Enrabada Na Festa da Firma

Vestidinho colado, coxas de fora, calcinha enfiada na bunda, saltão alto pra ficar empinadinha. Milhares de olhares tarados pras minhas pernas. Milhares de punhetas pensando na minha bunda…

Era assim que eu chegava na festa de final de ano da firma. E eu adoro esses olhares…

ola, sou a [email protected] 1,70 de altura, 65 kg, 67 de cintura, 100 de quadril, 90 de busto e gosto de escrever sobre as putarias que rolam nos bastidores da mídia.

Esse conto não aconteceu exatamente no dia 31, mas foi uma festa de reveillon pra comemorar a virada de ano da empresa.A festa aconteceu no prédio de uma emissora de TV, ocupando um andar inteiro, com muita música, bebida e uma grande parte dos funcionários presentes.Por ser num espaço muito grande, a festa era quase que divida em 2 ambientes, uma parte com os funcionários num geral, e outra entre sala VIP com apresentadores e pessoas importantes da emissora.Entre a sala principal e a entre sala VIP, havia um corredor, e ao longo desse corredor, várias portinhas, de camarins e banheiros do andar.E expliquei isso, porque foi justamente ali nesse corredor, entre os dois salões de festa, que toda putaria desse conto aconteceu.

Eu estava na sala VIP, com outras meninas do canal, dançando, bebendo e fazendo social com o pessoal VIP da emissora.

Sem namorados ou namoradas. Apenas os funcionários se reuniram ali no final do dia pra curtir o último happy hour do ano.

Não preciso nem dizer que todas as meninas assistentes de palco ou figurantes de programas, foram praticamente atacadas por todos os machos da festa. Fato que quem organizou a festa levou todas as gostosas da emissora pra sala VIP pra fazer companhia ao pessoal importante da firma.

Estávamos ali um grupinho de meninas dançando no meio da pista, com olhares de todos os tarados em volta. Uma musica eletrônica tocando, bebida fazendo efeito na minha cabeça, mãozinha no joelho empinando toda bundinha, cabelos voando pra todos os lados e muito rebolado quebrando meu quadril chamando atenção de todos os homens que me olhavam como uns tarados faminto querendo me jantar.
A medida que eu dançava rebolando, meu vestidinho ia subindo. Bastava eu me empinar e rebolar pra atiçar todos os safados me olhando dançando igual uma cachorra. Calcinha enterrada na bunda e meu rabo rebolando pedindo pica, com parte da minha bundinha a mostra pra galera.

Apresentadores, atores, jornalistas, era como ver aquele cara certinho do trabalho bebendo todas e azarando a gostosa que trabalha ao lado dele o ano todo.Eu procurava ficar perto de uma amiga pra diminuir o numero de ataque que íamos acabar sofrendo. Mas como minha amiga desapareceu com um dos caras (safaaadaaaa) acabei ficando sozinha e desprotegida naquele ninho de tarados. (tadinha de mimmmm)Foi nesse instante que um senhor de uns 50 anos, careca, usando um terno mais caro do que a minha casa, se aproximou de mim pra puxar papo. Veio me elogiando, alisando meu braço e dizendo que era meu fã e sempre me assistia no programa.

Demorei uns dois minutos pra cair a ficha que aquele coroa tarado não era um tarado qualquer. Era a porra do vice presidente da emissora!

Quando me dei conta disso, até fiquei sem jeito, apenas sorrindo e aceitando os elogios, alem de aceitar suas mãos safadas já alisando as minhas costas.Bebi e conversei por uns 10 minutos com ele, quando ele acabou sendo chamado por outra pessoa e se afastou de mim. Passado uma meia hora, meu chefe veio falar comigo dizendo que o coroa tarado em questão estava muito interessado em me conhecer.Eu sabia muito bem o que significava esse “me conhecer”, assim como sabia muito bem o que significava um vice presidente querer te conhecer.Meu chefe foi caminhando comigo ate a entrada do tal corredor que descrevi pra vocês no inicio do conto. Ficamos ali conversando e esperando o coroa aparecer.Quando o vice presidente veio caminhando em nossa direção, meu chefe me deu a chave de um dos camarins e me passou as instruções:

– Vai na frente, entra sozinha e quando ele chegar você tranca a porta.

