O meu ex-sogro

Meu nome é Maria Fernanda. Este é o meu décimo sexto conto.
Sou morena, olhos e cabelos castanhos curtos, 49 anos, divorciada, sem filhos, enfermeira profissional de nível superior, boca carnuda, seios grandes e volumosos, com 1,77 m de altura, coxas grossas, bunda grande e quadril largo. Tenho os grandes lábios vaginais bem desenvolvidos, assim fico com uma pata de camelo que não consigo disfarçar, para alegria dos homens.

Moro sozinha, na zona oeste de São Paulo e trabalho num hospital particular também na zona oeste.

Faz aproximadamente três meses que num final de tarde de domingo recebi um telefonema do meu ex-sogro. Ele mora em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, tem 68 anos, é viúvo e é um dos advogados tributaristas mais conceituados do interior paulista, advoga para empresas multinacionais, além de ser professor universitário naquela cidade.

Ele me disse que precisava vir até a Capital para uma reunião urgente com o Diretor Jurídico de uma empresa cliente, na terça-feira seguinte e que deveria voltar na quarta-feira para Ribeirão. Me perguntou se poderia ficar no meu apartamento, pois queria me visitar e já havia um bom tempo que não nos víamos. Embora seja divorciada mantenho um excelente relacionamento com o meu ex-marido e com a família dele. Respondi que seria um prazer recebe-lo. Combinei com o Dr. Rogério recebe-lo na segunda-feira, no final da tarde.

Na segunda-feira trabalhei na parte da manhã e às 16 horas fui para casa para receber o meu ex-sogro. Ele veio de avião de Ribeirão e de táxi ate o meu apartamento. Chegou por volta das seis horas da tarde.

Nos cumprimentamos num forte abraço e beijos. Ele é um velhote bem conservado, queimado do sol do interior, alto com quase 1,80 m, vestia um elegante e bem cortado terno azul marinho. Levei ele até o quarto e disse para ficar à vontade. Tomou banho e voltou para a sala de bermuda e camisa polo. Me entregou um presente: duas latas de doce de leite de Minas Gerais e três garrafas de vinho branco chileno.

Um pouco mais tarde preparei um jantar simples, mas bem caprichado e jantamos bebendo um bom vinho tinto, preferido dele.

Fomos para a sala e ficamos conversando. Observei que o meu ex-sogro não tirava os olhos das minhas coxas, pois eu estava usando um bermuda curta, bem como dos meus peitos, pois costumo ficar sem sutiã em casa. Fingi que não notei.

Perguntei se ele pretendia se casar novamente, depois de quase 4 anos viúvo. Ele respondeu que as mulheres não querem ficar com um idoso para tomar conta, embora ele tenha uma excelente saúde. Ele disse que já havia mais de seis meses que não saia com uma mulher para jantar, mesmo sem qualquer compromisso.

O que me chamou a atenção foi que em um dado momento ele se levantou para ir tomar água na cozinha e eu pude perceber um bom volume sob a bermuda dele. O velhote safado tinha ficado de pau duro, enquanto conversava comigo o sofá. Lá pelas dez horas fomos dormir.

Na terça-feira, logo cedo ele veio tomar café, vestindo um elegante terno e gravata. Não perdeu a oportunidade de dar uma boa olhada na minha bunda grande e na minha pata de camelo, sob o meu uniforme de enfermeira. Fomos dos dois trabalhar.

Voltou para o apartamento lá pelas sete e meia da noite e foi tomar banho. Vestiu outra bermuda, bem esporte, branca, com cordão e elástico na cintura e uma camiseta azul. Eu estava com uma bermuda curta e apertada que fica socada na minha buceta e camiseta branca, sem sutiã, como de costume.

Eu havia preparado um macarrão com molho de pimenta e jantamos tomando o vinho branco que ele me deu de presente. Depois do jantar ficamos na sala tomando vinho branco gelado e batendo papo.
Novamente ele não tirava os olhos das minhas coxas e dos meus peitos grandes. Continuamos a conversa da noite anterior e eu disse que as mulheres eram umas bobas, pois não sabiam que estavam perdendo um bom partido, pois ele estava muito bem conservado, era um homem bonito e que com certeza seria um homem que não deixaria faltar nada daquilo que uma mulher precisa. O pau dele, de novo, estava, visivelmente bem duro, sob a bermuda.

Creio que animado pelos meus elogios e pelas várias taças de vinho, num dado momento e colocou a sua mão grande e macia no meio das minhas coxas. Ele ficou ali passando a mão delicadamente nas coxas. Eu deixei. Depois beijou delicadamente o meu pescoço e ficou ali sentindo o meu cheiro, beijando minha orelha e a minha nuca. Deixei ele continuar me beijando, até porque estava muito gostoso. Bem devagar coloquei a mão na bermuda e pude sentir a pica totalmente dura. Corria o boato em Ribeirão que ele era bem dotado. Era fato.

