Estuprada pelo pai da minha melhor amiga

Já estava tudo programado. Eu combinei com a Larissa, uma amiga minha, que nós íamos nos encontrar na casa dela para fazermos um trabalho de literatura. Era para entregar no fim do mês, mas como tinha que apresentar e adicionar alguma arte, tipo poesia ou música, bem a gente tinha que definir ainda.
Na verdade a gente ia ficar no quarto assistindo vídeos no YouTube, conversando, rindo. O trabalho só ia rolar em cima da hora, é sempre assim que acontece. Fazer trabalho escolares é uma boa desculpa para minha mãe deixar eu sair de casa, ela não deixa muito porque eu só tenho 18 anos.

Estuprada pelo pai da minha melhor amiga – Contos Eróticos
Enfim…eu ia direto da escola para casa da Lari, eu ia junto com ela, mas ela faltou na aula… Passei mensagens a manhã inteira e ela nada de responder.
Então eu tive que ligar para minha mãe para ela ir me buscar e me deixar na casa da minha amiga.
Minha mãe, claro, foi resmungando dizendo que essa história já começou errada.
Eu, para acalmar ela e para não estragar os planos, disse que tudo ia dar certo.
Acho que a Lari faltou para arrumar tudo para a gente, com isso fiquei mais ansiosa.
Nao demorou muito e chegamos.
Mamãe perguntou se eu queria que ela fosse a até a porta comigo e a minha resposta foi ” É CLARO QUE NÃO “, mesmo assim ela ficou olhando até o momento que eu entrei.
Quem atendeu a porta foi o pai da Lari, eu não me lembro o nome dele, só o conheço por pai da Lari.
Falei para ele que ia fazer um trabalho da escola, ele me olhou de um jeito estranho, pensei que ele ia dizer que a Lari não estavam casa, mas é logo sorriu e disse que eu podia subir para o quarto dela e ainda me perguntou se eu sabia onde era. Eu acenei e fui correndo para o quarto.
Abri a porta com tudo, já pensando em pregar um susto nela, só que o quarto tava vazio. Até pensei que ela tinha ouvido eu chegar e se escondeu para me assustar também, a gente é boba assim mesmo.
Olhei debaixo da cama, nada. Estava olhando no guarda roupa, quando ouvi a trava da porta abrir, me virei e já ia dar uma bronca nela, só que quem eu vejo é o “senhor pai da Lari”
– Oi, pensei que a Lari ia estar aqui. Onde ela foi? *Eu perguntei confusa
– A minha filha acordou com dor de garganta hoje de manhã, minha mulher deu remédio, mas não melhorou e teve que ir no médico depois. *Ele falou me olhando de cima a baixo.
– Ela vai demorar? Você disse que eu podia subir…* meu olhar foi direito para a porta, ele estava passando o trinco. Fiquei assustada, mas eu tinha quase certeza que não ia acontecer nada. O que ele podia fazer?
-Ô gatinha, eu pedi pra vc subir porque eu ja estava me sentindo sozinho.* Nisso ele se aproximou e alisou me cabelo, começou a fazer carinho no meu rosto…
-Mas se ela for demorar eu não vou poder esperar…
– Calma aí bebê, senta aqui um pouquinho. Daqui a pouco ela vai chegar.
Ele me sentou no seu colo, eu senti uma coisa dura na hora , é lógico que eu sabia o que era aquilo.
Tentei ficar calma para ganhar tempo, ele passava a mão na minha boca, no meu peitinho, eu nem tenho muito ainda, e voltou alisar meu cabelo.
-Que cabelo grande vc tem, parece cabelo de princesa. * Nisso ele pegou uma grande mecha e enrolou no pulso, puxando de leve. – A princesa gosta? * Ele perguntou cheirando meu pescoço, dando alguns beijinhos e mordendo a minha orelha devagar.
Eu me esquivava, mas ele me segurava com mais força.
-Qual o seu nome gatinha? * Eu não respondi e ele passou o meu cabelo em volta do pulso de novo e puxou com mais força
– Aaai é Barbara* Falei meio brava
-Ah, Babizinha… Já ouvi falar de você gatinha. Eu sei que vc é uma menina muito especial* Ele enfiou a mão dentro da minha calça e começou a cutucar a minha bucetinha e cheirar meu pescoço forte.
– Babi, tu é muito gostosinha, pequena.
Ele me soltou para tirar a blusa e foi nesse momento que eu levantei e corri..
Ouvi ele rindo atrás de mim, não consegui chegar nem na escada, ele me pegou e me levou de volta pro quarto.

