O marido da minha tia

Todas as semanas, eu e a minha mulher visitávamos, a minha tia, irmã do meu pai, foi quem me criou nos dois primeiros anos. Como gostava muito dela, ela também casada e com filhos um pouco mais novos do que eu, e tinha uma filha, que era, mais nova 10 anos, portanto na altura teria 18 anos, ela sempre que me via, já desde muito mais nova, fazia uma festa, saltava pulava para o meu colo, eu estranhava mas como muito novinha, levava aquilo para a sua fantasia.

Mas mais tarde já com os seus, 18 ou 19 anos, numa visita que fiz, pois tinha vindo da guerra do ultramar, reparei que ela ficou numa felicidade louca, mas, como era ainda muito nova e eu era já casado, distanciei-me de qualquer atitude sexual. Mas como disse, eu e a minha mulher lá praticamente com os nossos filhos(2) lanchávamos e por vezes até jantávamos, quando as crianças adormeciam, e então ficávamos até mais tarde um pouco.

Eu já tinha reparado que o marido da minha tia, insinuava-se muito para a Tina(minha mulher), e ela que até nem era muito quente pelo contrário, eu não dei qualquer valor, mas aquele olhar dele, cada vez mais, era mais persistente, começou por passar as mãos no seu chumaço, já um pouco saliente, e a Tina, não tirava os olhos dele. Eu fiz de conta que nada se passava, a minha tia tinha ido à mercearia, comprar umas coisas para o lanche, e eu aproveitei fui ter com a minha prima, que estava noutro quarto, mas que tinha uma frincha de visão para a sala onde estava a Tina e o Freitas(o tio), e percebi que não falavam só se olhavam, mas ele já com a carcela das calças aberta, e com o chumaço maior, e a Tina sorria, para o Freitas.
Entretanto, percebi que a minha tia estava a chegar, ele pôs-se de pé, chegou mais perto da Tina pegou-lhe na mão e passou-a no seu cacete, e ficaram por aí. Eu entretanto já planeava outras coisas em relação à minha prima que era muito bonita e boa pra caralho, nem sequer fiquei preocupado com aquela esfrega da Tina no pau do meu tio.

A minha tia entrou, e disse ao Zé, que era assim que ela tratava o marido, para ele ao barraco, onde guardava os acessórios e pequenas maquinas, para lá ir buscar qualquer coisa que eu não percebi, a Tina, então aproveitou e disse, também vou, assim vejo o que por lá tem, ninguém deu importância, e lá foram, o barraco ficava ali mesmo à frente da janela que eu via assim pelo canto do olho.

E aí a coisa ficou mais séria, o Zé tira o caralho para fora, e tenta que a Tina o mame, o que ela recusou, e pelo gesto deu a perceber que tinha cheiro, mas bateu-lhe ali e rapidamente, uma punheta, quando ele se veio, a Tina pega na tal peça, que a minha tia pediu, e saiu para a lhe entregar na cozinha, o Zé, ficou-se a limpar, e a descansar um pouco, e às tantas lá veio à chamada da minha tia, para o lanche.

Eu também fui a minha prima também, ela não se tinha apercebido, porque não viu, estava deitada na cama, e assim foi fácil eu fazer de conta que nada tinha visto e eles a mesma coisa, estavam como que nada tinha acontecido com eles. Lanchamos e ficamos a na conversa, até o Zé, homem já com os seus 55 anos, se levantou e levou-me ao barraco, e lá fomos.

Ele estava um bocado ofegante, excitado, nervoso, até lhe disse , ó tio tenha calma, diga lá o que quer dizer, – responde ele, não isso Tó, queria-te mostrar aqui uns segredos, do tempo que passo aqui sozinho!, então mostre lá, foi quando ele, abre lá uma gaveta, e tira uns livrinhos de BD, e mostra-me um e diz se quiseres levar leva lê e depois trás, mas eu curioso, deixe-me dar só uma vista de olhos. O cabeçalho era assim, – Tios e sobrinhos- , arregalei logo os olhos, mas não fiz espantado nem conhecedor, mas disse a história deve ser engraçada!!! Ao qual me respondeu, adorei lê-la, mas tu leva e lê com calma, e depois comenta, e assim foi. Acabamos a visita, despedimo-nos e na semana seguinte lá fomos outra vez.

A história da Tina voltou acontecer mas agora com mais piripiri, mas fica para depois eu contar.
Se não servir para a expor no vosso site, digam-me alguma coisa.

Cumprimentos
António Semedo

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