A Universitária se graduando nos cinquenta tons.

Me chamo Marcos e ela se chama Kátia. Depois de algumas matadas de aulas para transar com Kátia, percebi que que nos dávamos muito bem na cama. Em um dia desses estávamos assistindo o tal “cinquenta tons de cinza” e, percebi o tão entretida aquela safada ficava, os olhos nem piscavam, foi aí que bolei um plano que consistia em “dominar aquela safada”.

Cheguei em casa depois do fatídico dia e revirei meu quarto e todos os cômodos da casa atrás de instrumentos que poderiam ser adaptados para dominação, pois não tinha nenhuma possibilidade de sair comprando e montando alguma estrutura luxuosa. Além disso, pesquisei em site, blogs e tudo que era meio possível sobre o assunto. Depois de tudo arquitetado, chamei Katia para vim em casa.

Ela tinha acabado de sair do serviço, aquele dia estressante, usava o seu uniforme, uma camisa social de botões, seus peitos enormes pareciam que iam explodir aqueles botões, uma calça social que a deixava uma delícia, sua bunda grande apertava toda calça, imagino que muitos ficavam na torcida esperando ela arrebentar com tudo.

Sugeri tomarmos uma ducha, no banho virei ela de costas e fui esfregando seu corpo, beijando seu pescoço, roçando meu pau na sua bunda deliciosa e lentamente tocando sua bucetinha com meus dedos, que apesar de sua dona ter um dia cansativo e estressante, dava sinais de que eu seria a salvação daquele dia. Logo, Kátia disse:
– Agora entendi o porquê você me chamou aqui hoje né, mas não sei se dou conta, estou cansada e estressada.
– Sem problemas querida, deixa comigo que vou cuidar de você direitinho.

Terminamos o banho e antes dela adentrar no meu quarto eu disse: “se confia em mim, coloca essa venda”. Ela meio assustada e sem entender o que se passava, aceitou.

Uma vez vendada, peguei seu corpo e fui guiando até minha cama, que é uma box e eu a levantei para transformar a cama em uma estrutura de dominação, colocando cordas que havia comprado em todo lugar. Amarrei ela de costas mesmo, podendo perceber o sorriso safado naquela boca carnuda. Mas ao mesmo tempo, ela se demonstrava ofegante, preocupada, tensa, ansiosa para saber o que eu estava aprontando.

Será que era somente nós ali? Será que teria outra mulher? Outro homem? O que eu iria fazer com ela?

Vendo ela naquela posição, amarrada pelos pulsos e tornozelo, comecei a passar minha cinta bem de leve no seu corpo, ela não sabia ao certo o que era aquilo, até a primeira açoitada que dei naquela puta, que me respondeu com um gemido de prazer. Repeti novamente, com um pouco mais de força, ela gemia mais. Fiz novamente e ela me disse “aí delícia, bate mais que eu gosto”.

Coloquei o dedo na bucetinha daquela puta, estava em chamas, ela estava molhadinha para todo lado. Parei e peguei uma pedra de gelo, chupava a pedra e lambia o corpo dela, a vagabunda se contorcia toda, tentava se soltar, mas estava presa. Desci a boca naquela buceta em chamas e comecei a chupar com força, ela gemia muito e se contorcia ainda mais, “aí aí, aí, que delícia, isso, não para” até gozar na minha boca.

Puxei ela pelo cabelo e disse “está gostando né sua piranha”, ela me respondeu “muito, põe a mão na minha buceta, estou gozando pernas abaixo, seu gostoso”, foi aí que fiquei por uns 2 minutos quieto, sem reação, só admirando aquele corpo preso e gozado, eu sendo o dono daquilo, mas Kátia começou a ficar inquieta, aquela puta mexia as pernas querendo rola, desesperada sem saber o meu próximo passo. Foi quando puxei aquele cabelo e no seu ouvido disse “me aguarda que já volto para terminar o serviço”. Diante disso, sai do quarto deixando a porta aberta e ela ficou lá, presa e mirabolando várias coisas que poderiam acontecer.

Ao voltar, fiquei bem quieto, como havia deixado a porta do quarto aberta, ela nem percebeu minha chegada e com o pau batendo lá no teto, nem pedi licença, só preguei naquela buceta, e ela gritou “aaaaiiii que isso, quem está aí, que delícia, meti, vai meti”. Nesse momento, ela não queria saber o que estava acontecendo a sua volta, vendada ela só queria rola e eu socava forte, com gosto só para ver ela molhando meu pau de tanto que gozava.

Desamarrei aquela piranha da cama e algemei seus braços para trás, coloquei ela em outro colchonete que havia deixado no canto do quarto, ali de quatro para mim; já dei um puxão no cabelo e comecei a meter, ela gritava “ai, ai, ai, bate, bate em mim e me fode gostoso” e eu seguia à risca o pedido da universitária que estava se graduando em ser dominada.

Por fim, enquanto estava metendo nela, quis ousar e comecei a passar o dedo no cuzinho dela, aquele botão me chamava e notava que a cada passada a Kátia gemia e gozava mais (essa história irá se desenrolar em outro conto, aguardem).

Para terminar, antes de gozar, virei aquela puta algemada, coloquei ela de joelhos e apertei seu pescoço, dei um tapa na cara dela, que por sinal retribuiu com um sorriso mais safado que o primeiro, não aguentei e gozei ali mesmo…

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