Ficamos assim um bom tempo. Puxei a bermuda dele e soltei aquela pica grossa, cabeçuda e cheia de veias. Comecei delicadamente a bater uma punheta bem lenta naquela rola dura. Ele então meteu a mão nos meus peitos soltos sob a camiseta. Senti a pica crescer na minha mão. Levantou a camiseta e começou a beijar, chupar e lamber os meus peitos, principalmente os bicos, deixando bem lambuzados. Enfiou a lingua na minha boca e chupou a minha feito um tarado.

Acabou de tirar a bermuda dele, abriu o zíper da minha bermuda e meteu a mão na minha buceta por cima da calcinha. Ficou bolinando a buceta por cima da calcinha, até sentir que ela tinha ficado toda molhada.

Depois disse bem baixinho no meu ouvido: tira essa calcinha e essa camiseta, meu anjo. Eu tirei e ele ficou ainda com mais tesão ao me ver nua. Lambia e apertava os meus seios. Enfiou dois dedos na buceta e ficou nessa brincadeira safada um tempão.

Já toda molhada de tesão, eu disse: VOCÊ SEMPRE TESÃO POR MIM, NÃO É VERDADE? MESMO QUANDO EU ERA CASADA VOCÊ NÃO TIRAVA OS OLHOS DA MINHA BUNDA, VOCÊ SEMPRE QUIS COMER A SUA NORA, SEU SAFADO. QUER FUDER GOSTOSO ESSA MINHA BUCETONA. VOCÊ JÁ BATEU UMA PUNHETA PENSANDO NA MINHA PATA DE CAMELO? VOCÊ FICA DE PAU DURO SÓ DE PENSAR EM MIM SÓ DE CALCINHA. VOCÊ QUER ESPORRAR BEM GOSTOSO NA MINHA BUCETA. VOCÊ JÁ METEU E GOZOU EM OUTRA MULHER ´PENSANDO EM MIM? EU SEI QUE VOCÊ FICAVA COM TESÃO QUANDO ME VIA. SEU TARADO.

Ele respondeu: É VERDADE, EU SEMPRE QUIS DE COMER, SUA VADIA. EU JÁ BATI MUITA PUNHETA, PENSANDO NA SUA BUNDA. EU JÁ GOZEI EM OUTRA MULHER FINGINDO QUE ESTAVA GOZANDO NA SUA BUCETA. EU QUERO FUDER A SUA BUCETONA. QUERO METER A PICA INTEIRA NA SUA BUCETA DE PUTA SAFADA. QUERO GOZAR E ESPORRAR NA SUA PATA DE CAMELO. QUERO FAZER VOCÊ PEDIR MAIS PICA. EU AINDA BATO PUNHETA PENSANDO EM VOCÊ, SUA VADIA GOSTOSA. HOJE EU VOU TE COMER BEM GOSTOSO, SUA PIRANHA BUCETUDA.

ME DEITOU NO SOFÁ E METEU DE UMA SÓ VEZ NA BUCETA. ESTAVA DOIDO DE TESÃO, METIA COM FORÇA, ENFIAVA A PICA INTEIRA ATÉ O SACO ENORME BATER NA BUCETA. DEPOIS DE ME FUDER DURANTE UM BOM TEMPO, PAROU, SENTOU NA MINHA BARRIGA E DISSE: AGORA VOCÊ VAI CHUPAR BEM GOSTOSO ESSE CARALHO, SUA VACA. PEGUEI AQUELE CARALHO LAMBUZADO E DURO E CHUPEI COM GOSTO. BATI PUNHETA, CHUPEI AS BOLAS E O SACO GRANDE DAQUELE VELHOTE SAFADO E TARADO. ELE METIA GOSTOSO NA MINHA BOCA.

COM UM TESÃO ENORME ELE VOLTOU A ME FUDER. TOMA SUA PUTA, SUA SAFADA, TOMA PICA NESSA BUCETONA E METIA ALUCINADO PELO TESÃO DE TANTO TEMPO.

EU PODIA SENTIR O PAU LATEJANDO CHEIO DE PORRA. ELE AUMENTOU O RÍTMO DA METIDA E GRITOU: EU VOU GOZAR, EU VOU GOZAR, EU VOU ESPORRAR NESSA BUCETA SUA PUTA. GOZOU, GOZOU MUITO, SENTI UNS CINCO JATOS FORTES DE PORRA. FICOU QUASE DESMAIADO NO SOFÁ.
PELA QUANTIDADE DE PORRA DA GOZADA DELE, DEU PARA PERCEBER QUE, DE FATO, ELE NÃO DAVA UMA METIDA HAVIA MUITO TEMPO.

Descansou um pouco e disse que ia dormir, me deu um beijo bem carinhoso no rosto e foi para o quarto.

No dia seguinte, quando eu levantei, ele já tinha ido embora para o aeroporto. Na mesa da cozinha achei um cartão de visitas dele, escrito OBRIGADO, ROGÉRIO. Sob o cartão ele deixou outro presente, 10 notas bem novinhas de 100 reais cada.

Foi assim o meu reencontro com o MEU EX-SOGRO.

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