Meus irmãos e o vizinho metendo na minha bundinha

Minha família era muito humilde, morávamos num interior desses bem precários, éramos na época 5 filhos, eu era caçula da meninas, tinha uma irmã mais velha já adolescente, um maifs velho que eu e outro mais novo apenas 1 ano, vou chamar de Carlos e Fábio, e o caçula ainda bebê.
Minha mãe depois do almoço tinha costume de dormir com o bebê. Para não fazer barulho nós íamos brincar na rua com várias outras crianças. Como minha irmã era mais velha, então eu só brincava com os meninos, e acompanhava eles para todo lugar. Um dia, enquanto minha mãe dormia, saímos para brincar na rua, e meu irmão mais velho me chamou para brincar na casa vizinho que também tinha a mesma idade dele.

A mãe do menino era professora e passava a tarde fora, ele era filho único e ficava sozinho. Nessa idade eu já ouvia muito meus irmãos falando que tinha “comido” o “cú” dos amiguinhos, e quando brigavam um denunciava o outro, dizendo “ vou contar que tu fez troca-troca com fulano”. Todos os meninos da rua viviam falando isso, e eu não entendia o que era “comer o cu”. Quando a meninada brigava era uma xingação só: “vai dar teu cu”. Logo eu iria descobrir o que era dar o cu!

Um dia brincávamos no quintal da casa do vizinho, quando meu irmão e o vizinho entraram para a casa e eu fiquei com meu irmão caçula no quintal. A mãe do vizinho vendia geladinho, e nós não tínhamos condições de comprar com frequência, mas como crianças éramos loucos por doces. Então, meu irmão mais velho me chamou e disse que se eu deixasse eles me verem pelada eu ganharia um geladinho, o que aceitei.

Enquanto eu chupava o geladinho eles mesmo tiraram minha roupa e ficaram me olhando e pegando nos pintos deles. Eu não entendia nada, meu irmão e o vizinho diziam que era só uma brincadeira, então aumentaram a oferta para mais1 geladinho se eu deixasse eles me passarem a mão. Fiquei com medo, mais eles me tranquilizaram que minha mãe não saberia, e começaram a passar a mão em todo meu corpo, e eu só chupando geladinho. A sensação era estranha, mas muito gostosa, eu senti a cócegas e minha xoxotinha, era assim que chamava, parecia esquentar cada vez mais.
Em seguida meu irmão disse que eu ganharia um monte de bombons no dia seguinte se eu deixasse o vizinho meter o dedo na minha bundinha, achei estranho mas como não era fácil ganhar muitos bombons naquela época, acabei aceitando.

Eles me mandaram ficar de quatro no chão e fechar os olhos, e o vizinho começou a enfiar 1 dedo na minha bundinha, no inicio comecei a chorar e quis desistir mas meu irmão mais velho me convenceu que se eu desistisse eles contariam tudo para minha mãe.

Tive que deixar, e eles me mandavam ficar bem caladinha senão nada de bombons. Continuaram, o vizinho começou a enfiar mais dedos na minha bundinha, e começou a cuspir e fiquei com nojo, mas me explicaram que era para não doer, então continuaram, e aos poucos fui deixando de sentir dor e comecei a sentir novamente cócegas, e minha xoxotinha cada vez mais esquentava.

Cada um colocava um dedo, depois o outro e no fim todos os três meninos já tinham enfiado muitos dedos no meu cuzinho, e eu já estava gostando, já tinha me acostumado com os dedos no meu rabinho, nem reclamava, e obedecia quietinha.

Então eles combinaram que iriam me enganar, e o vizinho que era mais velho que eu uns 5 anos e já tinha o pinto bem grande e maior que os dedos, começou forçar minha bunda com seu pinto, e eu quis sair e comecei a chorar, mas eles me seguraram e diziam que eu tinha que aguentar, então disse que só deixava se me dessem geladinho todo dia, e aceitaram. Voltei a ficar de quatro e então o vizinho continuou na luta de meter na minha bunda, depois de algum tempo tentando meu irmão pediu para que ele também pudesse tentar porque o pinto dele era menor que do vizinho e entraria melhor.

Eu concordei, já estava cansada, e logo ele foi para trás de mim e quando colocou seu pinto na entrada do meu cuzinho, mão houve tanta resistência, e entrou logo, eu resmunguei um pouco mas tive que ficar calada, ele meteu mais forte e como meu cuzinho já estava bem lambuzado de tanto eles cuspirem e forçarem, acabou entrando melhor que o do vizinho, e eu fiquei feliz que eles finalmente tinham conseguido.
Meu irmão não demorou muito, metia bem rápido e com força e eu comecei querer parar de brincar, quase chorando novamente porque meus joelhos estavam doendo muito no chão, mas eles resolveram me levar para cama. Quando deitei na cama, fiquei de bruços e disse para eles que agora sim estava melhor, e pedi outro geladinho, não sabia mais quantos já tinha chupado.
Agora na cama, o vizinho disse que era a vez dele me “comer” e colocou os travesseiros debaixo de mim, empinaram minha bunda e mandou abrir bem as pernas, começou a meter seu pinto na minha bunda, senti a cabeça do seu pinto escorregar dentro de mim, mas o resto não passava, doeu um pouco, e eu fiquei com medo: _ Ai para, vai doer, não mete mais não! Tá abrindo meu cuzinho! Mas eles nem me ouviam! Só ouvia meus irmão dizendo para ficar caladinha e não chorar.

