Um Show de Vizinha – Capítulo 1

Essa história aconteceu quando eu tinha 18 anos. Morava num pequeno prédio de apartamentos. Uma noite, estava em meu quarto estudando, e de repente comecei a ouvir uns gemidos vindos do quarto de um casal, que ficava bem na frente da minha janela. Minha imaginação ficou a mil, e minha curiosidade fez com que eu apagasse a luz. Para ter uma visão melhor, abri minha janela bem devagar, e subi até alcançar o muro de tijolos vazados que separava nossas áreas de luz..

A cortina estava aberta, e a janela tinha aquele vidro fosco, então eu só podia ver as formas dos dois corpos nus na cama do casal. Ela estava deitada de costas, e ele, com a cabeça no meio de suas pernas, com certeza fazia sexo oral na esposa, que gemia e suspirava longamente, curtindo aquele carinho em sua xoxota.

E eu só podia imaginar o que estava acontecendo, pois só via os reflexos dos corpos se movimentando. Depois de algum tempo, vi que o marido magro subiu na esposa gordinha e ouvi um gemido mais profundo, indicando que ele a estava penetrando. As imagens dos dois se misturaram, dava pra ouvir bem, pois eles não se importavam em gemer cada vez mais alto, até que percebi que estavam gozando..

– Ai, amor, que delícia, não para não, quero gozar gostoso… Aiiiiiiiiii, to gozando…
Eu gozei junto, numa das punhetas mais gostosas da minha vida…
Passei a observar todos os dias, já que eles transavam umas duas ou três vezes por semana, sempre seguindo o mesmo “roteiro”. Nunca percebi alguma variação tipo ela chupando o pau dele, ou ele a comendo por trás, nada.

Um dia de muito calor, deixaram a janela entreaberta, e da minha posição pude ver tudo, sem ser visto, até porque o espelho da cômoda refletia bem a imagem da cama em que eles estavam transando. Vi como ele começava acariciando e beijando os seios fartos da esposa, enquanto ela passava a mão suavemente pelos seus cabelos, costas e nádegas. Depois, as suas mãos desciam até a xoxota peluda da esposa, abrindo caminho para sua boca, que logo estava ali, lambendo e chupando seu clitóris, que ela chamava de “grelinho”.

– Aiiiiiiii, bem, chupa gostoso meu grelinho, deixa eu loquinha de tesão.
Vi também como ele era obediente… Quando ela ficou com muita vontade, foi só pedir.
– Vem amor, vem pra dentro de mim…
Aí ele subiu, enfiou o pênis na vagina dela, e ficou em cima, sugando seus mamilos, enquanto ela subia e descia o corpo com as pernas, levando o marido junto. Cada vez mais louca, ela se agitava toda, até o gozo final… Depois, eles ficaram um tempo parados, até que ele saiu, talvez para ir ao banheiro, e ela se sentou em frente ao espelho. Fiquei com um baita tesão ao vê-la penteando os cabelos longos, apreciando suas costas largas e chegando nas curvas das nádegas e no início do rêgo. Em sua homenagem, bati mais uma deliciosa punheta.

Até que num dia de janela e cortina mais abertas, por causa do calor, fiquei tão distraído vendo os movimentos do casal, que nem percebi que ela havia me visto, pelo espelho, e, quando nosso olhares se cruzaram, ela apenas sorriu e não falou nada para o marido, que já estava por cima, metendo. Quando terminaram, se levantou e, veio fechar a cortina e a janela, bem devagar, dando tempo para que eu visse seu corpo de frente, os seios volumosos e firmes, a barriguinha redondinha, e a buceta bem marcada, com seus pelos negros. E ainda sorria para mim, de um jeito que me deixou louco e confuso…

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