Comi minha cunhada lesbica – minha primeira transa com essa safada gostosa

Olá, tenho 21 anos e vou contar minha primeira transa com A minha cunhada….
Eu e minha cunhada sempre foi muito chegado, mas nunca pensei e nem imaginei fazendo Sexo com a mesma, por sempre respeita-la por ser minha cunhada, opção sexual etc…
Perdi as contas de tanta vez ela ficava de cueca box na minha frente e eu não pensava em muita coisa, e pra mim, nunca achei que daria em algo…
Ela tem 18 anos branquinha, linda, bundinha elevada e seios médios e aproximadamente 1.64 de altura…
Tudo começou no dia em que dormir na casa de Minha namorada. Acordei, e me deparei com a minha cunhada passando de calcinha pela porta do quarto, e a partir daquele momento percebi como minha cunhada era gostosa e meus pensamentos em comer a mesma, começou e não parou nunca mais…
Depois desse dia meu olhar pra ela era outro. Mas nunca tive a coragem de chegar na mesma, e nem mesmo sabia começar uma conversa pra dar em algo….
Certo dia, minha namorada saiu com a Minha Sogra e sogro.
E acabei ficando sozinho com a minha cunhadinha.
E pensei, tem que ser agora….
Fiquei meio sem saber o que falar pra começar a fazer a mesma sentir algo….
Entramos em diversos assuntos aleatórios, ate que entramos na parte de sexo, comecei a falar das minhas transa com a sua irmã. E por incrível que pareça, ela se interessou..
– Como meu quarto é do lado, as vezes escuto vocês se madrugada
– serio? Nunca iria desconfiar que você ouvia- sim, eu escuto. Mas nunca comentei com a minha irmã!
E como vi que estava entrando num clima bom, fui direto ao assunto
– Quanto tempo você esta sem transa?
Ela surpresa, respondeu:
– Desde que terminei com a minha ex, por que essa pergunta, em??
– Nada, só curiosidade. Porque como você escuta nós de noite, imagino que da vontade de querer fazer também!
Ela em choque, respondeu:
– Fazer com vocês, esta ficando louco?
– não, você entendeu errado. Somente fazer sexo mesmo haha
– entendi, então. Sinto vontade sim, acho que qualquer um sentiria.
– realmente, acho normal!
Mais pra frente entrando no clima, resolvi dar a cartada final e perguntei:
– você já teve relação com algum homem?
– não, nunca tive e nem tenho vontade, e pelo meu passado também, creio que a minha irmã tenha te falado sobre . E também homem não sabe fazer direito e blablabla (aqueles papos que as mulhere Lésbicas geralmente possuem)
-Sim, ela contou…E sobre nós homens, como você sabe? Já provou,esta mentindo pra mim, cunhada?
– Não estou. Mas é o que dizem
– Então você está falando sobre o que disseram pra você. Creio que você deveria provar, só acho
Depois disso vi que ela fechou um pouco a cara, conversa terminou e ela foi para a sala assistir filme.
Meu coração estava batendo muito rápido,por medo dela contar para a irmã sobre nossa conversa.
Mas não desistir, fui na sala e comecei q assistir também. E resolvi dar o bote de vez
Cheguei nela e deitei minha cabeça nas coxas dela e disse: faz um cafuné cunhada (era normal da nossa parte fazer carícias um no outro, mas nunca ouve nada demais)
depois de um tempo, resolvi fazer cafuné nela e como já estava pensando na maldade comentei..
– Vai querer só o cafuné? Se quiser faço uma massagem, igual faço na sua irmã. Aproveita que hoje estou de boa…
– Ta bem. Estou precisando de uma mesmo!
Fui correndo pegar o creme, pedi para a mesma virar de costa e comecei a massagear…
Minha cunhada estava adorando, aquele era o momento. Então pedi e comecei a massagear suas pernas gostosas e subir para a coxa. Então disse para virar de frente. Ela estava de short jeans e blusinha curta que me deixava com mais tesão…
Então ai resolve atacar de vez
– sabe cunhada, percebendo agora não sabia que você era tão gostosa
– o que é isso?
– desculpe, mas realmente você esta me deixando louco. Esse teu corpo, não tem igual
– Cunhado….
– Não quer ter a certeza se homem transa bem ou não?
E já fui passando a mão na sua bucetinha por cima do short…
– Só vai ser uma transa. Ninguém vai ficar sabendo…
E comecei a beija-la já tirando sua blusinha e depois caindo de boca nos seus peitinhos…
– para, melhor a gente parar. Não quero fazer isso com a minha irmã e estou com medo de fazer por traumas passado e você sabe disso
– se já chegamos ate aqui, vamos até o fim meu amor. Sua irmã nunca vai saber se não falarmos a ela. E pode ficar tranquila, tudo vai ocorrer normalmente. Se você pedir para eu parar, eu paro..
E começamos novamente. Ate tirar toda a roupa e me deparar com aquela buceta branquinha e cair de boca, só ali já estava realizado….
Chupava sem parar, olhava para a cara dela de assustada e me deixava com mais tesão ainda…
– agora você é a minha putinha, vou te comer do jeito que eu quiser…
E e abri as pernas dela devagarinho e fui colocando só a cabecinha, ela em choque não falava nada e mas percebi que estava gostando. Então fui aumentando a velocidade, meu pau entrando e saindo daquela xota lisinha e molhadinha fazia um encaixe perfeito…
– Não era você que ficava acordada de madrugada só pra escutar eu e sua irmã metendo sua vagabunda. Agora toma pica, toma….
Já estava preste a gozar e coloquei ela de quatro e disse, agora vou te meter com tanta força que você vai se arrepender de ter dito que homem não faz direito…
Aumentei o volume da televisão, deixei ela empinada e comecei. Batucava ela com tanta força que o sofá chegava a te se mover..
– quer que eu pare?
– Não, mete mais (e deu mais uma gemida)
Ali percebi que tinha minha cunhadinha só para mim
Não estava aguentando por muito tempo nas posições, a carinha de novinha com medo e tesão me deixava loco…
– vou deixar minha porra todinha nessa bucetinha, quero ver ela escorrendo e descer nesse seu cuzinho…
Finalizei tudinho na ppk dela, a melhor gozada da minha vida…
– Eae, tem a mesma opinião ainda? Pode pedindo desculpa para mim, vai, minha putinha
– desculpe, cunhado. Nunca mais vou duvidar.. Você foi uma delicia!!!
– é isso ai, a partir de agora você é a minha putinha. E vou te comer sempre que eu quiser, entendeu?
E assim é meu primeiro conto para vocês. Continue comendo ela sempre que possível…
Se quiserem, conto mais a vocês. Abraço!

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