Amor Proibido

Essa é uma linda história de amor, não uma história comum entre um homem e uma mulher qualquer, mas uma história de incesto baseado em fatos, que supera todas as barreiras, o romance entre uma mãe e seu filho.

Irene, uma senhora de 50 anos, viúva, há mais de 5 anos e trabalhava em uma empresa em São Paulo, que estava para mudar a sua filial para Curitiba. Com problemas relacionado ao trabalho e outros pessoais, ela estava com depressão e nunca se relacionara com outro alguém até então. Ela morava com o seu único filho William de 16 anos que completara naquela mesma semana. Era um sábado á noite, véspera do dia das mães, e aquela data nunca mais seria mais a mesma depois daquele dia. Os dois separaram aquela noite chuvosa, para assistir a um filme e ter um momento entre família. Enquanto William tomava o seu banho, sua mãe estava navegando pelo computador e achou alguns arquivos na lixeira, que ele esqueceu de apagar. Irene ficou admirada, eram vídeos pornográficos, até normal para um garoto

Ela começou a pensar em seu filho que nunca tivera uma namorada antes, pois era muito tímido e nessa faixa de idade, os rapazes costumam ter a sua primeira vez com alguma namorada ou com uma garota de programa. Os dois foram para sala, e Irene ainda muito pensativa, sobre aquilo tudo, olhando para o seu filho no sofá, teve alguns pensamentos proibidos.

O filme era de terror, com algumas cenas de sexo, fazendo-a olhar para o seu filho com outros olhos. Ela o abraçou, e ele sem desconfiar de nada, apenas um pouco envergonhado em assistir aquelas cenas ao lado de sua mãe. Com seu filho em seus braços, Irene coloca uma mão boba em cima da coxa dele, e aos poucos, colocando em cima do membro de William. Até aí tudo bem, mas Irene aperta um pouco aquilo e William ainda sem desconfiar de nada, achando que ela poderia ter colocado a mãe ali por engano, pois nunca passaria pela sua cabeça que estaria prestes a fazer sexo com a sua própria mãe. Começa a fazer um leve carinho naquele pintinho, com sua respiração ficando mais forte, ela sente as batidas do coração de William ficarem mais fortes. Aumentando mais a intensidade, sentindo o aumento de volume, quase saindo pra fora do short, como uma fera querendo sair da jaula, ela teve uma surpresa: Seu filho por impulso, abaixa o short e coloca todo aquele monumento a amostra. Há muito tempo ela não via o pinto de seu filho, nossa e como cresceu, estava maior do que o do pai dele. Parecia um mastro hasteando a bandeira do amor entre os dois. Com uma gostosa punheta, ela leva o seu filho ao delírio, com aquelas mãos macias, acariciando também as suas bolas, ele tinha que retribuir, então, ele rouba um beijo de sua mãe, que corresponde calorosamente sem soltar o seu mais novo brinquedo.

Irene se levanta e se senta em frente de William, abrindo suas pernas, pegando com mais firmeza o aquele pau, sem fazer cerimônia, o abocanha, fazendo um boquete bem gostoso, com todo o carinho que só uma mãe sabe fazer. Olhando nos olhos de seu filho, que quase não acreditava no que estava acontecendo, com um olhar de amor, desejo e tesão ao mesmo tempo. William como sempre foi um filho obediente, confiava na sua mãe. Pegando-a pelos braços, a fez sentar em seu colo, e tirando o vestido dela, que escondia o corpo daquela mulher, revelando seus seios fartos que pularam para fora, como se saltassem de alegria, beijando no meio deles, como dois irmãos gêmeos, foi primeiro ao peito direito, e depois com mais intensidade ao esquerdo. Fazia muito tempo que William não mamava ali, desde que parou de amamenta-lo, da última vez, deles saíam leite, mas agora, era a vez de seu filho lhe retribuir com o seu próprio leite. Sentindo o sabor de sua mãe em seus lábios, entre chupōes e amassos, eles se esqueceram por uma noite que eram mãe e filho e se entregaram aos seus prazeres sexuais.

Foram para o quarto, o lugar que seria testemunha do mais extremo ato de amor entre os dois. Colocando irene deitada na cama, por cima dela, beijando-a de língua, ficaram na posição papai e mamãe (nesse caso, filhinho e mamãe), William se levanta e abre as pernas de Irene, puxando a sua calcinha, o último objeto que os impediam de se amarem ainda mais. Como desembrulhando um presente, tirando aquela peça de roupa, revelando o segredo mais íntimo de sua mãe. Abrindo as pernas dela, foi beijando-a dos pés até chegar na sua virilha, ficando de frente pra boceta. Nem em seus maiores sonhos, ele poderia imaginar sua mãe arreganha pra ele, desse jeito. Aquele era um lugar sagrado, onde ele não podia olhar e muito menos tocar, e com uma leve linguada, ele deu beijo e chupando aquela xoxota, colocando em prática tudo o que aprendeu nos filmes. Aquele lugar tinha sabor de amor, e era a vez de sua mãe de ser chupada, tendo orgasmos incontroláveis, quase não aguentando de tesão.

