Refém do prazer

O dia havia sido dos longos, com várias atividades domésticas, enquanto minha esposa estava na faculdade me deixando solitário e entediado em casa, com apenas uma alternativa para passar o tempo vago, às lembranças do dia anterior.

Por volta das 18 horas, Sindy chegava exausta do serviço, me encontrando de cara, no primeiro cômodo. Como de costume, ela havia chegado na mesma hora de todos os dias anteriores, mas diferente de antes, eu a aguardava na sala, sentado no sofá, sem camisa, meu corpo exibia algumas de minhas várias tatuagens, a mais chamativa parecia ser um demônio sexy, com seios enormes, além de um sorriso sapeca na face.
Com um cigarro ainda aceso, em uma das mãos e com a outra dentro das calças, ela era preta e sem bolsos, o tecido deixava claro que eu estava sem cueca e me masturbando, enquanto tocava uma música do Led Zeppelin ao fundo, era Dazed and Confused, uma das clássicas entre nós, para o que viria a seguir.
Quando ela se deparou com a situação, deixou um sorriso sapeca saltar de seus lábios carnudos. Aquela morena sabia como deixar um homem feliz, sorte minha que ela sempre me gamou. Deixava sua bolsa na mesinha ao canto, se aproximando de mim enquanto prendia seus longos e avermelhados cabelos cacheados, num coque simples, mas firme.
Oi meu amor, parece que sentiu a minha falta, haha.
Pode apostar que senti delícia.
Sem mais nem uma palavra ela encaixava suas pernas entre às minhas, usando uma das mãos para puxar a minha, a tirando de dentro das minhas calças. Seu olhar demonstrava tudo o que ela queria por trás de suas ações, me olhando fixamente, eu me sentia obrigado a sucumbir, em meios às suas vontades. Sem deixar de olhar em meus olhos, nem mesmo por um minuto, ela tirava sua blusa branca, jogando do chão, antes se aproxima-se mais, pondo uma de suas pernas acima de mim, dobrada e pressionando minhas bolas, com um sorriso maroto e um olhar de desejo, enquanto abria seu sutiã, deixando de fora seus lindos seios, que após tomar o cigarro de minha outra mão, ela pressionava no meu rosto, usando a mão livre para segurar minha nuca, enquanto eu chupava seus mamilos e a fazia gemer baixinho, em meio aos tragos do fim do cigarro. Quando terminava de fumar, ela se afastava um pouco, o suficiente para se ajoelhar na minha frente, descendo minhas calças e revelando meu membro ereto e cheio de veias, pulsando pelo tesão que só se acumulava, aguardando pelo desfecho daquelas brincadeiras.
Agora fica quietinho, e deixa eu me divertir !
Ela passava a ponta da língua por toda a extensão do meu pau, como se estivesse provando um pouco, antes de abocanhá-lo totalmente. Sindy usava suas mãos para pressionar seus seios, não podendo conter suas vontades que só aumentavam, conforme saboreava sua refeição. Assim que ela deixava de rodeios e caia totalmente de boca, pronta para saciar sua sede, duas pequenas asas negras surgiam em suas costas, revelando a real natureza daquela Succubus, que apaixonada pelo pau de um único humano, se submete a uma vida pacata ao seu lado, apenas para se saciar sempre que sentir vontade.
Conforme ela começava a chupar, abocanhava um pouco mais do pau a cada mamada, de pouco em pouco, logo ela estava quase com ele todo na boca, se deliciando e gemendo conforme era capaz, maravilhada pelas pulsações quentes do membro, em sua língua, que ela como podia, tentando sentir mais do que estava na sua boca.
Os movimentos foram ficando mais rápidos e eu podia sentir que não demoraria a gozar, mas antes eu pudesse dizer qualquer coisa, ela interrompia de uma vez, apenas para abocanhá-lo por inteiro, a sensação daquilo era única e ela sabia disso, usando todos seus recursos para brincar comigo, deixando sua refeição cada vez mais saborosa, quanto mais excitado eu estivesse antes de gozar, mais ela teria de mim e ela queria tudo, deixava isso claro.
