedi.
Ele saiu de dentro de mim e deitou do meu lado, me puxando para cima dele.Ele posicionou o pau na entrada da minha buceta e segurou meu quadril, me guiando enquanto eu quicava em cima dele.

– Gostosa.

Eu senti que podia sentar nele o dia inteiro, mesmo com a pequena dor que sentia. Eu rebolava, quicava, gemia.Ele me colocou de lado e me comeu por trás enquanto tocava o meu grelo. Aquilo foi o limite pra mim. Eu estava toda aberta para aquele homem, meu grelo estava inchado de tesão, ele beijava o meu pescoço e eu não aguentei e gozei naquele pau.
Ele parecia incansável, mas eu não ligava. Ele me botou deitada na cama, de peito pra baixo e mordeu minha bunda.

– Eu tava desejando essa bunda desde que te vi hoje.
E me deu um tapa, apertando ela.
Senti ele enfiando em mim de novo e gemi.

– Tá gostando, pequena?– Sim, tio, sim. Me come mais, tio.
E ele me comeu mais até quase gozar. Quando estava quase gozando, ele me virou de frente e continuou me comendo daquele jeito. Eu gemia no ouvido dele e ele ficava louquinho, beijando meu pescoço. Dessa vez eu toquei meu grelo e gemi ainda mais.

– Tio, eu vou gozar.
Ele aumentou a velocidade e eu gozei de novo naquele pau delicioso.Ele estava quase, mas decidiu tirar o pau e a camisinha e colocar na minha boca. O chupei um pouco e logo ele gozou na minha boca de novo.
Nós mal conseguíamos respirar. Eu não sentia as minhas pernas e meio dolorida da minha primeira foda.Ele me deu um beijo e me chamou para um banho, mas não transamos no banheiro de novo.Antes de me deixar em casa, ele me chupou mais uma vez por eu ter sido uma boa estudante e aprendido rápido e já marcamos uma segunda aula.
Depois desse dia eu me arrisquei com outros garotos da minha idade e fui descobrindo mais sobre mim mesma. Vez oi outra ainda transava com o tio Marcos e depois de casado, não nos encontramos mais, apenas quando eu fiz 18 anos, quando ele sugeriu um menage para a esposa e ela topou.Mas isso é história para outro conto.

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