A Triste História do Meu Saco e Outras Humilhações

Olá, me chamo David, tenho 30 anos e quero compartilhar o meu azar para levar tantos chutes no saco. Tudo começou ainda criança e lembro do primeiro trauma.

Tinha 5 anos quando minha tia e eu costumávamos fazer uma brincadeira, em que ela ficava sentada segurando minhas mãos e eu pisava nos pés delas para me levantar e ficava descendo e subindo, eu adorava essa brincadeira até o dia em que escorreguei e uma de suas pernas subiu com tudo bem entre as minhas pernas e me acertou o primeiro chute no meu saco, além da dor física, ainda teve a humilhação da minha irmã, Roberta, que se contorceu de tanto rir, e pelo o que notei ela adorou a nova descoberta sobre o ponto fraco dos meninos.

Quando eu fiz 7 anos estava brincando com minha irmã e minhas primas e elas diziam que não estavam conseguindo me derrubar no meio da brincadeira, e minha prima Mariana começou a me fazer cócegas, daí a Ana, irmã dela, começou a me fazer mais cócegas e eu comecei a perder o equilíbrio e elas gritavam para a minha irmã e a Flávia, minha outra prima.

– Derruba ele, vai! Flávia me puxou pela camisa e tentava me derrubar sem sucesso, então minha irmã se sentou no chão atrás de mim e esperou até eu abrir um pouco mais as pernas e levantou a pé em cheio me acertando os ovinhos cobertos só pela cueca, me fazendo cair. Enquanto isso, minhas primas ficaram murmurando algumas reações de espanto e tentando segurar o riso, enquanto minha irmã ria vitoriosa com toda sua superioridade feminina e em desenvolvimento. Depois disso, o próximo atentado sofrido pelas minhas bolas não foi pela mesma autora da última vez, cerca de três anos depois, quando eu tinha 10 anos, dessa vez foi jogando bola, em uma pelada com colegas da vizinhança formado por meninos e meninas.

Eu tinha acabado de terminar meu tempo, eu saí do campo e fui pro banco, e uma colega, Larissa, estava com a bola, eu estava em pé olhando o jogo, descansando e desviei o olhar um instante para beber água e fiquei totalmente vulnerável, não percebi a disputa de bola e Larissa chutou com tudo e eu caí de tanta dor. Todos começaram a rir, até mesmo ela que tinha chutado o bolão nas minhas bolinhas pequenas e frágeis, alguns gritavam, “olha o omelete pessoal”, “ai meus ovos”, “esse aí morreu”, e que vontade de morrer, fui pra casa porque não aguentava mais jogar e nem as risadas, só pensei na minha irmã e como era bom ela não estar lá.

Passei uns dias sem sair de casa e minha mãe perguntou por que eu não estava mais indo bater bola. Quando pensei em dar alguma desculpa, minha irmã já sabia da história e contou que eu estava com medo de fazer outro omelete, ela viu minha cara de constrangimento e contou a história pra minha mãe enquanto ria e debochava da minha cara.

Já a minha mãe riu e disse que era bobagem, mulheres não entendem essa dor, além do fato de que foi assim que ela botou meu pai para fora de casa, com um chute no saco e segurando uma faca dizendo que ela nunca mais seria pai novamente se não fosse embora. Alguns meses minha irmã, sempre perversa e superior a fragilidade genital masculina, resolveu aprontar novamente contra mim, ela ficava agachada no corredor ao lado da porta do banheiro enquanto eu estava prestes a sair do banho. Não havia ninguém em casa além de nós dois e ela ficou como uma predadora pra dar o bote.

Assim que eu abri a porta do banheiro e dei o primeiro passo para fora senti uma dor terrível, vindo de um golpe certeiro que me atingiu o saco, foi tão preciso que senti o ovo direito sendo pressionado contra a virilha pois o meu ovo esquerdo fica um pouco mais recuado atrás do direito, a dor foi forte, não cheguei a cair, mas a toalha caiu e fiquei tão zonzo que andei cambaleando até o quarto, enquanto isso a perversa da minha irmã ria e me batia um pouco na bunda com a concha de alumínio que ela usou para arrebentar meus ovos, mas dor foi tão grande que me joguei na cama, não deu pra ficar em pé, enquanto eu segurava o saco ela ria. Eu fiquei deitado por uns cinco minutos e sem me mexer muito, ela ia até o quarto e perguntava se eu estava melhor, e eu dizia que já estava melhorando, quando me recuperei e tirei a mão do saco, fiquei de barriga pra cima e nu, ela veio na minha direção e eu já fui cobrindo minhas joias, ela sorriu dizendo que não iria bater mais agora, me ajudou a levantar e disse.