Sem conseguir conter um curto gemido, minhas mãos vão juntas até a nuca dela, a puxando e obrigando-a a ficar ali, por pelo menos mais alguns segundos, antes de deixá-la voltar ao ritmo anterior, o solo do rock clássico ao fundo deixava toda a situação ainda mais cheia de adrenalina, adrenalina essa que parecia tê-la possuído quando voltava a mamar, com um ritmo ainda mais acelerado e agora, usando uma das mãos para me masturbar ao mesmo tempo que usava a boca.
Eu podia sentir meu corpo ferver aos poucos, ela não cessaria dessa vez, na verdade, aumentava o ritmo aos poucos. Meu membro parecia querer estourar, pulsando mais e mais, até que finalmente pode ejacular tudo o que sentia, no leite que para Sindy, era a melhor coisa do mundo, numa quantia que supera às expectativas dela.
Ela engolia tudo, saboreando sem que deixa-se cair uma única gota, às duas primeiras ejaculações já eram aguardadas, mas a terceira foi inesperada para ela, aquilo ficava melhor a cada segundo, ela parecia pensar, sugando tudo o que podia, para garantir que nada fosse desperdiçado.

Um barulho no portão cessa minhas lembranças, Sindy parecia ter chegado da escola, e se tudo corresse bem, minhas lembranças seriam atualizadas, pelo menos meu pau esperava por isso.
Eu estava no quarto, havia um livro de poesias ao meu lado, eu o pegava, para disfarçar o que fazia ali, quando ela entrasse pela porta. Após escutar os primeiros passos, subindo as escadas, pude ouvir duas vozes conversando, mas não conseguia entender o que diziam ao certo, uma das vozes era da minha esposa, mas a outra voz, eu não conhecia ainda. Ela ria baixinho, de algo que a Sindy contava.
Você é muito doida Sindy, rsrs.
Você que ainda é muito inocente menina.
Quando chegavam na sala paravam de conversar, eu pude escutar apenas os passos de uma delas, andando pela casa. Logo apenas Sindy falava:
Meu amoor? Eu cheguei!
Eu estava vestindo apenas um samba canção, sem nada por baixo, o tecido leve da peça, deixava marcado o volume do meu pênis, quando me levantava, escutando a voz de Sindy me chamar. Eu sabia que ela estava com uma amiga, o que atrapalhava meus planos de fode-la, assim que chegasse, mesmo assim, eu sabia que ela não se importaria com a forma que estava vestido, provavelmente, ela já até imaginava como eu estaria.
Ela ia de encontro comigo, me interceptando no corredor, antes que eu chegasse na sala, a amiga dela parecia aguardar lá. Eu podia vê-la se aproximando com um olhar de desejo, fitando com os olhos, o volume do meu membro, deixado claro no tecido escuro do samba canção.
Ela parava a minha frente, levando num instante sua mão esquerda por cima do meu calção, segurando meu pênis de leve, o suficiente para que o sentisse ereto e pulsante, ainda por causa das lembranças de antes. Com um sorriso malicioso no rosto, ela deixava claro que queria aprontar, quando aproximou seus lábios de uma das minhas orelhas, a mordiscou de leve e em seguida, sussurrou com sua voz o mais atraente possível, usava seus poderes de Succubus para que fosse impossível discordar, imerso no tesão que ela conseguia transmitir naturalmente para mim, com um único toque.
Eu trouxe um anjinho, seja gentil meu bem, e talvez você ganhe um biscoito.
Dito isso, ela se afastava um pouco, levando a mão que estava sobre meu membro até o livro de poesias que eu segurava, o tirava de minhas mãos e o pusera sobre meu pênis ereto, me fazendo segura-lo ali, tentando disfarçar o máximo possível do meu volume.
