Meu vizinho. A primeira vez a gente nunca esquece.

Minha primeira experiência com outro homem. Sou branco mas um pouco bronzeado do sol, tenho 1,78, olhos castanhos, corpo esportista e um pouco definido por ter trabalhado na fazenda do meu pai a vida inteira.

Quando completei 19 anos, me mudado para Uberlândia/MG para estudar e trabalhar. Fui morar em um conjunto de três kitnets, o local era bom, pequeno, em um bairro de de classe média alta. Minha kit era a última, ficava bem escondida, tinha de andar o final da garagem e fazer uma curvinha para chegar até sua porta. Tudo bem discreto.

Passado alguns meses, mudou-se para a primeira kit um cara de mais ou menos 26 anos, era de boa aparência, sempre muito educado e recebia diversas mulheres em sua casa, mas sempre ia um cara lá. Pensei “deve ser um familiar dele, afinal, esse tanto de mulher que vem ai…”

Passado alguns meses pegamos amizade e sempre bebíamos uma enquanto eu ou ele laváva o carros ou sentávamos na porta da rua para conversa.
Muito curioso, em uma dessas conversas perguntei como ele pegava tanta mulher, pois vinham muitas alí. Ele sorriu e disse que não era bem assim, que era somente amigas e que ele gostava de outra “coisa”. Naquela hora fiquei meio assim, mas perguntei se ele era gay, ele me confirmou e disse que não contava para todo mundo sobre isso, pois nem todas pessoas aceitavam. Nessa hora, sem nem perceber sorri e disse que curtia gay, ele sorriu e perguntou se eu também pegava caras. Fiquei sem saber onde enfiar a cara, mas desconversei, afinal, nunca tinha sequer passado isso pela minha cabeça, mas expliquei a ele que não tinha preconceito e que o respeitaria independente de qualquer coisa. Já éramos íntimos e ele falou em tom de brincadeira “ia te pagar um boquete agora, já que não é perdeu playboy”. Nessa hora eu fiquei mais sem jeito, fiquei todo vermelho. Mudamos e fui perguntar se aquele cara que sempre vinha ali era seu namorado, ele disse que sim, mas haviam terminado a poucos dias.Terminamos a conversa e fomos nos deitar, cada um em sua casa.

Quando cheguei, aquela oferta do boquete ficou rondando minha mente e quando fui banhar não aguentei, bati uma das melhores punhetas da minha vida imaginando ele me chupando e eu gozando em sua boca. Quando sai do banho, continuei com tesão, então resolvi pesquisar um pouco sobre porno gay pra ver como era. Que loucura, não tinha visto nada igual. No início foi estranho mas logo meu pau estava duro novamente e mandei mais duas punhetas.

Depois desse dia continuamos a conversar do mesmo jeito, mas eu sempre imaginava ele me chupando. Esqueci de falar que ele era branco, 1,75, físico de academia, cabelos e olhos pretos. Mas o detalhe que passou a chamar a atenção é que ele andava sempre de samba canção na garagem e a bunda dele era bem redondinha. Isso foi minha perdição, não parei mais de imaginar aquela bunda branquinha, sem pelos sentado no meu pau. O porno gay virou vício.

Um certo dia, cheguei da facu e estacionei o caro em frente a garagem e fui direto para o banho. Logo escutei meu vizinho batendo na porta e por coincidência do destino eu estava tocando uma pensado nele. Pensei em me vestir, mas não, o tesão me deu outra ideia hahaha. Fui só de toalha, ainda molhado e a segurei de forma deixar meu pau bem marcado. Quando abri a porta ele ficou sem graça e ficou manjando minha rola que estava “meia vida” mas bem grossa. Ele pediu que eu tirasse o carro da porta da garagem pois iria sair. Nesse momento falei para ele esperar que ia colocar uma roupa. Comecei a fechar a porta, mas deixei uma fresta que dava para ver bem dentro do meu quarto. Fui voltando para pegar a roupa, mas sempre na direção da fresta, pois sabia que ele estava olhando. Tirei a toalha ainda próximo a porta e fui nú. Quando fui colocar a roupa, peguei um desses shorts finos de jogar bola, sem cueca e, fiquei de lado para porta, me vesti e percebi ele olhando. Meu pau começou a endurecer, mas me segurei, afinal, era só para provocar. Fui lá, tirei o carro, mas a todo momento ele olhava pro meu pau, que insistia em ficar duro. Quando fui me despedir, perguntei se ele tinha gostado. Ele meio sem entender, perguntou do que eu estava falando. Sorri e disse que ele não parava de olhar pro meu pau. Ele ficou todo vermelho e saiu rindo sem falar uma palavra.

