Pedreiro tirou o cabaço do meu cuzinho

Essa história aconteceu há alguns anos atrás. Tinha 20 anos, 1,76 de altura, 75 kg. Só tinha tido relações com meninas e namorava a Patrícia, inclusive ainda é minha parceira.
Tudo começou quando passei a morar sozinho. Na casa da minha família todos acabaram se mudando, meu irmão fez um comércio e eu morava em uma casa separada nos fundos, com um pequeno quintal separando.
Para deixar tudo certo chamei o José, pedreiro, ou seu Zé como era conhecido. Um senhor muito simpático, branco, magro, simples e trabalhador. Gostava de fazer tudo com o maior capricho, ficando orgulhoso de cada façanha.
Todo dia cedo conversava um pouco com o seu Zé, mas sempre sobre o serviço. Quem passou por obra sabe que muitas vezes demora bem mais do que esperado, e ali não foi diferente. 20 dias passaram a ser 30, que viraram 50, mas o seu Zé sempre fazia tudo com calma e com o maior capricho.
Sempre fiquei na dúvida se ele era safado ou se era inocente. Um dia acordei cedo com tesão e bati uma punheta bem gostosa, logo que terminei ele chegou em casa. Quando fui cumprimentar ele me disse:
– Nossa que mão quente rapaz
– ah… é que estava debaixo da coberta seu Zé – disfarçando o que tinha acontecido.
Um dia acordei com ele chegando bem cedo em casa, já me chamando:
– Bom dia Tiago, vim arrumar a área do tanque. Ontem terminei o banheiro, você viu? Já tá liberado pra usar, só a porta que ainda preciso trocar a dobradiça.
– Tá ótimo seu Zé, tô gostando do serviço, precisar de alguma coisa o senhor me chama.
E fui fazer as minhas coisas. Passado alguns minutos ele me chamou para ajudar ele a medir algumas madeiras. Ajudei e ficamos conversando sobre a obra, me perdi no tempo.
– Seu Zé, o senhor fica a vontade aí que vou tomar banho pra sair, vou me apertar no horário.
Falei, fui pro meu quarto, tirei a roupa, coloquei uma toalha e fui tomar banho. Chegando no banheiro lembrei que estava sem a porta e, apesar de me sentir estranho pois em casa nunca tivemos essa liberdade de banho com porta aberta (ainda mais sem porta), não pensei muito ao ficar pelado e ligar o chuveiro.
Comecei o banho, estava me ensaboando e pensando no meu dia, quando percebi que o seu Zé estava na porta, com a calça aberta, segurando seu pau duro e grosso pra fora (era grande, devia ter uns 20 centímetros) e falou:
– Rapaz, sabia que sua bundinha era gostosa, mas não parecia ser tanto assim.
Assustado, respondi:
– Que isso seu Zé! Não curto essas paradas não, tenho namorada…
E ele com a maior calma, punhetando aquele mastro:
– Fica tranquilo, isso não muda nada…
Eu fiquei confuso, não sabia o que fazer. Ao mesmo tempo que não queria, senti um tesão que nunca tinha sentido antes. Ver aquele macho excitado, me olhando, pronto pra me devorar era demais.

Foi quando ele tirou a camisa, a calça, ficou pelado e disse que ia me ajudar no banho. Pegou o sabonete e começou a passar na minha bunda, falando que ela era lisinha.
Nisso meu pau, que é pequeno (apenas 11cm) estava durinho. Falei pro seu Zé parar, mas de pronto ele falou:
– Eu sei que você tá gostando, seu pintinho durinho te denúncia. Aliás, que pauzinho pequeno você tem, olha como é um pau de macho – falando, levando minha mão até a rola dele e começando a punhetar.
Aquilo me deu um tesão que fazia meu cuzinho piscar, já não aguentava mais é tava louco pra dar pra aquele velho safado. Ele, com toda sua experiência, me agarrou por trás, falou no meu ouvido:
– Agora quero sentir esse seu cuzinho apertando minha vara
– Seu Zé, eu nunca dei antes… vai doer…
– Só um pouco, mas fica tranquilo que eu faço gostoso
Falou e começou a apertar sua rola no meu rabo, enfiando devagar mas com força.
– Aí seu Zé tá doendo, seu pau é muito grosso…
– Hoje vou fazer do teu cu uma bucetinha, vou te fazer minha menininha… – E enfiou com tudo aquela vara em mim.
A mistura de dor, com tesão, com ele me agarrando me levou a loucura. Parecia que estava delirando, em outra dimensão. Ele socava na minha bundinha e falava no meu ouvido “eu sei que você gosta de ser putinha, minha cachorra… sente como é um macho de verdade”.
E assim foi, bombando, até que tirou aquela vara, me puxou pelo cabelo e me deixando ajoelhado na sua frente.
– Agora você vai tomar leite de pau.
Enfiou aquela tora na minha boca. Eu não me aguentava de tesão, segurada meu pintinho duro que já tava roxo quase gozando.
Ele metia aquele pau na minha boa até eu engasgar. Eu Não tinha experiência, tentava segurar com a mão mas ele colocava até o fundo.
– Aguentou no cu e não vai aguentar na boca? Agora segura – e torava aquela pica.
De tanto meter, começou a gemer e gozou na minha boca. Não aguentei E gozei junto, jogando porra no chão. Fiquei ali, ajoelhado, sem acreditar no que aconteceu enquanto o seu Zé simplesmente foi colocando a roupa e disse que precisava terminar a área ainda hoje, como se nada tivesse acontecido.
E foi assim minha primeira vez. Ele ainda trabalhou mais alguns dias na minha casa, eu comecei a sair em horários diferentes para evitar ele. Tudo bem que rolou ainda mais uma vez, mas aí essa história fica pra outro dia rsrsrs.
Se gostaram comentem que eu conto a segunda vez.

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