Chegavamos na sala com ela me puxando por uma das mãos, assim que entramos no cômodo a amiga dela abriu um sorriso ainda meio tímido, se levantando e dizendo:
Oi, a Sindy fala muito de você, espero não estar incomodando.
A garota era extremamente educada, além de muito linda, possuía um corpo de dar inveja a muitas gente, com seios médios e coxas razoavelmente grossas, comparadas a sua cintura fina. Essas qualidades ficavam claras mesmo no uniforme da escola que ela vestia, junto com uma saia que chegava até seus joelhos. A loira parecia ser tímida, com um olhar baixo, enquanto passava os dedos por um dos seus cachos, aguardando alguma resposta. Por algum motivo, não fui capaz de dizer nada, conseguia apenas olhá-la de cima a baixo, contemplando sua beleza e criando pensamentos pervertidos com ela. Sindy ria de forma sacana, me vendo daquela forma, graças a ela, que usava seus dons demoníacos para me deixar cada vez mais excitado. Ela tomava a frente logo em seguida, me poupando de ter de pensar em alguma resposta, além de “Ola”.
Eu já disse que ela não precisava se preocupar, tenho certeza que você não vai se importar em eu tê-la chamado para assistir um filme, vai ser sobre um trabalho do curso. Ela se chama Maria.
É… Claro… fica a vontade Maria.
Obrigado.
A jovem logo voltou a se sentar, ela parecia querer disfarçar seu olhar, quando percebia o que o livro em uma das minhas mãos tentava esconder. De prontidão, Sindy foi até o dvd, pondo o filme e se sentando ao meu lado em seguida, me deixando entre elas no sofá.
Assim que o vídeo começava a rodar, ela começava a puxar assunto, tentando nos fazer interagir.
Sabe meu doce, eu tava contando pra Maria algumas de nossas brincadeiras, ela é tímida, fica toda sem graça só de ouvir às safadezas.
Ah é? Então era disso que vocês estavam conversando quando entraram?
A garota logo ficou toda corada com o assunto:
Sindy! Não era pra contar das nossas conversas dessas coisas.
Ele é um bom garoto anjinho, não se preocupe.
Eu fico sem graça…
Imagino o que você faria se eu fizesse o que te contei de ontem, com você assistindo.
Quando ela dizia isso, sua mão ia devagar até o livro que eu segurava, o pegava e deixava de lado, dizendo:
Olha só como ele ta excitado, se quiser, eu divido com você, mas não posso me conter em saboreá-lo agora.
No mesmo instante, colocava a mão dentro do samba canção e tirava meu membro para fora, ela fazia movimetos leves de masturbaçao em mim, olhando cheia de desejo para a amiga, levava sua mão livre até a da garota, que assistia a cena boquiaberta, pegava a mão da garota e levava até meu pau, para que ela também o sentisse. Sem reação a princípio, a mão dela chegava a me tocar, apenas por um segundo, antes que ela se levantasse de uma vez, como se acordasse de um transe em suas próprias emoções desconhecidas.
Eu não vou pegar no pau do seu marido, você tá doida?
Sindy apenas ria, enquanto se ajoelhava a minha frente. Às asas dela rasgavam seu uniforme, saltando para fora e revelando também seus lindos seios volumosos. Quando abocanhava meu pau, ela soltava um gemido baixo, podendo sentir toda minha ereção pulsante na sua boca molhada.
Maria dera um salto para trás quando vira aquilo acontecer e sem nem uma palavra, corria para a cozinha, aflita e sem saber o que fazer.
Sindy não parecia se importar com a saída da amiga, ocupando-se em me chupar devagar, pondo meu pau todo na boca, ela se contorcia, usando as mãos livres para apertar seus seios, uns contra os outros, assim ela se manteve durante alguns bons minutos, conforme mamava mais rápido, apertava mais seus mamilos, mantendo um gemido contínuo e abafado pelo meu pau.

