Situação Inesperada

Imagine agora em sua mente, uma situação completamente inesperada que já aconteceu na sua vida. Dessas situações que te faz suspirar, fechar os olhos e focar seus pensamentos em um determinado acontecimento. Pois é justamente o que vou fazer agora ao escrever este texto.


Minha vida nas redes sociais é muito discreta. Tenho, uso, mas não sou do tipo de cara que posta as 24 horas da vida nas redes. Quando utilizo das redes, normalmente com algo engraçado, pois gosto de saber que as pessoas podem se divertir com algo interessante. E isso também me faz um usuário simples de apps de conversas como o zap.


Recentemente me colocaram num grupo bem interessante. Lotado de pessoas de todos os tipos, solteiros, casados, com idades variadas, totalmente diversificado. E achei isso bem interessante. Melhor ainda as postagens da turma, sempre com vídeos e fotos bem quentes que claramente me fez entender o propósito do grupo: diversão.


Meu amigo que me adicionou falou com muita naturalidade desse grupo. Disse que ali a turma era muito bem instruída sobre o propósito daquele grupo. Mas como tudo ali era muito eclético, fiquei tranquilo e segui acompanhando as mensagens.


Durante algum tempo eu fiquei sem postar por lá, achava que talvez as pessoas de lá não estivessem interessadas no que eu postasse ou no que eu falasse. Mas resolvi perder um pouco da minha timidez e fiz uma postagem simples, engraçadinha e besta. Não me lembro exatamente do que se tratava, mas a galera gostou. Alguns responderam, outros comentaram e por aí vai. Isso me animou a puxar mais conversa no grupo e aos poucos fui fazendo algumas amizades lá dentro. E foi assim que conheci a Verônica.
Sempre muito participativa no grupo, Verônica parecia ser o tipo de mulher que qualquer homem se interessaria. Claro que, por foto, somos todos lindos. Mas isso nunca me chamou a atenção, nunca foi prioridade. Acredito que senso de humor numa pessoa é tudo! E isso nela me cativou. Claro que dei aquela espiada básica na foto de perfil dela e me interessei ainda mais. Verônica fazia o estilo gordinha/gostosa, sempre estava com blusinhas com decotes generosos, cabelos castanhos compridos e um sorriso perfeito.


Numa dessas conversas em grupo, conversávamos sobre qualquer besteira quando chegou uma notificação de alguém que não estava na minha lista de contatos. Confesso que não havia decorado o número da Verônica ou sequer anotado na minha agenda de contatos. Perguntei quem era, ela disse que era a Verônica e perguntou se tinha algum problema em conversar no privado. Disse que não, que tava tudo bem e daí começou a nossa amizade.
Os dias foram passando e as conversas demoravam cada dia mais. E mais interessado em conhecer ela eu estava e isso foi acontecendo de uma maneira muito natural. Não morávamos na mesma cidade, mas estávamos separados por pouco mais de 20 quilômetros de distância e isso não era nenhum problema. Foi quando surgiu o convite dela de nos encontrarmos. Eu estava solteiro, nada pra fazer e doido pra conhece-la. Fui então até a cidade dela.


Nos encontramos num barzinho. Cheguei mais cedo, sentei na mesa e aguardei eternos 10 minutos. Mas foi recompensador quando a vi ao vivo pela primeira vez. Verônica usava um vestido preto, completamente moldado ao seu corpo. Comprido até um pouco acima do joelho, o decote de sempre que fazia com que os seus seios saltassem aos meus olhos. A maquiagem leve, sem exageros, cabelos soltos, compridos até o meio das costas, calçada num salto alto e com aquele sorriso que tanto me fez querer estar ali. Linda, exuberante. Levantei-me e nos abraçamos, dando os famosos 3 beijinhos na face. Seu perfume inebriante invadiu os meus sentidos e a minha vontade era de não largar o abraço por nada nesse mundo. Depois de um intencional logo abraço, nos sentamos.


Bebericamos nosso chope por um bom tempo, enquanto o papo transcorria de maneira muito natural. Mas definitivamente eu não sou o cara mais discreto da face da terra. Vez ou outra eu me perdia olhando fixamente no seu decote, ou nos seus lábios ou mais ainda no fundo dos seus olhos. Verônica vez ou outra (ou vez e sempre) percebia o meu olhar e ficava um pouquinho constrangida, o que me fazia também ficar constrangido. Mas era algo tão bobo que passava rapidinho e voltávamos a sorrir novamente.
A noite passou como um estalar de dedos, mal vi que estávamos ali a duas horas pelo menos. Mal percebemos que durante essas duas horas, bebemos apenas dois chopes cada (pra desespero do garçom). E então chamei ela pra darmos uma volta, conhecer mais da cidade dela. Ela prontamente concordou e fomos para o carro.