E o pinto continuava entrando aos poucos, enquanto eu implorava: _ Devagarzinho! Devagarzinho! Eu sentia eles cuspirem muito na minha bundinha. Alguém deu a idéia de pegar um pouquinho de óleo na cozinha, e o vizinho correu e voltou com colher cheia de óleo, me empinaram nos travesseiros e abriram bem minha bundinha, jogaram o óleo e disseram que eu tinha que fazer força para segurar o óleo dentro de mim.
Obebeci, enquanto eles me puxaram para beirada da cama com medo de sujar a cama de óleo. Dessa vez me colocaram de bruços mas com metade do corpo da cama e as perninhas para fora, meu irmãos seguraram cada um numa perna enquanto o vizinho ficou no meio com o pinto na minha bunda, e começou novamente a meter, dessa vez ele já estava ansioso e quando a cabeça do seu pinto entrou ele não sentiu dificuldade e meteu numa estocada só!

Dei um grito, e comecei a chorar, mas ele não parou, mandaram eu calar a boca senão iam me bater, e fui levando aquele pinto enorme no meu rabinho, chorando baixinho, até que fui ficando cansada e bem molinha, só ouvindo: Ai que cuzinho gostoso! Que cuzinho gostoso! Meu irmão caçula disse que só faltava ele comer meu cuzinho, e queria meter.

Quando o vizinho finalmente tirou seu pinto, fiquei com o cuzinho arreganhado, e o pinto do Fábio era muito pequeno ficou folgadinho dentro de mim, e todos rimos dele, que começou a chorar dizendo que iria contar para minha mãe. Todos ficamos com medo e tentando convencer ele que ganharia geladinho também, e ele aceitou, ficou no canto da cama enquanto meu irmão mais velho e seu amigo continuaram se revezando na minha bundinha. Nesse dia eles só queriam saber do meu cuzinho, não sei quanto tempo ficamos na brincadeira, mas fiquei cansada e disse que não aguentava mais e que nossa já devia ter acordado. Paramos e nos vestimos.
Quando cheguei em casa, estava toda assustada. Fui direto tomar um banho, e lembro que acabei dormindo o resta da tarde, minha mãe achou que eu estava doente. No dia seguinte soube que o vizinho estava de castigo porque tinha acabado com os geladinhos da mãe dele. Passei uns dias dolorida, mas nem ousava em contar para minha mãe, pois tinha medo de levar uma surra.

Alguns dias depois minha mãe saiu de casa com minha irmã e o bebe, e fiquei sozinha com meus dois irmãos. Meus irmãos me chamaram para brincar na cama, igual no outro dia. Dessa vez me ofereceram o lanche deles da escola no dia seguinte, e eu aceitei. Corremos para cama, dessa vez não tiraram minha roupa, porque se alguém chegasse podia nos flagrar. Me disseram para tirar a calcinha e ficar só de vestido, deitei na cama e logo já estava de bundinha empinada levando dedadas dos dois, e com já tinha feito antes, dessa vez foi bem fácil.
_ Esta doendo Carol? _ Me perguntou o Kaká.
_ Só um pouquinho, mas eu aguento! Respondi.

Dessa vez o Fábio disse que seria o primeiro, pois não queria meter no cuzinho arregaçado. E logo já estava eu, de cara enfiada no colchão e bundinha empinada enquanto meus irmãos revessavam seus pintos na minha bundinha. Eu já bem safadinha perguntei para o Kaká porque minha bucetinha ficava tão quente e meladinha quando eles “comiam” meu cuzinho, então ele pediu para ver.

Deitei de barriga para cima e abri bem as pernas, ele começou a passar os dedos na minha bucetinha e eu comecei a dar risadinhas e gemidinhos. Ele percebeu que eu gostava, pois pedia para continuar. Enquanto ele esfregava minha bucetinha eu só gemia: Hum!!Ai..ai..que bom…que bom…faz mais!
Então meu irmão disse que eu deveria ficar bem quietinha que ele ia olhar dentro da minha da minha bucetinha se tinha alguma coisa esquentando ela, e foi colocando o dedo bem devagarzinho! Como começou a doer pedi para ele para e ele ficou só esfregando devarga, como antes. Logo eu estava adorando.

Ouvimos barulho e saímos correndo e nos vestindo, peguei minha calcinha e corri para o banheiro, e eles foram para o quintal. Daquele dia em diante era só ficarmos sozinhos que eu já queria “brincar”, e nem pedia mais nada em troca, só queria que eles esfregassem minha bucetinha até eu cansar, em troca eles podiam meter no meu cuzinho quando quisessem, e de vez em quando traziam um amiguinho para brincar também.
Não demorou muito até meu irmão comer minha bucetinha também, mas isso fica para no próximo conto.

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