Casal Hétero

CONFIDÊNCIAS 1
Meu pseudônimo aqui será Picasso. Sou branco, de altura tenho 1,70mt. Magro, simpático e louco por sexo. Na adolescência era viciado em pornografia e nas Playboy. Levava até na mochila pra escola. Masturbação era uma hábito, acho que não somente meu, mas de todo adolescente com o tesão a flor da pele. Não podia observar uma mulher bonita na rua, na TV ou na revistas, que a vontade era logo de correr para o banheiro.

Os anos se passaram e depois de algumas aventuras pela vida, casei com uma morena linda, magra mas nem tanto, da minha altura, das coxas grossas e do sorriso mais lindo que já até hoje. Sempre lhe falo que suas coxas me deixam louco, fico babando por elas. Ela tem uma bundinha empinada e redondinha que adoro acariciar. Isso é outra coisa que me deixa louco de tesão. Sua bundinha macia. Tenho 15cm de pau, com uma cabeçona grande e bastante grosso. Não sei ao certo quanto tem de largura. Nunca medi. Nem sei como faz. Como sou banco e não gosto de pegar sol, minha esposa diz que meu pau é rosinha, a cor dele. Ela diz que fica assustada toda vez que a gente vai fazer amor gostoso. Pois, segundo ela mesma diz, que não sabe como consegue aguentar esta pica toda enfiada nela, de tão grossa que é. E acha ele bem grande o tamanho. Na bem da verdade, eu e meu irmãos, todos nós temos um mastro bem avantajado entre as pernas. E eu aprendi a usar ele, de uma forma, que não me satisfaço, enquanto a mulher não goza com ele enterrado nela. Gosto vê a mulher que está sendo devorada por mim gemer de prazer. Ela diz que nunca foi comida por uma pau maior que o meu, e o principal, nem mais gostoso que o meu. Já a fiz gozar numa noite só, três vezes. No outro casamento anterior dela, ela nem sabia o que era gozar.

Mas o caso que irei relatar se trata de um sonho, acho eu, de quase todo homem. Certa vez tive de viajar e passei dois meses longe de casa. Nunca tinha ficado tanto tempo, depois de casado, sem nossas longas e perfeitas noites (ou manhãs, ou tardes, ou madrugadas, para nós não havia tempo ruim) de amor e prazer. Desde que nos casamos, nossa vida sexual foi sempre cheia de momentos de prazer e descobertas inesquecíveis para nós como casal.

Por exemplo, já saímos na rua de moto, e ela colocava as mãos dentro da minha calça me punhetando, só cobrindo pela jaqueta. Em outras ocasiões, eu pedia para ela colocar uma saia bem oportuna e sem calcinha para o momento e a colocava para pilotar a moto e, como eu ia atrás grudado nela, a fazia sentar em meu cacete duro. Afastava o short de lado, já preparado para a ocasião, e ela sentava bem gostoso em meu cacete duro e grosso. Pilotando e rebolando, saíamos a nos divertir. Parava a moto num local sem movimento, escuro, colocava a moto no tripé, e enrabava a morena com gosto. Quando a fui ensinar a dirigir carro, sempre parávamos em alguma rua deserta e fazíamos amor bem gostoso, ainda que com bastante medo de que alguém nos visse. Mas era muito gostoso. Já transamos no quintal de casa, a céu aberto, onde uma lateral do terreno ainda não era murada, só para sentirmos a adrenalina de alguém nos surpreender no ato, de sermos pegos com as calças nas mãos.

Ligava para ela todo dia, mandava nudes, ela retribuía da mesma forma. Fazíamos chamada pelo zap, a gente se masturbava um olhando para o outro no outro lado da câmera. Era muito louco. Meu pau, só de lembrar dela, já ficava babando, escorrendo e melando a cueca de tesão. Quando estava assim, fazia vídeos, mostrando o pau chorando e enviava a ela que ficava louca, subindo pelas paredes.

Então, diante da situação resolvi investir numa tara minha. Num desejo que tinha, mas que ainda não tínhamos alcançado este nível sexual. Como estávamos muito tempo sem se tocar, sem se pegar e vivíamos a falar sacanagens um para o outro, para estimular o tesão, e para que o outro pudesse se masturbar imaginando a cena inventada. Comecei a falar a ela que quando a visse, quando a tocasse, e quando tivéssemos nossa primeira noite de amor ao retornar, gostaria de comer seu cuzinho. Ela nunca havia me dado, eu nunca havia pedido, mas agora queria. Precisava arrombar seu cuzinho e sentir ele latejando na cabeça de meu pau grosso e cheio de tesão.
No inicio ela assustou. Disse nunca ter feito. Adorei saber que ela era virgem do cuzinho gostoso. Antes disso, eu mordia sua bundinha, lambia seu rego, beijava e passava a língua no cuzinho lubrificando. Mas como já sabia que ela não gostava de tocar no assunto de sexo anal, ficávamos somente nisto.

Pra minha surpresa, minha tática deu certo. Fui amansando ela aos poucos. Tanto que dias antes de nos vermos e eu retornar, ela já me ligava e dizia que estava doida para dá o cuzinho e saber o que eu iria fazer com ele. Dizia que só tinha medo de doer. A tranquilizei e disse que tomaria todo o cuidado para não a machucar. Iria meter gostoso nesse rabinho e matar meu desejo.
Continua…

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