Enquanto andávamos pela cidade e apreciávamos o passeio, fomos conversando e rindo de vários temas que surgiam. Vez ou outra eu fixava os olhos mais nela do que no próprio trânsito. O vestido curto deixava suas coxas grossas bem expostas. Lindas, torneadas, reluzentes como uma joia perfeita. Por causa do horário, Verônica pediu pra que deixasse ela em casa. Ela foi me guiando, enquanto eu pensava no fato de ter que me despedir daquele encontro tão perfeito. Chegamos então ao destino.
Desliguei o carro e me acomodei no banco, ficando meio que lado pra ela. Disse que tinha adorado o encontro e que deveríamos fazer outras vezes. Por sorte, a rua em que ela morava era de certa forma vazia. Tinham casas próximas, mas pelo horário e pela escuridão, ninguém nos perceberia ali. Verônica disse que também havia gostado muito do encontro e que com certeza queria outros no futuro. Foi então que subitamente nos beijamos. Não tinha percebido a sua intenção, mas aconteceu de maneira tão natural, que quando percebemos, já estávamos completamente atrelados, entregues ao desejo. Meu membro ficou completamente duro em segundos e tava até incomodando dentro da calça. Nossas línguas brincavam ardentemente uma com a outra, com beijos molhados e de tirar o fôlego. Em situações assim, eu não sou de dar o primeiro passo, mas percebi que a situação exigia uma atitude minha, e não dela. Foi então que comecei a deslizar os dedos pelas suas coxas grossas e lentamente fui subindo por entre suas pernas. Verônica não se preocupou com isso e logo eu estava tocando o seu sexo úmido e quente. Sim, senhoras e senhores, ela estava sem calcinha! E isso me fez suspirar alto, tanto que enquanto nossas bocas se beijavam, ela sorriu.


– Que delícia! – Sussurrei.


Passei a acariciar sua bocetinha que já estava ensopada, fazendo com que o interior de suas coxas estivesse molhada também. Não resisti e coloquei um dedo dentro dela, que lhe arrancou um gemido delicioso, fazendo seu corpo se contorcer pra trás. Então tirei o dedo de dentro dela e coloquei na minha boca, sentindo o gosto doce de sua boceta. Verônica suspirou vendo a cena do meu dedo na minha boca e rapidamente selou a minha boca com um delicioso beijo. Nesse momento, sua mão assentou em cima do meu pau, ainda dentro da calça. Mas foi por pouco tempo. Lentamente, enquanto nos beijávamos, Verônica foi abrindo o zíper da calça e logo meu membro estava livre, entre sua mão direita. Ela apertou o pau duro, suspirou e não se conteve. Mandou que eu deitasse o banco do carro e em seguida se ajeitou. Ficou de joelhos do jeito que deu no banco do passageiro e disse:


– Seu pau parece ser uma delícia. Posso?


Fiz apenas um gesto com a cabeça dizendo que sim.


Logo Verônica passou a lamber apenas a cabeça do mastro. A ponta da língua deslizava magistralmente na ponta do membro e descia lentamente por ele. E então ela o abocanhou, me fazendo sentir o prazer de ter aquela boca quente e úmida envolvendo o meu pau. Verônica chupava com gosto, aquele boquete molhado e sugado. Vez ou outra ela engolia parte do pau, me fazendo sentir o fundo de sua garganta, enquanto ela perdia parte do fôlego. Tirava a boca e eu via a saliva escorrer pelo pau. Pra melhorar um pouco a posição, abaixei ainda mais a calça, deixando as bolas livres. E ela não se fez de rogada, dando lambidas deliciosas nelas, enquanto sua mão masturbava lentamente meu pau. Se ela continuasse assim, em pouco tempo eu iria gozar.


Depois de ser deliciosamente chupado por ela, levantei o banco e a beijei com muita sofreguidão, enfiando minha língua dentro de sua boca com muita vontade, sentindo a mistura do seu gosto com o gosto do meu próprio pau. Sua boca estava lambuzada, o que fazia com que o nosso tesão só aumentasse.