Fui eu até esse camarim no meio das duas festas rolando, entrei sozinha e esperei por uns três minutos no máximo. Mas foram três minutos de silencio, sozinha, escutando o barulho da musica vindo dos 2 ambientes lá de fora. Até que escutei alguém batendo na porta.

Abri e vi que era o tal coroa com um sorriso de tarado no rosto.

Ele entrou, eu tranquei a porta e não consegui nem me virar pra falar um “oi” e já senti o safado me abraçando por trás, pela cintura, quase me fazendo ir de cara na porta.

Eu estava de costas pra ele, de frente pra porta, com o coroa me abraçando com as duas mãos em volta da minha cintura, beijando meu pescoço e falando na minha orelha.

– Melhor assim, sozinhos, pra conversar mais a vontade.

Conversar… O safado estava com uma mão na parte interna das minhas coxas, um cacete duro roçando na minha bunda e ele veio falando em CONVERSAR.

Ele voltou a me elogiar, dizendo que sempre me assistia no programa e há muito tempo queria poder me conhecer melhor. Falava isso ao pé da minha o relha, alisando as minhas coxas com uma das mãos, e roçando descaradamente aquela piroca dura na minha bunda.

Eu apenas sorria e dava corda pra ele. Se a minha missão ali era agradar, eu só deixava o safado se fartar nos apertões e encochadas que ele me dava espremida na porta.

Meu vestidinho já era curto, mas com as mãozadas que ele dava nas minhas coxas, só fazia a barra do vestido subir mais e mais.

Só consegui me soltar daquela prensa presidencial, quando ele me virou de frente pra ele, beijando meu queixo e botando a minha mão no seu pau por cima da calça de linho.

– Olha como você me deixa, menina. Já tem tempo que to querendo fazer isso…
Eu nem falava nada, só apertava o seu cacete, olhando nos olhos do coroa com um sorriso de menina sapeca doida pra chupar um pirulito.

O safado entendeu o recado, abrindo o cinto e botando pra fora a sua rola presidencial.
Ele não precisou falar nada. Não houve ordem, pedido, troca de palavras.Eu estava em pé, na sua frente, olhando o velho nos olhos, segurando a sua pica com a minha mãozinha de periguete, mordendo os lábios na cara dele, ao mesmo tempo em que eu brincava com aquela rola, iniciando uma mini punheta extremamente devagar, só pra atiçar o filho da puta.Eu, em pé, de cara pra ele, olhos nos olhos, sorriso de ninfeta sapeca, segurando uma rola com a maestria de uma puta profissional. E eu adoro ser uma puta. adoro essa reação de tarado na cara de vocês.

O velho quase infartou. Se revirava todo sem sair do lugar, fazendo cara de PUTA QUE PARIU, me olhando quase pedindo arrego isso tudo só porque eu segurei a pica dele. Imagina quando eu fizesse mais coisas rs.
– Vai sua putinha, faz o que você sabe fazer!

Sei e adoro. Adoro chupar um pau. E não é todo dia que se chupa o pau do vice presidente de uma emissora de TV.

Ajoelhei na frente daquele coroa careca, segurando a sua rola com vontade, de cara pra pica, a centímetros do meu nariz, olhei pra cima, olhei pra ele, segurando o caralho perto da minha boca mas sem encostar. Parei meio segundo assim, segurando e olhando pra ele, o velho surtou

– Ai caralho, chupa logo sua vadia!

Eu ri, de verdade, adoro provocar assim, ver vocês surtando ali na hora rs.Riso de menina levada, segurando uma rola antes de mamar. Mas foi uma fração de segundos e já atendi o pedido do chefe do meu chefe. Chupei gostoso aquele cacete presidencial.Ajoelhada no camarim, com o vice presidente, um cacete na minha boca, chupando gostoso a rola do cora, com um barulho de musica vindo do lado de fora. Caralho, tinha festa rolando lá fora e eu já nem lembrava mais desse detalhe monstruoso.

