A universitária dos sonhos

Essa história é sobre a primeira vez com a minha universitária dos sonhos, aquela que faz qualquer homem ficar louco com aquele corpo real e escultural.

Pois bem, me chamo Marcos (fictício), alto (1,80), 90kg e malhado. Conheci essa mulher gostosa na faculdade, como vim de transferência, fiquei meio perdido no começo, mas me recordo que nos primeiros dias de aula aquela mulher me chamou atenção, pele bem clara, cabelos longos e escuros, 1,70 de altura, deveria pesar uns 50kg, uma bunda “aparentemente” pequena, seios grandes, uma boca carnuda, mas muito tímida, reservada na dela, chamaremos ela de Kátia.

Por intermédio de um amigo, consegui me aproximar de Kátia, mas ela sempre me evitava, apenas me classificando como “amigo”, isso me instigava ainda mais a descobrir como era aquela mulher na cama, até que depois de muito tempo e conversa, consegui contornar a fera, até me surpreendendo, pois partiu dela que eu dormisse em sua casa, uma vez que eu morava muito longe e dependia de transporte.

Ao chegar na casa dela, confesso que fiquei preocupado, pois jamais tinha ficado com ela e já estava praticamente indo para o abate, se ela desse para trás, eu estava perdido naquela situação.

Entretanto, ao abrir o portão, estava ela, toda produzida, parecendo que ia para uma balada, como era inverno, estava com aquelas calças legs, bem colada, bota e apenas uma blusinha que mostrava o bico do peito extremamente saltado. Logo, pensei “opa, viagem eu não perco”…

Sentamos na cama e começamos a conversar para quebrar o clima, papo vai, papo vem, tomei a iniciativa de levantar e puxar ela pelo braço, já dando aquele beijo que deixou meu pau duro na hora; porém, ela se revelou, me empurrou na cama com tudo que cai de costas.

Nisso ela foi tirando a calça, uma mulher branca feito neve, com uma calcinha de renda, preta, virava de costas para mostrar a parte de trás que era composta por um lacinho. Naquela altura eu estava doido naquela mulher, mas para minha surpresa, não era a tal bundinha que aparentava, mas uma chapa de uma bunda, volumosa, daquelas que pedem um belo tapa e que as calças do dia a dia escondiam.

Não contente em me arrebentar só com a parte de baixo, ela tira a blusa e mostra o conjunto preto que usava como sutiã; meus caros, era muito, muito peito que mal cabia naquele sutiã, cintura fina, um espetáculo. Um corpo de dar inveja na mulherada, de dar agua na boca, até mulher pegava.

Ela me olhando com uma cara bem safada, me pergunta “gostou?” eu gaguejava, mal conseguia sair um “sim” da minha boca. Para ajudar, ela pega um laço de cabelo e faz um rabo de cavalo, ao terminar ela não demora e já cai de cara na minha calça, abre meu zíper, nem mesmo me deixando tirar toda a calça e já mete a boca no meu pau, com uma vontade absurdo. Nesse momento meu pau já estava explodindo, percebi a reação de surpresa dela quando o bicho saltou para fora, pulsava a um milhão.

Kátia chupava deliciosamente, molhando ele de ponta a ponta, enquanto mexia nas minhas bolas com uma mão, batia punheta enquanto chupava, eu ficava louco, melhor era quando ela tentava engolir tudo e engasgava, olhava para mim e sorria com cara (eu vou conseguir).

Depois de alguns minutos eu praticamente segurando pra não estourar a champanhe, ela só chega a calcinha pro lado e senta. Kátia estava extremamente molhada, aquela safada se molhou só de me chupar, estava quente, era profunda. Quicava no meu pau muito e olhava pra cima.

Aqueles peitos enormes ia vazando do sutiã de tanto que pulava, quando saiu todo, percebi o tão grande era, branco, aureola grande, bico saltado, uma perfeição, esse era o nome.

Percebi que naquela frenética ia gozar, quando a tiro de cima de mim e jogo na cama, tirei aquela calcinha e pude ver aquela buceta depilada, toda molhada e gozada, cai de boca e ela se contorcia na cama, empurrando minha cabeça para dentro. Até que Kátia gozou na minha boca, que néctar era aquele? Que mulher era aquela?

Subi por cima e levantei aquelas pernas pro ar, naquele momento meu pau doía de tanto tesão, ia explodir, enfiei com tudo na buceta dela, o famoso frango assado virou Kátia assada, ela gritava literalmente, e gozava, aquilo me deixava louco, ainda mais ela dizendo “isso, isso, aí, aí, vai me arromba que estou gozando”.

Antes mesmo dela pensar em respirar, a virei de costas e puxei pra ficar de 4, ela olhou bem pra minha cara e disse “fode”, meus caros, eu entrei com tudo, sem pensar duas vezes com aquela gostosa de 4 pra mim, aquele rabo delicioso.
Peguei naquele cabelo dela e puxei, ela deu um gemido seguido de uma gozada, deu mais força pra continuar, nas bastasse isso, ela me diz “bate que eu gosto”. Aaaahh chegamos ao ápice, pois eu espancava aquela raba.

Por fim, enquanto eu metia nela de 4, a safada vinha de encontro nas minhas metidas e dizia “que delícia, goza nessa buceta”, eu nem pensei duas vezes, foi uma das melhores gozadas que tive.

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