Que pintinho pequeno esse aí. Durante toda a minha vida nunca tinha ouvido falar sobre isso. Pela primeira vez alguém tinha falado que meu pinto era pequeno e começou a rir disso. Fiquei constrangido e me cobri, perguntei como ela sabia disso, e ela disse que o pinto do nosso primo Neto era maior, que ele era menor do que eu, mais novo e mesmo assim o pinto parecia ser do tamanho do dedo médio dela, enquanto o meu parecia o mindinho do pezinho dela. Depois eu nunca mais fiquei nu na frente dela ou da minha mãe, nem mesmo da minha tia com quem tinha costume de trocar de roupa na frente dela, mas elas não acharam estranho, já estava prestes a fazer 11 anos, então ninguém ligou.

Ela manteve a brincadeira malvada dela de me acertar na saída do banheiro, algumas vezes com soco, outras com a colher de pau e outras com o chinelo, mas depois de algumas vezes eu já saia do banheiro protegendo o saco então ela parou.

Mas as perversidades da minha irmã continuavam, ela contava sobre o tamanho do meu pinto, e parece que quanto mais as pessoas sabiam mais os meus colegas da rua e da escola comentavam sobre o quanto o pinto cresceu, falavam sobre os pelos pubianos e o tamanho do pau, diziam que já estavam com 13 cm duro, 14cm, 15 cm, etc.

Foi assim até os 13 anos, ela convencia meus primos a trocarem de sunga na minha frente, realmente o pau deles era maior que o meu, e eu ia todo constrangido pro banheiro me trocar, e eles perguntavam por que eu não trocava de sunga ali mesmo e ela ficava olhando e rindo da minha cara. Resolvi medir para saber quanto media meu pinto, pra minha decepção me deparei com 4 cm, fiquei tão chateado que mal consegui deixar duro, tentei pensar na Brenda B, uma colega por quem eu já tinha maior tesão na época, 13 anos e já era uma delicinha, rostinho de princesa, quando minha estimulação funcionou veio outra decepção, me deparei com meus míseros 8 cm. Certo dia em um intervalo, minha irmã viu que eu estava paradão olhando para a Brenda B e ela chegou por trás, já sabendo sobre o meu complexo e depois de espalhar para alguns amigos sobre o meu pintinho, puxou minha calça de uniforme com cueca e tudo fazendo a Brenda se deparar com uma piroquinha ridícula pendurada no meu púbis, a Brenda e suas amigas se acabaram de rir olhando aqueles 4 cm encolhidos, a minha princesa ficou vermelha pois antes da humilhação ela chegou a trocar um olhar comigo, deve ter percebido meu entusiasmo, e as suas amigas riram da minha cara enquanto diziam que parecia de bebê, já o demônio que morava dentro da minha casa se vangloriava de mais uma humilhação que me causou.

Não só estava desmoralizado diante da menina que eu gostava, mas logo se espalhou por quase todos que eu conhecia na escola, fiquei com raiva pois passaram a me chamar de “pirrolinha”. Tempo depois eu estava esperando minha mãe, minha irmã me chamou pelo recém apelido e a melhor amiga dela, Brenda H (não a minha Brenda B, e sim outra Brenda, que era outro demônio igual a minha irmã, falavam muito palavrão, falavam de putaria, não sei dizer qual das duas era o péssimo exemplo pra outra, ou simplesmente se completavam, mas acho que a Brenda H era pior, pois dizia que já tinha chupado o pau de um cara da escola) começou a dizer tchau pirrolinha.

Me enfureci pois já estava cheio daquilo e chamei ela de vagabunda, ela ficou enfurecida e veio na minha direção e disse. – Do que você me chamou pirrolinha? Eu a confrontei, pois não ia deixar uma menina babaca que nem ela continuar me humilhando, mas eu esqueci quem é o sexo frágil e respondi na cara dela.

– Te chamei de vagabunda. Aquela minha voz de pré-adolescente que já estava ficando mais grossa logo virou um falsete digno de Celine Dion, a Brenda me colocou no meu lugar pois acertou uma bicuda certeira com o seu all-star, na frente de todos os outros colegas que esperavam pelos pais, logo eu não era só mais o pirrolinha, eu era o quebra-nozes, a mãe da Brenda viu e disse bem feito, pois a filha não é vagabunda, e na próxima vez ela deveria me capar. Depois de um tempo entrei na aula de karatê, achei legal e depois de alguns treinos comecei a lutar, não usava protetor pois os colegas sempre tinham cuidado com golpes baixos, sempre tentávamos acertar a cabeça para marcar o Ippon, mas um dia uma garota chegou aos nossos tatames, bem agressiva, corpulenta, pernas grossas e como eu era o pior da turma me colocaram para lutar com ela, eu a subestimei e fiquei provocando ela, não sei se foi vingança, mas ela me acertou um chute de baixo pra cima, pude ver em câmera lenta a sua perna subindo na direção das minhas bolas, acertou em cheio com a canela, nunca na minha vida tinha recebido um chute tão forte.