Com outro beijo caloroso, fazendo Irene sentir o gosto da sua própria boceta. Abrindo as pernas dela, William com seu pau ereto, de frente pra xota, apontando para o pecado que estavam prestes a cometer. Era um caminho sem volta, e já foram longe demais para desistir, e naquele momento, eles só tinham duas opções, terminar ali e tentar fazer de conta que nada aconteceu e conviver com aquilo na consciência ou se entregarem de uma vez por todas ao mais intenso e proibido ato de amor: O INCESTO. Aquilo era errado, mas nenhum dos dois pensou na possibilidade de voltar atrás, pois o amor que sentiam um pelo outro era mais forte. Seu filho começa a pincelar, como se estivesse a chave da porta do paraíso querendo entrar. Irene pegou o pênis de seu filho e colocou na entrada, mostrando onde se escondia o verdadeiro amor, colocando a cabeça, bem devagar, pois ainda ela era bem apertada apesar da idade. Como um bom filho a casa torna, ele estava novamente dentro de sua progenitora, e a melhor prova de amor que um filho pode dar a sua mãe é fazendo amor com ela. Agora os dois eram como um, como duas peças que se encaixavam, William descobriu que a sua própria era a mulher de sua vida, e como um casal, estavam em sua lua de mel. Eu não os julgo, pois os dois passaram por tanta coisa difíceis juntos, era mais do que justo, assumirem um romance entre os dois. Entre beijos William confessou a sua mãe que a amava, e ela respondeu o mesmo que iria ama-lo pra sempre. Eles se olhavam meio que quase de olhos fechados, trocavam beijos e sorrisos enquanto cumpriam o ato do acasalamento, enquanto William metia dentro dela como se fosse querer entrar por inteiro dentro dela. A noite parecia não acompanhar o ritmo deles, as horas pareciam minutos e os minutos pareciam segundos.

Eles estavam apaixonados, William segurando sua mãe pelos cabelos, chegou ao ouvido dela como fosse contar um segredo e falou bem baixinho: -Quero ter filhos com você, e sua mãe com um largo sorriso no rosto, confessou que queria ser a mãe dos filhos dele, e que ele sempre quis um irmãozinho e agora era a chance de ter um. Aquilo atiçou ainda mais os sentimentos de William, ao ponto de socar ainda mais forte. Irene urrava de tanto prazer, parecia uma cadela no cio, arranhando as costas de seu filho, anunciando outro e intenso orgasmo chegando ao clímax. Ele intensificava mais os movimentos, enquanto seu membro pulsava anunciando a chegada de milhões de espermatozoides. Irene o fechou com as suas pernas e disse que queria ficar grávida, enquanto William não conseguia mais segurar, e então ejaculou dentro do útero de sua própria mãe. Sem deixar uma sequer gota cair, enquanto seus espermas invadiram as entranhas dela, mas eles não sabiam que era o útero da sua própria mãe, carregando o sêmen de seu filho dentro de si. Por uns 5 minutos, ficaram se beijando e trocando carinho, enquanto se passava um filme em suas mentes, pois não tinham coragem de encarar um ao outro.

A única coisa que poderiam fazer era ir até as últimas consequências. William novamente chupou todo aquele corpo virando sua mãe de bruços, beijando aquela enorme e deliciosa bunda, deixando-a de quatro em cima da cama, dava alguns tapas naquele traseiro, revidando os que ele levou na infância. Secou um pouco a boceta com o lençol, e estava novamente dentro dela, segurando-a pela cintura e sentindo seu corpo batendo junto com o dela. Agora era a vez de Irene obedecer, e com movimentos mais rápidos até perderem o fôlego. Abriu as pernas dela, pincelando a boceta chegando ao cú de sua mãe, como se tivesse pedindo permissão para ela. Irene nunca deu o rabo antes, nada mais justo, já que ela que tirou a virgindade do filho, deixa-lo tirar o dela também. Com o primeiro creme perto da cabeceira da cama, William não perdeu tempo e imediatamente passou em seu pênis. Colocando bem devagar, indo só até a metade, enfiar dentro do cú dela. Irene sentia um pouco de dor, quase não conseguiam fazer o movimento, então ele tirou e colocou na vagina novamente. Ainda de quatro, deitou-a na cama e por cima dela metendo com muita força até que mais uma vez jogou o seu leite dentro de sua mãe. Ainda envolto em beijos e abraços eles quase não trocavam palavras. Quase amanhecendo, William coloca Irene de joelhos e voltam ao boquete. Irene fazia tudo o que ele queria, ela era o presente de aniversário dele, e ele era o de dia das mães dela. Pela primeira vez, ele gozou fora dela, queria vê-la suja com a sua própria porra, jogando na cara dela alguns jatos indo em direção aos seios de sua mãe.

William nem em seus maiores sonhos poderia acreditar no que aconteceu naquela noite, ver sua mãe daquele jeito, completamente nua, banhada em seu esperma. Irene ficou curada da depressão, fazer sexo com seu próprio filho, funcionou melhor que qualquer terapia, teve a chance amar outro homem novamente, mesmo que seja seu filho gerado em seu próprio vente. No domingo, Irene, logo pela manhã, foi cedo pra ajudar a sua irmã a preparar o almoço de dia das mães na casa da matriarca da família. Quase não dormiu, apesar de não se arrepender ou sentir remorso do que fez, algo ainda a incomodava, mas não queria que nada atrapalhasse o amor recém descoberto entre os dois. William quando acordou, foi até a cozinha onde encontrou um bilhete de sua mãe dizendo que foi a melhor noite de sua vida, e que seria a primeira de muitas, finalizando com um eu te amo. Ele não tinha dúvidas, Irene, sua própria mãe, era realmente a mulher e o amor de sua vida.

CONTINUA…

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