A Petroleira Nordestina no Rio de janeiro

Meu nome é Antônio Henriques, tenho 40 anos, sou militar e a estória que irei relatar deve seu inicio no ano de 2004, devido meu pai apresentar problemas de saúde e nosso prédio antigo não possuir elevador, nos mudamos do Meier para nossa casa em Bento Ribeiro aqui na capital carioca ficando também próximo ao hospital de sua corporação. Nessa época tive que tomar a frente para resolver tudo como eu digo: “apesar de também ser militar foi o meu pai que me preparou para guerra desde criança”.

Após a mudança realizei uma rápida manutenção no apartamento para alugar, após todo reformado, fui procurado por uma funcionária concursada da Petrobras que chegou ao Rio e ao ver o preço do aluguel na zona sul e ter se assustado, uma antiga moradora do prédio que é nossa amiga passou o nosso contato para ela.

Combinamos então num sábado para visita e no horário combinado a encontrei próximo a estação do Meier e assim e seguimos para o AP ela ficou encantada com as dependências, o preço e as condições para alugar e de imediato aceitou e sempre falando sobre a pintura e ficou mais encantada quando eu revelei quem tinha reformado tudo.

Saímos do Meier e fomos em direção a Bento Ribeiro para confecção do contrato de locação e no caminho pude conhecer a estória de Ana Paula uma linda nordestina, 38 anos, divorciada (Branca, seios médios, cabelos pretos e bumbum arrebitado, 170 de altura) e que acabara de passar no concurso desta estatal e estava no RJ no intuito de refazer a sua vida após a separação havendo aberto mão de um emprego público em seu estado de origem. Ao chegarmos a Bento Ribeiro tomamos um café juntos com meus pais e digitei a documentação onde eles assinaram faltando apenas a antiga moradora que assinaria como testemunha na segunda feira e levaríamos ao cartório. Meu pai que adora dar ordens mandou que levasse Ana Paula até Botafogo à casa de sua prima onde estava temporariamente e assim eu fiz.

No trajeto Bento Ribeiro x Botafogo foi a minha vez de me revelar para Ana Paula, na época eu tinha 25 anos, solteiro e já era militar desde os meus 18 anos estava na minha segunda corporação e tinha acabado um relacionamento conturbado recentemente pelo menos algo em comum tínhamos erámos livres eu até fiquei animado em conhecer aquela mulher, mas ao mesmo tempo não acreditava que iria rolar algo afinal nossos universos eram diferentes chegamos a Botafogo ela agradeceu e combinamos para segunda as 11h00min num cartório onde ela abriria uma firma para reconhecimento de sua assinatura.

Chega então o dia combinado e fomos até o cartório em seguida ela me convidou para almoçarmos e conversamos bastante e não deixou que eu pagasse a conta e disse: “No próximo você paga” e sorriu. Com o documento assinado em mãos lhe informei que já poderia se mudar e no dia a acompanhei com suas poucas coisas e me prontifiquei caso precisasse de qualquer ajuda durante a instalação e arrumação dos moveis que chegaria ela sorrindo disse: “Então você vai ser meu marido de aluguel? Que bom! Pois, tenho medo de colocar qualquer pessoa aqui”.

Ana Paula sempre me ligava para tirar algumas duvidas quanto às normas do prédio bem como da localidade e numa sexta feira me informou que os móveis que comprado pela internet haviam chegado, porém, não seriam montados pela loja e se eu saberia montar eu disse que sim, mas que só poderia ir lá no sábado pela manhã quando eu saísse do meu plantão e assim eu fui cheguei lá por volta das 09h00min levei um short do quartel para colocar e ao chegar troquei de roupas e antes que eu montasse, ela me chamou na cozinha e me serviu um café reforçado típico de sua terra.

Dei inicio a montagem dos moveis e ela me ajudando , quando eu pensei que havia acabado ela busca mais duas caixas que eram dois ventiladores de teto um para o quarto e o outro para a sala instalei logo o da sala e fui para o quarto enquanto eu instalava o ela sentou na beirada da cama e seu celular tocou era a amiga de trabalho onde ela informou que seu marido de aluguel estava resolvendo tudo para ela e sorriu, conclui a instalação e desci e lhe disse tudo feito minha chefa. Ela me perguntou: Tem certeza? Olhou em meus olhos e pegou no meu pau e me perguntou: Esse pau também é meu? Antes que eu respondesse começou a chupar, colocava as bolas na sua boca, fazia garganta profunda eu comecei a fuder a sua boca bem gostosa, mandou que eu deitasse e continuou me chupando bem gostoso, eu batia com o pau em sua cara ela adorava e mamava ainda mais gostoso, eu segurava em sua cabeça a conduzindo e confesso: ela me chupou por cerca de 40 minutos e veio por cima para quicar na pica gritava, chorava e a pica entrando, levantei-me um pouco e com ela por cima eu socava com bastante vontade não demorou muito Ana gozou de escorrer fluídos e continuou cavalgando como uma amazonas em seu Alazão e ficamos revezando um instante eu socava no outro ela cavalgava e tornou a gozar gostoso.

Mandou que eu abrisse a porta do armário que tinha um presente para mim ao abrir encontrei uma sacola de farmácia com camisinha e um lubrificante, começamos a nos beijar ela mesma abriu a camisinha colocou no meu pau e fez uso do gel me colocou sentado numa cadeira e de frente sentou com a pica entrando em seu cuzinho e mandava que a possuísse cada vez mais e assim com beijos e mordidas em minha orelha, estava conquistando cada milímetro daquele rabo gostoso brincamos um pouco naquela posição a coloquei de quatro dei uma linguada em sua buceta e coloquei mais um pouco nela até que ela gozasse novamente e pediu no cuzinho onde soquei com cuidado a seu pedido e quando anunciei que iria gozar ela me pediu leitinho a questionei aonde ela me disse: ”Cala a boca da sua Bebe” enchi a sua boca de leite onde ela me devolveu meu pau limpinho seguimos para o banho, me arrumei para ir embora ela me questionou se eu iria embora lhe informei que sim, pois tinha que ver como estava meus velhos ela chegou a ficar triste mais lhe informei que voltaria mais tarde e fui em casa ao chegar conversei com meu pai sobre o ocorrido que me disse para tomar cuidado descansei um pouco e voltei e durante quatro anos namorei com Ana Paula que apesar de nosso envolvimento nunca atrasou um pagamento do aluguel e seis meses depois assumimos publicamente nosso namoro em 2009 seu pai adoeceu no estado do Ceará e sua mãe sozinha não teria como cuidar de seu pai ela conseguiu ser transferida para uma unidade da Petrobras em seu estado onde a distancia contribuiu para encerrarmos o nosso namoro noutras oportunidades relatarei nossas loucas aventuras neste Rio de janeiro dentre elas um dia que fomos conhecer uma casa de swing no centro do Rio de janeiro.

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