Depois daquele dia tive a certeza e arquitetei meu plano. Fiz da mesma forma, estacionei o carro na porta da garagem sabendo que ele ia sair. E ele foi até meu quarto pedir para tirá-lo. Como já o esperava, fiquei só de cueca box branca, daquelas menores igual de ator porno. Meu pau que já tava duro quando escutou ele batendo na porta faltou furar a cueca. Fui atendê-lo. Meu pau duraço, parecia ter aumentado uns 2 cm (meu pau tem um tamanho razoável, 19 cm, a grossura que chama a atenção, mas nessa hora eu estava com tanto tesão que pareceu ter mais de 20cm). Quando a porta se abriu, ele já parecia saber o que ia acontecer pois sorriu tão safado que já falei para ele entrar. Ele aceitou. Fui até a geladeira peguei umas cervejas e me sentei no sofá (era um quarto sala, uma cama de casal, um sofá de frente para a televisão). Ele sentou do meu lado e começamos a beber e ele nem falou do carro. Em determinado momento da conversa, simultaneamente, colocamos a mão próximo a virilha, um na perna do outro. Apertei e me apoiei para levantar. Disse que ia ligar a TV para colocar uma música. Estrategicamente deixei um filme porno pausado na tela, para que ao ligar a cena fosse a de um cara chupando o outro. Assim, aconteceu. Ele ficou me chamando de safado e eu joguei um “migue” que tava assistindo vários filmes pornos, e aquele eu devia ter baixado errado. Ele pediu pra que deixasse o filme tocando. Me sentei no sofá ao lado dele e aqueles dois caras se pegando na tela da tv. Na hora ele passou a mão no meu pau, ainda sentado do meu lado, abaixou minha cueca e começou a bater uma pra mim, também tirou pau dele para fora pegou minha mão e lá colocou, eu fiz o mesmo. Nós dois ali batendo punheta um pro outro. Peguei a cabeça dele e a levei em direção ao meu pau, a boca dele tava bem molhada que na primeira mamada meu pau já ficou todo molhado. Ele chupou muito gostoso e desceu para minhas bolas. Chupava tão molhado que senti a baba descendo até próximo do meu cu. Ele que não era bobo, desceu com a língua e foi direto no meu cuzinho e subiu chupando até chegar no meu pau. Não aguentei, urrei de tesão. Ele fez de novo, mas ficou lambendo meu cuzinho e logo começou a massagear em volta com os dedos.
Estava louco de tesão. Pedi que ele se levantasse deitasse de frente para mim no sofá, queria ver a cara que ele ia fazer quando meu pau entrasse tudo. Ele era muito putinha fez o que mandei. Coloquei a camisinha e comecei a pincelar aquele cuzinho, do jeitinho que imaginava, parecia até o dos filmes. Fui pus a cabeça, por ser a parte mais grossa (meu pau e mais grosso que um tubo de desodorante) e ele começou a gemer e me apertando pedindo para enfiar mais. Entrou tudo que deu. Nessa hora não tive dó, tirei quase todo meu pau para fora, ficando somente parte da cabeça e enfiei com tudo com força, ele urrava me mandava eu ir mais forte. Dei um monte de tapas em sua cara que chegou a ficar vermelha. O coloquei de quatro e da mesma forma, socada atrás de socada, os gemidos estavam cada vez mais alto e os tapas comia solto naquela bunda gostosa, até desenhar meus dedos nela. Depois me sentei e ele começou a cavalgar e foi aumentando a velocidade. Eu já não me aguentava, sentindo aquele pau dele roçar em mim e meu pau indo mais fundo dentro dele, falei que ia gozar e ele que fosse na boca. Rapidamente saiu de cima de mim e começou a chupar, ia tão fundo que sentia meu pau bater no fundo de sua garganta e por vezes o barulho dele engasgando. Não aguentei, gozei tudo que tinha direito e o que não tinha. Nunca tinha gozado tanto na vida e ele sugando tudo, mas deixou um pouco escorrer pelo meu saco, mas isso ele resolveu, lambeu meu cuzinho de novo e tirou toda porra que tinha ali. Ele ainda não havia gozado, mas seu pau estava para estourar, era menor que o meu, uns 16 cm. Ele disse que queria me comer, mas não deixei. Mas para compensar me ajoelhei e comecei a chupar ele, não sei como tive coragem, mas foi algo louco sentir aquele pau latejando na minha boca. Tentei chupar o mais fundo que consegui e em determinada hora que tirei da boca para pegar um ar ele gozou tudo na minha cara e peito. Aquele liquido branco e quente jorrando sobre meu rosto, meu pau tava quase duro de novo. Ele sorriu e perguntou se eu gostei, acenei com a cabeça que sim. Ele pegou o pau e começou a passar na minha cara e levar a porra pra mim boca, pedindo que eu limpasse. Terminamos e fomos banhar juntos. No banho ele me ensaboou e se aproveitou para enfiar o dedo em mim. Mas não rolou mais nada. Ele foi embora e eu banhei e fui para rua. Depois desse dia nossa relação não é mais a mesma, ele acabou voltando com namorado e eu continuo a levar umas amigas para minha casa. Nunca mais nos pegamos, mas sempre bato uma pensando nele e por vezes imaginado ele me fudendo. Digo, foi inesquecível aquele cuzinho quente no meu pau.

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