Às sensações aumentavam mais e mais, junto com o tesao que também crescia a cada segundo. A imagem de maria veio a minha mente de repente, eu imaginava como ela seria nua, com todas aquelas curvas, era quase uma imagem perfeita que formava em minha mente, de seus mamilos rosados e seios firmes, com um sorriso tímido no rosto, chamando por mim. Eu teria gozado naquele momento, imaginando-a junto da Sindy, realizando todos os meu desejos, mas os estímulos cessavam de repente, segurando meu impulsos em último momento. A ereção era tanta, que sem o poder de conter, uma lágrima do meu gozo escorria pelo meu pau, que pulsante parecia gritar, “Ey, não me deixe aqui assim!”. O olhar daquela Succubus parecia me enfeitiçar, me deixando a mercê de seus desejos sacanas, enquanto me deixa acreditar que eles são meus. Ela usava a língua para saborear o pouco que havia escorrido, até que não sobrasse nada.
Hummm, que delicia meu amor…
Em seguida ela se levantava, tirando a saia que ainda vestia, ela não usava calcinha, sendo assim, todo seu corpo podia ser presenciado, na mais completa perfeição. Suas coxas eram perfeitas ao seu quadril, com um bumbum redondo, cintura fina e um belo par de seios grandes. Às asas dela cresciam em medida que usava mais do seu poder, quanto maiores, mais sexy e irresistível ela ficava. A morena daria às costas, indo até a cozinha, rebolando lentamente enquanto saia.
Eu conheço seus maiores desejos meu bem… Quero o seu leitinho o mais gostoso o possível…

Ela sabia muito bem o que fazia, quanto mais excitado me deixasse, mais eu gozaria para ela, no final. Sindy estava faminta e desejando todo o tesão que eu pudesse dar.
Eu podia escutar um murmurinho baixo, a voz de Sindy predominava, como se ela explicasse algo que Maria não podia entender. ” Você não precisa temer, eu sei exatamente o que está sentindo…”. O silêncio predominava a seguir. Minha mente parecia incapaz de pensar em algo que não fosse aquelas duas juntas, me dando prazer. Automaticamente eu levava minha mão direita até meu pau, fazendo movimentos leves de masturbaçao, não seria o suficiente para me fazer gozar, mas me deixava ainda mais ereto, imerso em meus pensamentos pervertidos.

Maria e Sindy chegavam juntas e nuas na sala. A morena não perderia tempo, se ajoelhando em minha frente novamente, daria uma última olhada para amiga, antes que me pusesse na boca e começasse a me saborear lentamente. A loira, corrompida pela amiga demônio, se aproximava rindo, me encarando com seus olhos meigos. Passava suas pernas por cima de mim, subindo no sofá, na altura que sua buceta alcançava minha boca. Usava então uma das mãos, me forçando a chupa-la, como se eu realmente não desejasse aquilo. Ela possuía um sabor incomparável, era sua pureza, derretendo em meus lábios e me deliciando.
Os gemidos doces da garota começavam a se misturar com os mais abafados de Sindy, me levando cada vez mais ao extremo êxtase.

Meus Deus, Sindy ! Humm… isso, isso…
O nome da minha Succubus sendo clamado, aquilo me puxava para a realidade. Os gemidos não eram dos meus sonhos, afinal de contas. “Como ela faz isso!?”. Maria gemia cada vez mais nitidamente, chamando pelo nome de Sindy sempre que conseguia. Ela com certeza já estava tomada pelo tesão, reagindo aos seus estímulos mais carnais.
Eu não perderia mais tempo ali, quase cheguei a correr, indo nu e ereto direto para a cozinha, presenciar de perto, a situação que fazia aquela moça tímida, gemer tão alto, com súplicas e delírios de prazer.
