Marina, muito melhor que viagra

Não consigo situar bem esse período, mas foi entre 2013 e 2014. Minha vida passou por uma turbulência enorme no trabalho, a crise já começando a pegar o pais, a empresa que eu trabalhava ia mal e eu corria o risco de ficar desempregado e cheio de dividas, muita coisa, muito estresse. Eu já não conseguia encontrar com a Marina do jeito que fazia antes por causa desses problemas. Muitas vezes ficávamos várias semanas sem nos ver. E foi inclusive por isso que tudo acabou um tempo depois.

Mas o pior é que eu comecei a ter consequências do estresse, desânimo e principalmente perda da libido. Comecei a brochar em casa. Minha esposa não tinha culpa disso e eu que já estava mal acabava me sentindo mais para baixo ainda.

Nesse período já estava mais difícil de encontrar a Marina e por causa desses problemas acabei evitando com medo de brochar com ela também. Mas a gente conversava, sempre gostamos muito um do outro e acabei marcando de almoçar com ela como amigos. Eu andava tão triste, com a cabeça tão nas nuvens que nesse dia deixei cair o celular ao lado do carro e por pura sorte quando voltei encontrei-o no chão. Nem tinha dado falta dele.

Fomos a um restaurante numa avenida que liga o centro de São João à Via Dutra. Ali almoçamos e conversamos numa boa. Contei um pouco do que estava acontecendo, e me fez bem. Gostava muito dos papos com ela, aí acho que relaxei um pouco e aí comecei a sentir tesão de novo, e olhava para ela e me bateu uma fome danada. Fome de Marina, e então, mesmo ainda inseguro, com medo de brochar com ela, eu perguntei se ela aceitaria ir comigo para o motel mesmo com o risco de eu não conseguir e ela aceitou.
Voltamos para o carro, que foi a hora em que encontrei o celular que nem senti que tinha perdido. Já dá para sentir o quanto a minha cabeça estava fora de sintonia… Dali fomos para o hotel e eu me sentia muito grato a ela por tudo.

Entramos e fui logo beijando minha putinha, tirei-lhe a roupa. Ela estava com uma saia comprida colorida e uma blusa tomara que caia sem sutiã. Eu a apertava nos meus braços, a gente se beijava muito, as línguas se encontrando, eu desci pelo pescoço, beijava e mordia o ombro, a pele dela é macia, deliciosa, me sentei na cama e puxei a blusa e comecei a chupar o peitinho, depois o outro, chupava e mordia. Eu começava a sentir um fogo dentro de mim, uma vontade louca e isso me fazia aperta-la mais forte nos meus braços, beijar, chupar e morder com mais vontade.

Chupava os seios e minha mão já subia por baixo da saia e tocava na bucetinha dela. Puxei a calcinha de lado e enfiei um, depois dois dedos dentro dela, tocava e ela já estava bem molhada. Em seguida troquei um dos dedos que já estava molhado por outro e comecei a massagear o cuzinho, ela gemia e adorava quando eu fazia isso.

Fui em frente e terminei de tirar sua roupa e caímos na cama, eu também já estava nu e cai de boca, começando a chupá-la. Lambia muito, abri sua buceta e lambia, prendia o clitóris entre os dentes e sacudia a cabeça, descia e lambia ela toda, passa a língua pela virilha devagar e depois enfiava a língua bem fundo na buceta que já estava com saudades do meu caralho.

Desci para o cuzinho e pressionei a língua contra ele, com as duas mãos segurava e levantava sua bunda para poder lamber melhor e mordia aquela bunda gostosa, durinha. A língua ia do cuzinho para buceta onde entrava bem fundo e depois subia para o grelinho. Ela já estava bem lubrificada com a excitação e então parti para meter. Fui direto fazer o que a gente mais gostava.

Comecei a meter e tirar um pouco até que meu pau estivesse bem molhado com seu liquido e então comecei a cravar o pau bem fundo de uma vez só. Ficava com ele dentro uns segundos e tirava devagar, aí parava com ele na portinha, chegava a demorar assim: imóvel, parado, olhando nos olhos dela e sorrindo, para que ela não conseguisse adivinhar quando eu ia meter de novo. Aí metia sem aviso com força, socando bem fundo. Ela gemia e fechava os olhos

Eu sorria de pura felicidade, depois de um tempo deprimido, duvidando de mim mesmo, eu estava lá cheio de tesão, com pau extremamente duro e com fome de Marina, me sentindo um leão. Só faltava rugir, rs. Na verdade, nem isso faltava, porque eu já gritava:

“- Tá gostando minha putinha? Sentiu saudades do seu macho te comendo gostoso? AHHH Gostosa!! Que saudades que eu estava de meter gostoso em você” e esse clima me fazia meter ainda com mais força e vontade.

Ela gemia e dava para sentir que estava adorando e eu atiçava “Tava com saudades do seu macho não tava? Doida pra sentir meu caralho metendo com força nessa buceta gostosa não tava? “ E ela dizia que sim, que estava, falava baixinho com aquela voz gostosinha de menina. Eu me sentia extremamente grato a ela por estar ali comigo e me fazer tão bem. Difícil descrever a felicidade que eu estava sentindo e tamanho do prazer que a Marina estava me dando.

Sai de cima dela e fique em pé na beira da cama e ela já chegou me chupando. Adora pegar nos cabelos rastafári dela e segurar enquanto ela me chupava. Ao mesmo tempo ela sabia do que eu gostava e descia para lamber meu saco, colocava na boca e chupava e depois voltava pro pau.

Passava ele na cara olhando pra mim. Ai eu a virei e peguei de quatro na beira da cama comigo em pé e meti de novo sentindo meu pau entrando e ela me envolvendo e me apertando por dentro, começo a meter e mexer, vários tapas estalando naquela bunda linda e ela gemendo baixinho e sentindo prazer. Ela não era do tipo que fazia escândalo para gozar, eu sentia isso quando ela ficava mais molhada e me apertava por dentro. Meti demais, fazendo-a gozar também, meti demais até gozar gostoso dentro da camisinha.

Ela deitou, e eu do seu lado a olhava maravilhado. Toquei seu rosto com carinho e olhando nos seus olhos disse “Obrigado. Por tudo, por gostar tanto de mim, por estar aqui comigo e por me fazer tão bem”. Falei muito e ao mesmo tempo era muito pouco. Não conseguiria expressar em palavras o que estava sentindo. Eu era louco por ela.

Uns dias depois falei com ela que me disse que tinha ido ao médico porque estava sentindo dores. Eu fiquei preocupado e perguntei se foi por cauda de mim e ela respondeu do jeito desencanado dela: “Foi isso mesmo. E o pior foi para contar ao médico. Mas deixa. Eu ferrei meus órgãos internos, mas eu quis. Valeu a pena. “ Falava com uma certeza que muitas vezes não combinava com a pouca idade dela. Isso sempre me fascinou.

Eu fiquei preocupado, me sentindo culpado por ter sido tão egoísta e ao mesmo tempo ainda mais agradecido pelo carinho e pelo prazer que ela me dava. Depois disso as coisas melhoraram, até em casa e me senti confiante de novo. Minha vida ainda estava enrolada mas consegui passar por tudo e hoje estou bem melhor e ela tem a parte dela nessa melhora.

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