A luta parou e não deu mais pra mim, não consegui pedalar e empurrei a bicicleta até em casa. Aos 15 eu estava tentando ensinar minha irmã a lutar, estávamos ficando mais velhos e mais unidos e maduros, mas 15 anos não é suficiente para amadurecer, eu disse que não valia chute no saco, mas ela disse OK, mas quando estava “apanhando” no nosso treino ela me acertou um SOCO vocês sabem onde, pressionando meu ovo direito contra a virilha. Ela só disse.

– Só não vale CHUTE né! Pelo menos não foi tão forte ao ponto de me derrubar, mas fiquei curvado novamente para a sua superioridade e só pude responder. – Tempo. Enquanto eu perdia o ar. – Desculpa maninho, disse ela rindo e ajudando a me recompor, pelo menos estava mais bondosa. Aos dezessete tentei aprender Muay Thai, fiz amizade com uma garota bem gostosinha, Talita, dois anos mais velha, super gente boa, mas tinha namorado. Mesmo assim eu não cansava de olhar para aquela bunda gigante e musculosa, acabei na friendzone, maior cabação doido pra comer uma buceta pela primeira vez.

Ela ficava ainda mais gostosa quando treinava de short legging, com o pacotão rachado. Uma vez fui treinar só com ela, estava com raiva do namorado e me chamou pra gastar umas energias, pensei que era minha chance, fui todo animado. Pra finalizar nosso treino, topei uma trocação rápida, no meio da luta mais um acidente, ela tentou me acertar um chute girado no estômago e a perna foi um pouco mais embaixo, quando eu vi ela girando e ficando de costa pra mim me deu até um tesão, mas quando completou o giro seu calcanhar espremeu meu ovo direito contra a minha virilha, e novamente, outra pancada que pegou só no ovo direito, mais uma vez só esse ovo sofrido sentiu todo o impacto, e dizem que é pior, pois quando a pancada atinge os dois é melhor distribuída, assim os dois sofrem, mas sofrem menos, o que não ocorre quando a pancada é só em um ovo. Fui direto pro chão, perdi o ar, Talita era muito cavala, além de muay thai e capoeira ela fazia musculação, levantava 290 kg no treino de perna. Um novo recorde havia sido batido e foi batido no meu ovo direito, aquele foi o chute mais destruidor que senti no meu saco e foi totalmente recebido por um ovo só. Perdi todo o ar, fui ao chão imediatamente e demorou meia hora para me recuperar, mas ainda bem que eu contava com uma amiga muito carinhosa, e cuidadosa, me pediu mil desculpas e me arrumou um anti-inflamatório e um analgésico, enquanto eu me recuperava uma coisa me fez esquecer da dor, o cabação aqui ficou deitado na coxa dela e recebendo carinho, pra um fracasso total com mulheres e dominado pela irmã mais nova era uma sensação de consolação muito grande. Mas a Talita ficou de boa com o namorado babaca e duas semanas depois estava noiva, e sim, eu fui lá ver ela casando e eu fiquei na mão de novo. Aos 19 anos ainda era cabaço, e cansado de tanto bater punheta, resolvi ir até a BR pagar uma puta, arrumei uma puta barata e feia já que eu não tinha dinheiro para uma GP de luxo, meu pau já estava com 11 cm duro, não era mais míseros 8 cm, só que ainda era pequeno, e a puta resolveu tirar sarro, ela pegou com os dedos, tipo fazendo uma pinça, e começou a falar.

– Ah pequenininho. Na hora perdi o tesão e comecei a discutir com ela, disse que ela não passava de uma vagabunda de estrada, ela ficou furiosa e aproveitou que eu ainda estava com a bermuda arreada e me agarrou o saco com muita força, a puta tinha uma pegada forte, e eu fiquei rendido e mansinho, pedi desculpas pra ela, mas ela apertou mais e começou a chamar as outras, me deu uns tapas na cara e apertava meus ovos enquanto as amigas chegavam, elas começaram a me bater e disseram que se eu não desse meu dinheiro todo eu iria sair dali sem meus ovos, eu pedi por favor pra não fazerem isso e eu iria embora, aí ela puxou ainda mais e colocou um canivete bem no meu saco e disse, eu vou cortar, enquanto as outras me seguravam e uma delas colocou outro canivete no meu pescoço, aí eu falei.