Sindy estava com a cara enfiada entre as coxas da amiga, lhe fazendo sexo oral intensamente, pelo que podia se presumir. Maria por sua vez estava totalmente nua, deitada em nossa mesa de jantar, com as pernas bem abertas e usando uma das mãos para segurar a nuca da morena demoníaca, gemendo alto, ela se contorcia toda e usava sua mão livre para apertar os próprios seios, deixando marcas vermelhas, na sua pele branca. A cena era fenomenal, Maria era ainda mais gostosa que eu podia imaginar, enquanto a posição que Sindy se submetia, a deixava de bunda empinada, realçando todas as suas curvas, com suas asas negras exuberantes e enormes, o que deixava claro todo o tesão que se espalhava pelo ambiente.
A garota antes tão meiga, quando me viu entrando, com o pau quase estourando, sorriu e entre um gemido e outro, ela me encarava, sabendo o quanto me exitava, ve-la me desejando. Sem mais, ela abria um sorriso sacana, estendia a mão em minha direção e me chamava com ela, abrindo a boca, como se dissesse, “deixa eu te ajudar com isso garanhão”.
Eu não pude me conter, socando meu pau todo, naquela boquinha macia e molhada, ela me olhava diretamente nos olhos, enquanto eu fodia sua boca, deixando seu gemidos abafados pelo meu membro. Como se já esperasse por aquilo, Sindy continuava a chupa-la, agarrando com força às boas coxas da loira.
Meti naquela boca por alguns minutos, sem tirar por nem um segundo durante aquele tempo, uma lágrima chegou a escorrer dos olhos da garota, engasgando quando eu decidi que caberia meu membro todo ali, tirando em seguida para que ela pudesse tomar um pouco de ar. Ela continuava se contorcendo de prazer e quando a deixei tomar fôlego, ela logo agarrou meu pau, me masturbando, eufórica enquanto me encarava gemendo alto.
Sindy deixava de chupa-la em seguida, se levantando e ficando ao meu lado, apenas encarando a garota que me masturbava com movimentos rápidos. Ela abria um sorriso dizendo :
Ela é foi bem gulosa docinho?
Ela tá se mostrando uma vadia em tanto!
Ela é uma boa menina.
Maria então, possuída pelos seus desejos, dizia:
Vocês vão ficar só olhando agora? Me fode, eu quero dar!
Sindy não respondia nada, apenas dava um tapa na face da garota, punindo-a por ter se intrometido na conversa.
Você só abre essa boca se for pra gemer, entendeu? Eu vou te ajudar a aprender.
Ela soltava a mão da garota que me masturbava, a pondo em suas pernas, enquanto subia na mesa, fazendo-a chupar sua buceta dessa vez. Maria não respondia, pelo contrário, levava às duas mãos até o bumbum da morena, apertando com força e caindo de boca no grelo dela. Sindy pegava novamente uma das mãos da garota e levava um dos dedos até a porta do seu ânus. Maria entendia bem o que era pra fazer, sem pestanejar pôs seu dedo do meio ali, socando ele todo, repetidamente, enquanto a chupava.
Sindy abria um grande sorriso, percebendo a obediência da garota. Ela fazia sons que mais nem uma mulher fazia, seus gemidos eram demoníacos de uma forma perturbadora, que deixaria qualquer homem louco, apenas em escutá-la. Eu apenas assistia, vendo-a se deliciar com o oral da garota, que estava cada vez mais sedenta e descontrolada.
Aproveite bem seu biscoito amor, a bucetinha dela é uma delícia.
Pude entender bem o que ela dizia, ficando de frente para as pernas abertas de Maria. Ela tinha uma buceta rosinha, que estava totalmente ensopada pelo tesão, parecia piscar, ansiosa por qualquer estímulo. Lembrando do que eu havia imaginado antes, ainda na sala, não pude me conter, eu tinha de provar daquele mel, antes de fode-la.
