Endereço Errado

Era o meu primeiro dia de estágio. Estava todo arrumado, camisa social novinha, sapato lustrado, cabelo cortado, preparado pra começar naquele escritório de contabilidade, em que trabalharia durante anos.

Entrei no prédio – um edifício corporativo todo espelhado em que todos os andares eram corridos, sem salas, próprio para empresas de médio e grande porte – e apertei o 12º andar no elevador. O problema é que o andar do escritório era o 11º e eu distraído como sou, acabei me confundindo.

De início, estranhei bastante. Havia um barulho insuportável de obra, homens cortando madeira, instalando drywalls, mexendo na parte elétrica, enfim, um cenário bem diferente de uma firma de consultoria contábil.

Um rapaz jovem, mais ou menos da minha altura – 1,75cm – magro, mas bem definido e com uns braços fortes próprios de quem trabalha pesado, de olhos negros e um sorriso bastante safado veio até mim:

– Você não se confundiu de andar não? Todo mauricinho assim, pra aqui pra obra que não veio!

O salão gargalhou. Eu, timidamente, respondi:

– Acho que eu confundi o endereço, eu vou pra firma de contabilidade, vocês sabem onde é?

O garoto passou a mão pela meu rosto liso e branquelo e falou no meu ouvido, enquanto apertada minha bunda com a outra mão:

– Com essa vozinha, esse jeitinho frágil, magrinho, rosto bonitinho, loirinho de olhos de verdes, você me dá um tesão da porra. Queria meter nesse cuzinho.

Eu respirei fundo. Estava com maior tesão no cara. Era o tipo que eu pegaria se encontrasse numa boate, ou num cruising bar, mas ali, procurando o endereço do escritório…

Não deu muito tempo pra pensar. Outros caras começaram a perceber o movimento e se aproximarem. O moleque já tava quase que pondo a pica pra fora e que pica! Quase vinte centímetros, razoavelmente grossa, meio torta pra esquerda, enfim, um convite para que eu mudasse de ideia.

Não falei nada, só me ajoelhei e comecei a brincar com a jeba do cara. Ele sorriu e botou ela pra fora, momento que eu a abocanhei. Outros quatro caras: um careca, um pouco mais velho, negro, bem dotado, dois novinhos morenos que pareciam gêmeos e um peludo meio barrigudinho botaram seus pintos pra fora também.

Não me afobei, chupei o moleque com calma, engolindo aquele caralho imenso, chupando suas bolas e engolindo um pouco daquela babinha deliciosa dele. Enquanto isso, ele ora segurava minha cabeça, ora empurrava contra a minha garganta, e eu, guloso que sou, chupando com vontade.

Depois veio o careca. Botou a pica com tudo na minha boca, enquanto me chamava de putinha. O moleque veio por trás de mim, desabotoando minha camisa, enquanto mordiscava minha orelha e falava que ia arrombar meu cuzinho, que, a essa altura, já piscava forte.

Chupei o careca gostoso, enquanto ouvia seus urros de prazer. Os outros caras se masturbavam, ansiosos pela vez de serem mamados. Enquanto isso, o primeiro desabotoava a minha calça, me deixando pelado no meio do andar.

Chegou a vez dos gêmeos. Eles vieram juntos e botaram suas picas na minha boca: duas de uma vez. Ora chupava um, ora chupava o outro, ora botava as duas picas na boca. Ao mesmo tempo, era encochado, sentindo aquela jeba de 20 cm se esfregando contra o meu buraquinho.

Veio o último e de maior pica. Quando ele enfiou ela na minha boca eu me engasguei. Porque além do tamanho descomunal do caralho, foi logo naquele momento que o meteram no meu cu, que estava ainda apertadinho.

– Relaxa e rebola no meu pinto, porra. Quando eu perguntei se você tinha errado de andar, você já tava de olho na minha pica, então agora aguenta.

Obedeci. Enquanto ele estocava forte, me fazendo gemer de dor e prazer, o outro batia com a pica na minha cara. Não demorou muito, eu a engoli de novo, mas sem me engasgar. Era pica no cu, pica na cara, picas ao redor esperando a vez de me foder e eu louquinho de prazer, num momento em que eu devia estar chegando no trabalho – ainda bem que eu estava bem adiantado.

Pouco tempo depois, veio o careca e começou a meter. Ele ia mais devagar, com movimentos mais suaves, o que permitia que eu chupasse os outros com mais calma, afinal, a fila era rotativa e, do último, eu já voltada pro primeiro, que tinha acabado de me meter.

Quando chegou a vez dos gêmeos eu passei um sufoco. Queriam fazer DP, o que eu nunca tinha feito antes. O primeiro meteu devagar, acomodando a pica no meu cu, que já estava alargado com as duas anteriores. Quando entrou a segunda eu senti uma dor misturada com um calafrio que correu meu corpo todinho.

Gemi bastante no começo, mas a dor foi passando e ficou só o prazer. Por fim, a última e maior pica, que já não me dava medo, afinal, estava arrombado por uma DP. Nesse momento, decidi mudar de posição, pedindo para sentar na pica dele. Rebolei muito naquela jeba, até não poder mais, extraindo gemidos de gozo daquele urso barrigudo, enquanto os outros se masturbavam em cima de mim.

Não demorou muito, os gêmeos gozaram na minha cara, fazendo eu engolir a porra toda deles. O careca foi o segundo. O primeiro moleque olhou pra mim de pinto em riste e disse que só gozava no meu cu. Como no revezamento o último é seguido pelo primeiro, estava na vez dele de enterrar a vara em mim.

Ele me botou de quatro e começou a socar e bombar dentro de mim. Enquanto isso eu gemia e mastigava a pica dele com o cu, o que tirava dele bons gemidos e alguns palavrões de aprovação. Não demorou, comecei a sentir a velocidade aumentar, aumentar, aumentar, até que ele soltou um grito:

– Puta que pariu, caralho!

Nesse momento, senti um líquido quente – era o sêmen dele – cobrir todo o meu cuzinho, quente e leitoso. Eu virei de frente, e olhei para aquela pica ainda molhada e meio dura e abocanhei, terminando de extrair as últimas gotas do leite. Ele passou a mão pela minha cara, dando um tapinha de leve e mandando eu levantar.

Quando eu levantei, ele me deu um beijo longo, enquanto o último – que não foi o primeiro dessa vez – me pegou por trás e voltou a meter.

Ficamos só nos três ali, um me beijando na boca, quase que em agradecimento pela boa foda e o outro metendo sem dó no meu cuzinho, foi nessa hora que eu gozei.

Pouco tempo depois, senti meu cu cheio de porra de novo, o último dos pedreiros havia gozado no meu cu, terminando o gangbang e eu, já atrasado para o trabalho estava todo sujo e pelado.

Perguntei a eles se tinha um chuveiro por ali, quando apontaram um no final do corredor. O moleque que começou tudo me emprestou a toalha sob a promessa de eu voltar mais vezes, o que, é lógico, eu faria.

Pra minha sorte, o meu chefe também estava atrasado. Acabei chegando antes que ele, ainda que com a roupa um pouco amassada, e com pó de cimento, o que eu justifiquei, falando que cai perto de uma obra no caminho, obra em que voltei algumas vezes, depois desse delicioso gangbang.

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