– Pode pegar o dinheiro, eu não volto mais, desculpa. Ela colocou a ponta espetando meu ovo esquerdo e eu senti uma dor aguda e berrei um pouco. Ela disse. – Vou é cortar esse teu pinto. Eu pedi por favor que não fizessem isso, eu falei que era virgem. Aí elas começaram a rir da minha cara. A puta que segurava meus ovos disse. – Acredito, quem vai querer se sentar numa coisinha ridícula dessa se não for pagando. Aí eu pedi pra ir embora de novo, e nunca mais eu voltaria, mas ela disse que eu só ia sair depois de perder o cabaço, enquanto apertava bem em cima do meu ovo direito, já que ela segurava com a mão esquerda e espetava meu ovo esquerdo com a ponta do canivete.

Fiquei sem entender, ela disse que não queria minha piroquinha, mas que eu iria perder o cabaço. Foi aí ela perguntou se eu gostava de rôla, e eu respondi que de jeito nenhum. – Pois hoje tu vai experimentar. Fiquei sem entender, mas logo ficou claro. – Poliana. Disse ela chamando uma das putas que respondeu com uma voz meio grossa. – É teu, se dirigindo para a tal Poliana.

O traveco subiu o vestido e baixou a calcinha e já veio batendo punheta e colocando um preservativo, a puta olhou pra mim e disse. – Bem maior que o teu né. eu queria gritar por socorro, mas colocaram um pano na minha boca e a puta segurava meu saco com o canivete e a outra com o canivete no meu pescoço. Me colocaram de quatro e o traveco pediu o lubrificante, mas a puta falou que ia no seco mesmo, que não iria desperdiçar lubrificante com um merda que nem eu. Senti o pau grosso do traveco na beira do meu cu, foi um dor horrível, só o que elas ouviram foi um grito fino e abafado pelo pano na minha boca, o traveco empurrou a rôla mais um pouco e começou a entrar, foi aí que me debati e elas começaram a rir. Doía muito, não só no cu, mas a puta apertando meu ovo direito também. O traveco gozou, e quando eu pensei que tinha acabado, havia mais 4 que também pra me estuprar, foram duas horas de tortura. Depois me obrigaram a beber a porra delas.

Apesar de ter implorado, foi em vão. Quando pensei que iam me liberar, a puta disse para eu ficar de quatro, ela me acertou um baita chute nas minhas bolas. Fiquei agonizando enquanto elas fugiram. Com esse trauma de prostitutas eu nunca mais fui atrás disso e tentei me garantir em conquistar as mulheres no papo, mas sempre que eu estava quase lá, minha irmã convencia as mulheres a não me darem a buceta, sempre falava do meu pinto ou inventava outras mentiras, para as mulheres desistirem. Só acabou quando me mudei de casa aos 23 e me livrei daquele encosto. Consegui a primeira namorada e fomos assistir a irmã mais nova dela numa partida de futsal, estava lá assistindo e um fantasma do passado voltou pra me assombrar.

Uma das meninas pegou a bola perto de mim e tentou driblar a adversária com uma embaixadinha e depois chutar a bola por cima, ela pegou de mal jeito e tomei uma bolada bem nos ovos. Todos do ginásio começaram a rir, por sorte era só um evento escolar com pouca gente.

Mas fui embora de lá. Depois tive minha segunda namorada, ela era muito brava, e eu sempre fui submisso. Na primeira briga séria que tivemos ela me agarrou o saco e disse que ela quem manda. Terminamos quando ela me pegou na cama com uma colega do cursinho. Me pegou na cama eu estava de costas para ela comendo a minha colega que estava de quatro. Nisso minha namorada aproveitou, me acertou um chute tremendo bem de surpresa, minha amante se assustou e logo vimos o que era, eu fiquei me contorcendo de dor enquanto minha amante estava assustada e tentando me proteger.

Depois de um tempo arrumei outra namorada, a irmã dela era insuportável e não nos demos bem. Tive uma discussão feia com a irmã dela depois de uns meses de namoro, sua irmã se irritou tanto que me deu um chute no saco e fiquei caído na cozinha da casa delas.

Outro dia estávamos na piscina e a sobrinha da minha namorada estava aprendendo a nadar comigo, me distraí por um segundo e virei na direção dela quando ia começar a nadar. Minha namorada, suas amigas e peste da irmã dela estavam todas olhando. Foi aí que a sobrinha dela foi bater os pés para nadar e o calcanhar me acertou em cheio nas bolas. Minha namorada tentou me ajudar, as amigas ficaram chocadas e minha cunhadinha adorou o ocorrido.

Um ano depois eu estava ajudando minha namorada a preparar uma surpresa para uma de suas amigas.

O combinado era eu dar um susto nela e mostrar o presente, ela pensou que era um assaltante em casa se virou naquele escuro e me deu uma canelada tremenda nos meus países baixos. E esse foi o último chute que levei.

Leia mais contos de humilhações

Compartilhe com seus amigos:

1 comentário em “A Triste História do Meu Saco e Outras Humilhações”

Deixe uma resposta