Mesmo cheio de tesão, fazia questão de não me afobar, aproveitando bem cada parte da transa, antes de gozar. Começava passando a língua de leve, para ver como ela reagiria, não pude conter um leve sorriso, ao vê-la se ouriçar toda, quando sentiu o toque e abriu bem as pernas, como se implorasse a continuação, e eu continuaria, dando algumas lambidas e mordendo a parte de dentro das suas coxas, para vê-la se contorcendo mais e mais, antes de cair totalmente de boca nela.
Eu usava os dedos para deixar seu clitóris bem amostra, ele pulsava, enquanto eu passava a língua de leve por cima. Em seguida, chupava ele totalmente, parando vez ou outra para saborear toda aquela buceta molhada, me deliciando com seu sabor único e voltando a dar mais atenção unicamente ao clitóris em seguida, repetia isso várias e várias vezes, sabendo que a estava deixando cada vez mais louca, com o prazer. Os gemidos de Sindy ficavam ainda mais fascinantes, conforme eu chupava mais e mais aquela buceta, Maria respondia da mesma forma, levando aquele demônio sexy em cima dela a loucura, junto com ela mesma. Às asas de Sindy estavam no seu tamanho total, exuberantes, enquanto ela sugava todo o tesão da situação para si, alimentando sua fome de luxúria.
Acho que ela merece te sentir agora amor…
Dito isso, ela saia de cima da garota, mandando que a mesma também saísse da mesa.
E você meu bem, tem que terminar o que ela começou…
Ela ria, indicando a propria buceta e em seguida olhava para Maria, apontando o caminho da sala.
Pode ir na frente coisa gostosa.
Obediente, Maria seguia para a sala, ela rebolava de forma sensual, sabendo que ela era gostosa. Sindy ia logo atrás, aproveitando a oportunidade para espalmar o bumbum da amiga, o tapa bem servido marcava a pele branca da garota, que deixava apenas um sorriso levado para trás, entrando no corredor.
“Minha nossa, a garota realmente se corrompeu rápido”. Por um segundo, sozinho no cômodo, pude pensar no que estava acontecendo, mas não demoraria a voltar para a realidade, às escutando enquanto brincavam na sala. A excitação voltava a me dominar, assim que recordava exatamente o que estava acontecendo, era sexo, simplesmente. Agora eu sentiria aquela buceta quente, toda molhada e pulsante, da garota que com seu jeito meigo, me enchia de tesão, aguardando apenas que pudesse me sentir totalmente.
Elas estavam se beijando quando entrei no cômodo, Sindy agarrava com força a cintura e uma das coxas de sua amiga, puxando para perto. Maria segurava ambos os seios de Sindy e quando terminarem de se beijar, ela começou a chupa-los, se pondo de quatro, quando percebia que eu assistia, mas sem sessar o que fazia antes.
A Succubus estava animada com todo o entusiasmo da loira, gemendo de leve, enquanto me seguia com seus olhos ligeiros. Sem rodeios me pus atrás da garota, seu tesão escorria pelas pernas, a buceta parecia gritar, “ME FODA”. Ah, eu obedeci em prontidão, sentindo meu membro deslizar de uma vez para dentro dela, não fui capaz de conter um gemido, ela era uma delicia de foder. A garota por suas vez, não foi capaz de se dedicar aos seis de Sindy quando me sentiu entrando, tendo de parar o que fazia para começar a gemer.
Eu a segurei pela cintura, para ter mais apoio e socar forte nela. Sindy não perdoava e agarrou o pescoço da garota com sua mão esquerda, usando a direita para bater no rosto dela, enquanto a olhava no fundo dos olhos, sem que precisasse dizer nada, seus olhos diziam tudo. “Você é uma vadia”. Maria gemia alto, se inclinando para me ajudar a penetrá-la ainda mais fundo. A buceta dela era realmente apertada, gostosa de foder, cada penetração entrava e sai mais fácil, indo cada vez mais fundo e a fazendo gemer cada vez mais alto.
Sindy sorria para mim, percebendo o quanto eu estava satisfeito, ela me encarava com seus olhos que diziam, “Está quase”. Ela queria a minha gozada o mais intensa possível e estava fazendo tudo o que precisava para conseguir.