– A putinha quer brincar? Que tal brincar de garota comportada?
– Por favor me deixar ir, eu juro que eu não conto nada para ninguém
– Contar o que? Ainda não tem nada para contar e o tio só vai fazer carinho

Ele tirou a minha roupa. – Eu tenho um tesao nesse uniforme… Mas prefiro vc assim peladinha. * Nisso ele abocanhou meu peito e chupou com vontade, sua mão desceu pra minha bucetinha e começou a me dedar.
Doía tanto o dedo dele forçando lá, como também doía ele me sugando meu peito. Ele parecia descontrolado. Se afastou um pouco e riu.
– Sabe que eu adoro uma moleca branquinha, é só encostar a boca que já fica toda vermelhinha, olha esse peito, parece duas cerejas.
Quanto mais eu toco em vc, mais vc fica gostosinha.
– Eu tirei sua roupa vc quer tirar a minha? * Eu fiz que não com a cabeça, querendo chorar e com raiva ainda.
Ele já estava sem a blusa e tirou o short com cueca e tudo. O pau dele pulou para fora duro, grande, muitooo grande e fiquei olhando assustada.
-Tá gostando bebê? * Virei o rosto para o outro lado e ele puxou me rosto de volta.
– Faz um carinho aqui, faz… * ele enfiou aquela coisa na minha mão e se esfregou nela, gemendo, eu nem queria olhar. Saia uma baba do pinto dele, aí ele segurou o pau e passou e volta dos meus lábios como se fosse um batom.* Fazia isso é ria.
– Olha eu vou colocar na sua boca, mas vê se não morde coisinha brava. É só pensar que é um pirulito.
Ele botou na minha boca e começou enfiar, indo e voltando. Ele empurrou com mais força, quase engasguei.

Estuprada pelo pai da minha melhor amiga – Contos Eróticos
– Vai safadinha, que delicia de neném.
Tentou enfiar dois dedos em mim, mas eu fechei as pernas, aí ele me jogou na cama abriu minhas pernas e me chupou, ele babava na minha xaninha dizia que era deliciosa , que quase não tinha pêlos, ele encostou a língua até no meu cuzinho.
Essa parte tava ficando gostoso, eu nem queria que ele tirasse a boca de mim, até empurrava minha buceta na cara dele.
– Isso mesmo amor, deixa rolar. É mais gostoso.
Eu estava toda molhada, babada, ele dizia que assim ia ser melhor. Rapidinho ele se ajeitou e apontou aquele pau então enorme para minha bucetinha. Eu tentei levantar na hora e pedi por favor porque ia doer, ele nem ligou, disse que quando mais rápido ia ser melhor.

Ele voltou a apontar seu pinto em mim ficou alisando a cabeça na entrada e sem eu menos esperar ele entrou com tudo, pense na dor. Não resisti e chorei mais e mais, tentando empurrar ele e quanto mais eu tentava tirar ele de cima de mim, mais ele enfiava .Ele começou a bombar forte e me xingava

– Vai putinha gostosa, que buceta quente e apertada. Como é gostosa…vai Lari.
* Nessa hora eu olhei bem nos olhos dele, ele me chamou de Lari e bem nessa hora ele gozou., caindo todo suado me sufocando com seu peso

Minhas pernas estava dolorida, aliás o meu corpo todo estava.
Passou alguns minutos e ele se levantou, sem olhar para mim pediu que eu me vestisse e que eu já podia ir embora. E foi o que eu fiz, fiquei com medo dele querer fazer tudo de novo e sai o mais rápido possível.

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