minha esposa, o meu amigo e minha fantasia

Peguei a minha esposa e fui logo abraçando e beijando o seu rosto com muita excitação. O meu amigo se assustou com a minha atitude, mas ficou parado sem demonstrar nenhuma reação. Ela não entendendo o que estava acontecendo tentou me afastar e apertei cada vez mais o seu corpo. De repente, levantei o vestido dela e deixei as suas nádegas expostas para ele ver. Com os olhos fixos na bunda dela, perguntou o que eu estava fazendo.

A minha mulher, demostrando constrangimento, tentou me empurrar com uma mão e com a outra abaixar o vestido, mas continuei segurando o corpo dela e falei para os dois que a minha fantasia era vê-los se amando e transando na minha frente. Os dois ficaram embasbacados com a minha fala. Continuei falando que há anos sonho em realizar essa minha fantasia e que ficaria muito feliz se os dois se tornassem amantes. Ele continuou olhando para a bunda dela e ela já não estava fazendo muita força para se soltar. Então, ele perguntou para ela se gostaria de entrar nessa fantasia. Ela me beijando com carinho virou para ele e disse que gostaria muito de ser possuída por outro homem e já que eu estava permitindo não via nada demais de se entregar para ele.

Diante da aceitação deles, soltei a minha esposa e afastei até uma posição que possibilitasse contemplar todos os instantes daquele momento louco. O meu amigo se aproximou da minha esposa e, de forma bastante carinhosa, colocou as suas mãos em seu rosto, aproximou os lábios dos lábios dela e começou a beijá-la com sofreguidão. Fiquei estupefato com a facilidade com a qual ela se entregou. Aquele momento pareceu uma eternidade. Naquele canto, extasiado de tesão, assistia os dois se beijando e se abraçando como dois amantes que há muito se amavam. Querendo mostrar para ela o quanto se achava másculo e querendo me impressionar, segurou-a pelas nádegas e levantou-a feito uma criança, colocando-a em seu colo. Ela, pega de surpresa por aquele impetuoso garanhão, dá uma chave de pernas em volta de seu dorso, abraça-o com mais vigor ainda e continua beijando-o loucamente. Não aguentando mais aquela situação, me aproximo dos dois e sem falar nada vou puxando o seu vestido até a sua cabeça, ela se afasta um pouco, levanta os braços para facilitar o meu trabalho. Que cena maravilhosa! A minha esposa só de calcinha e soutien sentada nos braços do meu melhor amigo. Não perdendo tempo, ele pede a ela para tirar o soutien. Ela retira os braços do seu ombro, sem demonstrar nenhum receio de cair e tira aquela peça de roupa deixando os seios totalmente à mostra. Num movimento brusco, mas cheio de tesão, ele levanta o corpo dela até deixar os peitinhos dela na altura dos seus lábios. Antes de chupá-los, ele fica admirado com os bicos enormes e durinhos dos seios dela. Ele a enche de elogios e fala comigo que eu tenho uma mulher maravilhosa, com um corpo fantástico e os seios mais lindos que já vira. Como um bezerro desmamado começou beijando, mordiscando e chupando os seios dela até coloca-los alternadamente em sua boca. Ela que adora ser chupada, coloca e tira os seios na boca dele e ficou dizendo que nunca havia sido chupada daquela forma. Enquanto ele se deleitava as mamas de minha esposa, pedi para ele segura-la pela cintura e fui tirando a calcinha dela. Assim, que ele sentiu a calcinha caindo em seus pés, voltou a coloca-la sentada em seus braços. Aos poucos, ele foi abrindo os braços, até segurar a bunda dela pelas mãos, abrindo as nádegas e deixando o cuzinho bem aberto e todo disponível para ser explorado. Com uma das mãos, sem parar de chupar os peitos dela, me dá um sinal para aproximar e brincar com aquele lindo orifício. Sem pestanejar, me aproximei, encostei a minha língua na portinha daquele cuzinho maravilhoso e lambi, chupei e enfiei lá dentro. O meu amigo sabia o quanto eu era doido com aquele buraquinho e para facilitar abria sem dó as nádegas dela. Ela gemia, falava que estava se sentindo toda aberta, mas ficava gritando para que eu não parasse. Ele falou que também queria chupar aquele buraquinho e, sem falar nada comigo, levantou-a ainda mais, colocando a vagina dela na sua língua, enterrando-a toda dentro de sua gruta peluda. Ela foi a loucura. Esperneava, gemia, gritava dizendo que agora ela era dele e que queria repetir aquele momento pelo resto da vida. Ele tirou a língua da vagina dela, pediu para que eu a segurasse pelas costas e abriu as suas pernas ainda mais até alcançar o seu cuzinho. Dominado de êxtase, colocou a língua no cuzinho dela e com uma maestria impressionante enfiou-a dentro do cú dela como se fosse um pênis. E ficou revezando, chupando e enfiando a língua ora no cuzinho ora na buceta.

Depois de mostrar o quanto ele era forte e conseguia segurá-la, pegou ela carinhosamente e a colocou no sofá. Sem dizer uma palavra, ela tirou a camisa dele, desabotoou a calça e tirou-a num instante. Confesso que fiquei admirado como os olhos dela brilhavam contemplando o pau dele por baixo da cueca. Ela virou para mim e disse que pênis dela dava uns três do meu e ficou agradecendo por aquele momento maravilhoso. Ela começou a beijar o pau dele por cima da cueca, segurando e apertando com paixão. De repente, puxou a cueca e com um sorriso safado colocou a língua na ponta daquele pau enorme. Como se fosse um picolé ficou lambendo e mordiscando o caralho do meu amigo por longos instantes. Depois de muitos minutos, colocou a cabeça dentro de sua boca e ficou chupando. Tentou coloca-lo todo dentro da boca, mas acabou dizendo que era muito grande e que não daria para engolir aquela vara toda. Todo carinhoso com ela, segurou a sua cabeça e falou que colocaria até onde ela deixasse e que o mais importante é vê-la satisfeita e realizada. Ela virou para mim e disse que era assim que um macho deve tratar a sua fêmea. E, mais uma vez, eles ficaram um tempão naquele movimento. Ela engolindo aquela vara até a metade e ele estocando com vigor dentro da boca dela.
Continua…

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