Como uma boqueteira que eu sou, lambi, mamei e chupei com gostos a rola da minha vitma. Segurando firma com uma das mãozinhas, e chupando tudo com vontade.Metade da rola na minha boca, sugando com força, com vontade, chupando ao mesmo tempo em que fazia vai e vem com a cabeça. Anos e anos de pratica até aprender tudo certinho.A receita é simples: Metade da rola na boca, pra poder fazer vai e vem na outra metade. Isso tudo, sugando e chupando com vontade, como se não houvesse amanha. Mostrei pro vice presidente daquela porra toda, todo o meu potencial talento em ser uma chupadora de rola.

A verdade é que eu queria fazer ele gozar só no boquete, pra eu me livrar logo daquele agrado que eu fui colocada a fazer. Não podia negar, mas também não queria perder a oportunidade de me aproximar tanto de um cara no cargo dele.Um boquete é divida eterna pra qualquer favor que eu fosse pedir no futuro.Mas o coroa não quis ficar só no meu talento labial. Me segurando pelo cabelo, por trás da minha cabeça, ele puxou meu rosto pra trás, tirando a pica da minha boca, inclinando meu rosto pra cima, olhando pra ele, respirando fundo pra recuperar o ar que perdi chupando uma rola.

Ele me olhava, apenas me olhava ali ajoelhadinha na frente dele. Batonzinho borrado do boquete, descabelada, cara de quem tava chupando uma rola. Com uma das mãos ele segurava o meu cabelo, com a outra alisava meu rosto.

– Ja tinha escutado muitas historias de você, mas você é melhor do que me falavam sua piranha gostosa
Eu ate abri um sorriso de piranha feliz depois de escutar um elogio safado desses.

Ele me mandou levantar, e no que fiquei em pé na frente dele, já senti uma mão no meu braço/ombro me virando de costas, me inclinando pra frente.Fiquei em pé, de frente pra uma penteadeira no camarim, de frente pra um espelho, com as mãos na bancadinha e o rabo todo empinado na frente do coroa. Ai vocês imaginam como ele ficou tarado de vez.Era reveillon, mas ele parecia uma criança recebendo presente de natal. O safado levantou meu vestidinho atras, revelando minha bunda na frente dele. Minha micro calcinha de vadia enterrada no rabo não escondia nem minhas marquinhas de bikine. Levei um tapão na bunda imediato.

– Fico tarado toda vez que vejo seu rabo no programa

Falou isso sem largar do meu rabo. Tapas e apertões, matando a vontade que ele já devia ter toda vez que me via pelos corredores da emissora.

Pelo espelho na minha frente, vi o coroa abrindo uma camisinha com a boca e vestindo na pica. Fiquei paradinha esperando pelo golpe, e só fui me ajeitando tirando as mãos da penteadeira e me apoiando nos cotovelos. Assim, apoiada nos cotovelos, eu fiquei 30 vezes mais empinada pro meu tarado.
O safado arriou a minha calcinha até os meus joelhos. Enrolando toda calcinha ao longo as minhas pernas ate parar nos meus joelhos. Senti a cabecinha do pau dele encostar na entrada do meu cuzinho. Claro, claro, claro que ele viria direto no meu cu.

Pra quem me escreve perguntando porque eu escrevo tanto sobre anal. Pense, o que você gostaria de fazer se tivesse uma menina dessas empinada na sua frente?Pois é… Meu cuzinho nunca escapa.Ali no caso eram duas coisas que me passaram na cabeça:

1- Quem sou eu pra negar o rabo e pedir pro vice presidente da porra toda tirar o pau do meu cuzinho e botar apenas na bucetinha. Nao dava pra impor nada pra um cara com o cargo dele.
2- Ele foi forçando a entrada, sem passar KY. Ai fiquei numa situação complicada. Levar na bunda sem creminho é foda, ainda olhei pra minha bolsa e ameacei pedir o ky, mas não tive coragem de falar nada. Essa eu tive que engolir a seco, literalmente.

Respirei fundo e tomei no cu sem ky. E ainda dizem que vida de assistente de palco é fácil.
Ele foi forçando devagarinho, e como seu pau era de tamanho médio, foi entrando sem judiar muito do meu cuzinho.