Olhando novamente nos olhos da garota, palavras saem dos lábios doces de Sindy, outra ordem de suas ordens, ela dominava aquela transa da maneira como bem entendia, essa era uma das suas muitas qualidades, que tanto me fascinam.
Tá na hora de trabalhar mocinha.
Maria entendia bem o recado, assim que eu a soltava, sabendo o que viria a seguir, ela ficava de pé, me olhando enquanto eu me ajeitava no sofá, me desejando. Sindy subia por cima, me dando sua buceta na boca, deixando que eu provasse do seu mel incomparável. Esta Succubus é incomparável a qualquer mulher comum, sendo capaz de absorver o tesão que pairava no ar para si mesma, além dela própria ser capaz de gerá-lo aos poucos a sua volta. Sua buceta tinha o sabor que provinha de todo o prazer que ela conseguia absorver, além de se tornar ainda mais saborosa quando mantinha uma boa alimentação.
Logo pude sentir a molhada, quente e pulsante Maria, que começava a cavalgar em mim, voltando a gemer, pondo todo o meu membro dentro dela. Meu pau pulsava de alegria, parecia que ia estourar com tanto tesão, não demoraria muito a pôr tudo pra fora.
A garota apoiava os pés nas minhas pernas, ficando totalmente em cima de mim. Ela sentava e rebolava sem parar, eu podia sentir meu pau entrando e saindo repetidamente, na sua buceta molhada, que parecia apertar cada vez mais meu membro dentro dela. Eu batia sem dó na sua bunda, a deixando ainda mais doida, ela sentava mais forte a cada tapa bem dado.
Os gemidos de Sindy e Maria ecoavam por toda a casa, ficando cada vez mais altos, como se estivessem conectadas. Tudo aquilo estava me levando ao meu máximo, eu gozaria daquela forma em mais alguns segundos. Os gemidos mudavam, juntas elas ficavam mais eufóricas, era o orgasmo delas chegando junto do meu.
Meu corpo estava fervendo, meu pau estourando, quando pulsou e não apenas isso, gozou, eu gozei, ali mesmo, dentro da garota que pulava ensandecidamente em mim, tendo o seu próprio orgasmo ao mesmo tempo que eu e Sindy. A morena abre bem as asas enquanto aproveita sua sensação, gozar para ela não é seu ápice, mas não deixa de ser ótimo.
O ápice da minha Succubus é o meu prazer, meu melhor gozo é sempre sua meta principal, sendo assim, desta vez ele estava na buceta de Maria, que ainda gemia baixo, aproveitando até o último segundo do meu pau ereto dentro dela.
Sindy ordenou que ela se deitasse no sofá em seguida, agora ela aproveitaria seu banquete. Assim que maria abriu as pernas, ela caiu de boca, quase que incontrolavelmente, lambendo toda a porra que escorria, sugando tudo da buceta de Maria, que sem reação, seguia gemendo, aproveitando as lambidas e os chupões da melhor forma, mesmo que já não aguentasse mais os estímulos, se manteve ali, como uma boa garota que ela era.
Quando terminou, Sindy lambeu os beiços, abrindo seu característico sorriso safado para mim. Maria nos agradeceu em seguida, por termos dado tudo o que ela mais precisava naquele dia, uma boa foda.
Nessa noite, Maria dormiu conosco, e eu me senti o homem mais feliz na terra, em ver minha esposa, uma Succubus, adormecer a minha esquerda, enquanto Maria, uma humana que mais parecia um anjo, que acabara de ser corrompido por uma demônio, adormecia a minha direita, ambas nuas e exuberantes com toda a beleza que possuíam.
Assim, naquele momento de silêncio pude perceber e aceitar, como eu amo ser refém da mais pura luxúria, representada em carne, na minha doce Succubus.
Ps.Universo

Rate this post