Deslizei a alça do seu vestido pelos seus braços e deixei os seus seios volumosos ficassem à mostra. Os bicos tesos, auréolas rosadas e lindas, foram um convite mais que especial pra que eu mamasse naquelas tetas. Passei a ponta da língua nos bicos, mordisquei e chupei com muita vontade. Enquanto isso eu tocava sua boceta, deslizando a ponta do dedo em seu clitóris. Então coloquei dois dedos dentro de sua xaninha e passei a masturba-la, enquanto a minha boca alternava entre os seus seios fartos e sua boca. Não demorou muito e Verônica gozou com meus dedos atolados na sua boceta.


Como o carro tava estacionado de forma que a porta do lado dela estivesse virada para a calçada, não pensei duas vezes. Saí do carro com as calças quase arreadas, com o pau de fora. Dei a volta e abri a porta do passageiro. O pau em riste em direção a ela e Verônica simplesmente voltou a me chupar ali. Sequer era a minha intenção, mas tava tão gostoso que não interrompi. Então pedi pra que ela deitasse da forma mais confortável possível no banco. Abaixei-me e abri suas pernas, deixando livre o caminho para que eu pudesse experimentar do gosto dela com mais propriedade. Beijei suas coxas, passei a língua na sua virilha, deslizei por entre sua boceta e seu cuzinho (o que fez ela ficar completamente desconcertada!), fazendo ela gemer alto. Verônica inclusive tapou a boca com a mão, para evitar surpresas desagradáveis. Então finalmente enfiei a língua dentro de sua boceta. Passei a colocar e tirar a língua dentro dela e em seguida concentrei a ponta da língua no seu clitóris, enquanto colocava dois dedos dentro de sua vagina. Lentamente fui fazendo isso e aos poucos fui aumentando o ritmo. Em pouco tempo, com os dedos atolados dentro dela, Verônica gozou na minha boca. Suguei todo o seu gozo e com a boca encharcada do gozo dela, deitei-me de maneira esquisita sobre ela e nos beijamos deliciosamente. Verônica fazia questão de lamber o meu rosto, retirando o gozo dela da minha cara.


Mal deu tempo de pensar e Verônica virou-se, empinando seu rabo pra mim, como um delicioso convite. Encaixe-me atrás dela e com o pau duro em mãos, bati com o pau nas nádegas dela. A última batida foi em cima do cuzinho dela, que lhe arrancou um gemido diferente. Mas não iria explorar ali não. Pelo menos não agora. Encostei a cabeça da rola na entrada da boceta dela e em seguida deslizei pra dentro dela. Tão quente, tão molhado, tão gostoso! Me fez inclinar a cabeça pra trás e fechar os olhos de tanto tesão. Comecei o vai-e-vem de maneira lenta e progressivamente aumentei o ritmo. As mãos estavam apoiadas na sua bunda, me dando uma perfeita visão do meu pau entrando por inteiro dentro dela. Seu cuzinho piscava enquanto meu pau entrava e saía e só por curiosidade, fiz questão de passar um dedo ali e ver a reação. Ela adorou e pediu pra colocar o dedo lá. Passei o dedo na boca, deixei bem molhado, e coloque lentamente ele dentro do cuzinho dela. Essa mulher do nada, se transformou! Passou a rebolar no meu pau, a forçar o corpo pra trás e eu, com certeza, adorando aquilo. E ali, no meio da rua, soltei um tapa com a mão direita da bunda dela. Mal consegui me realizar de que estávamos transando daquela forma no meio da rua. Mas quando o pensamento veio, eu pensei: FODA-SE!
Verônica continuava a forçar e rebolar sua bunda no meu pau, eu com um dedo atolado no seu rabinho e a outra mão dando tapas na bunda dela. Óbvio que não iria durar muito, porquê o tesão era tão grande, que Verônica mandou eu não parar e pouco tempo depois anunciou o gozo. Eu, sem seguida anunciei o meu e derramei todo o meu gozo na sua bunda deliciosa. O botão do “foda-se” teve que ser desligado nessa hora e tive que tapar minha boca pra não gemer alto e acordar o bairro! Foi um gozo delicioso demais. O interessante é que depois de gozarmos, nos ajeitamos tão depressa, que quando menos percebi, estávamos sentados no carro como se nada tivesse acontecido. E aconteceu e foi perfeito!
E é assim que me lembro da Verônica. Fecho os olhos, suspiro e foco nas lembranças desse dia maravilhoso que tive com ela.

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