Ele botou metade na minha bunda e foi me abraçando por trás, beijando as minhas costas, o meu pescoço. Começou um semi vai e vem com só metade da pica no meu cuzinho, começando a me fuder em ritmo lento.

Aos poucos o pau dele foi entrando mais e mais, ate as bolas encostarem na minha bunda. Pronto, tava eu ali toda empinada no camarim com a pica do vice presidente atolada no meu rabo.

Ele gemia e me xingava ao pé do ouvido, respirando quente no meu pescoço, meu vestidinho já estava todo enrolado na minha cintura, minha cara quase colada no espelho, e levando socadas de rola na bunda.– Piranha gostosa! Leva pica na bunda, leva, leva…Eu levei.Em pé, equilibrada no meu saltao de puta, calcinha arriada, vestidinho levantado, eu era enrabada com força, enrabada com vontade, enrabada digna de matar a vontade acumulada de quem me via sempre rebolando a bunda na tv.

A penteadeira já balançava muito, o espelho na minha frente bambeava, porra, ate eu bambeava. Minhas perninhas bambas se equilibravam no salto 15 enquanto eu aguentava um caralho na bunda. Meus gemidos já estavam mais altosClaro ne, eu tava levando ferro sem ky, guerreira, heroína, aguentando uma pica no rabo sem creminho, só no cuspe e na vontade.Descabelada, desequilibrada, deflorada ENRABADA!
Com o rosto colado no espelho, eu aguentava as varadas na bunda como uma puta cumprindo a sua missão. E eu sou uma puta e adoro ser uma puta!

Todo esse clima me da muito tesão. Entrar naquele camarim pra chupar o pau daquele coroa, pra me sentir a vadia do chefe. Pra sentir o tesão que esses caras tem por mim.Ali é meu momento de ter poder, sentir o poder que causo nesses caras. E claro, sentir uma pica gostosa na bunda.Era tanta varada que meus peitos já tinham pulado pra fora do meu decote. Meus peitos sacudindo no ritmo de cada cravada que eu levava no rabo. Enrabada como uma cadela, tratada como a vadia particular da empresa.Talvez seja isso que eu seja mesmo. E adoro saber disso.Descabelada, desmoralizada, desesperadazinha, eu aguentava do jeito que dava, já soltando gritinhos escandalosa de tanta pica que eu levava na bunda.

Ele chegou a botar a mão na minha boca pra eu parar de gritar e não chamar muita atenção. Me agarrando por trás, me abraçando, com a mão na minha boca, sussurrando na minha orelha.

– Aguenta vadia, aguenta que quem paga seu salario sou eu

Aguentei guerreira. Em pé no meu saltão, de calcinha arriada, uma assistente de palco cavalona toda empinada com uma rola na bunda.

Tomei no cu gostoso até o coroa gozar se agarrando atras de mim, socando ate gozar, me abraçando engatado nas minhas costas, respirando forte, respirado quente no meu pescoço.Foi rápido, mas foi gostoso pra caralho.Me recompus como pude, e quando abri a porta, aquele cheiro de sexo saiu pelos corredores. Quem saiu também fui eu, toda descabelada, puxando o vestidinho pra baixo.Sabe quele movimento de puxar o vestidinho pra baixo, dando aquela reboladinha pra ajeitar tudo?Pois é, foi assim que eu sai do camarim, rebolando e puxando meu vestido pro meio palmo que ele escondia das minhas coxas. E isso tudo com a festa ainda rolando.

Uma assistente e um vice presidente saindo de um camarim, naquelas condições. Quem olhava agente ali, devia pensar o mesmo que vocês.

Voltei pra festa, quietinha bebendo algo pra reidratar. De longe, via o coroa conversando com outro coroa de terno. os dois riam e brindavam os copos na mão, provavelmente contando pro amigo e comemorando a conquista que ele havia acabado de conseguir.

O meu cu.

E assim foi o reveillon de uma pobre menina que gosta de sexo e preza pela sua carreira. Espero que tenham gostado.

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