O inicio de tudo

Hoje tenho 30 anos, sou casado, tesão por mulher e fraqueza por um pau. Neste primeiro conto vou contar sobre minha(s) primeira(s) experiencia(s) com um primo meu, no auge da puberdade da adolescência.
Na época de férias escolares, eu e meu primo passávamos bastante tempo juntos, seja na casa da minha avó ou na minha própria casa. Nessa idade, como vocês sabem, as descobertas sexuais estavam a flor da pele, e em uma noite estávamos vendo TV quando começaram aqueles programas da BAND tipo Emanuelle, sem sexo explícito, mas que na época rendia várias punhetas.
Nessa noite, o tesão estava alto e decidimos bater punheta debaixo do edredom, olhando para a TV e inicialmente sem contato algum um com outro, afinal, ambos nunca tínhamos experimentado nada. Enquanto batíamos punheta, e o tesão crescia a cabeça, meu primo me desafiou a “ver” quem tinha o maior pau, e no meio de brincadeiras sobre quem teria o maior pau, resolvemos um pegar no pau do outro, e assim fizemos e sentimos pela primeira vez um pau de outra pessoa em nossas mãos. Nessa hora meu pau latejava na mão dele e o mesmo acontecia na minha mão, meu pau hoje tem 16 cm, não é fino, não é absurdo de grosso, mas proporciona bastante prazer na minha esposa. O pau dele naquele momento era mais fino que o meu e um pouco menor, mas na hora pouco interessava isso.
Tudo nessa idade se inicia por “brincadeiras”, e assim resolvemos brincar de fazer o outro gozar e começamos a punhetar um ao outro, até que mais uma vez tivemos uma ótima ideia surgida da necessidade de um pau que já estava seco: um lubrificar o pau do outro, e adivinha como? Chupando, assim iniciamos os nossos primeiros boquetes, hoje não lembro se fiz direito, ou muito menos se ele fez direito, só consigo lembrar do tesão que era chupar e ser chupado, até chegar no finalmente de encher a boca do outro de gala, delícia!
A partir daí tudo era motivo para começar uma punheta em dupla. Minha casa tinha piscina, e chamávamos amigos para brincar, e uma das brincadeiras favoritas era a de cabra-cega, onde um ficava vendado e este tinha que pegar os outros na piscina. O tesão era tanto que queríamos toda hora ficar vendados, pq enquanto estávamos sendo vendados, o outro ia para trás vendar, e essa era a oportunidade para pegar no pau escondido e bater uma punheta gostosa por vários segundos, e os amigos nem percebiam. A piscina era frequentada toda vez que a família estava fora de casa, era um tesão a mais tentar chupar debaixo d’água ou chupar na borda da piscina. Outros desafios como chupar pela madrugada enquanto todos estavam dormindo, ou chupar em outro cômodo enquanto estavam juantando ou vendo televisão era outros passatempos nossos.

Eu e meu primos ainda brincamos por alguns anos, se limitando a chupar o pau um do outro até gozar na boca. Anos mais tarde fomos nos distanciando e perdemos contato.
Tudo começou alí, e a vontade de ter alguém para repetir essas aventuras no sigilo permanece. Em outros contos irei relatar outras experiências já na vida adulta.
Sou de Manaus, Amazonas. Meu e-mail é [email protected]
Pessoas com perfil parecido entrem em contato para trocarmos figurinhas… ou quem sabe chupadas!

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