Na sala com o primo

Usarei o nome fictício de Emily. Tenho 1,68, tenho seios fartos e faço exercícios regularmente para manter a forma, mas nada exagerado.

Quando eu tinha 18 anos, fui para uma viagem com meus pais, meus tios e o filho deles, Igor (nome fictício). Meu primo é um ano mais velho e sempre nos demos muito bem, desde crianças e praticamente crescemos juntos. Eu já tinha reparado que ele estava crescendo e se tornando cada vez mais bonito, mas não sabia que ele achava o mesmo de mim.

Fomos para a praia e por vezes eu reparava que aparecia um volume em sua bermuda e reparava também que ele prestava atenção no meu corpo.
Nossos pais dormiam cada casal em um quarto e como nós gostávamos de ficar acordados até tarde, ficavamos na sala para depois ir pro quarto dormir. Algumas vezes achávamos dormindo na sala mesmo por não querer incomodar. Isso já era um padrão de quase todas as viagens que fazíamos em família. Os quartos de nossos pais ficava no andar superior e a sala ficava no primeiro andar (por sorte, qualquer barulho de gente descendo, estaríamos antes de sermos vistos)

Em determinada noite ficamos trocando de canal procurando alguma coisa para assistir e passamos por um canal pornô. Na loucura do momento, colocamos a senha padrão dos aparelhos (0000) e deu certo. Mudamos um pouco depois por causa do constrangimento e deixamos num filme qualquer passando, fingindo estar prestando atenção.

Reparei que Igor estava com um volume surgindo nas calças e decidi perguntar se ele ainda era virgem. Ele disse que não, que tinha experimentado com algumas garotas e tinha até camisinha na mochila. Ele pegou umas para me mostrar e eu disse que gostava das camisinhas de sabor. Peguei uma (que não lembro mais o gosto) e disse que ia guardar para usar depois. Nós rimos e reparei que o volume ficava mais destacado.
Na época, eu não tinha certeza se o que eu queria fazer era o certo. Mas senti o ímpeto de continuar perguntando e o instigando no assunto. Ele reparou que meus peitos estavam acesos pelo tecido da blusa e num movimento, se “ajeitando” no sofá, ficou mais perto de mim.

Contamos sobre nossas primeiras vezes e o tesão aumentando. Ele me falou sobre os cm do seu pau (que não lembro mais quanto era hahaha) e eu aproveitei para passar o dedinho por cima dele de leve. “Posso ver?”, perguntei quase não conseguindo disfarçar a malícia. Ele botou o pau pra fora e estava duro como uma rocha.

Dei uma risadinha de nervoso. Era um pau bonito e parecia ser bem prazeroso. Mas ele era meu primo. Aquilo era errado? Se fosse, eu queria fazer parecer o mais inocente possível. Toquei de leve com a pontinha dos dedos o seu pau, bem devagar, passeando com as pontas dos dedos por ele, tocando a cabecinha e reparei que ele estava mordendo os lábios. Eu sabia que aquilo era tortura.

Eu me afastei um pouco e abaixei os shorts do pijama, junto com a calcinha. Eu estava molhada e deixei que ele me visse bem como eu era. Ele passou a mão pelas minhas pernas e caminhou até a minha buceta. Senti seus dedos acariciarem ela em movimentos circulares, mas leves. O suficiente para ser gostoso e fazer querer mais. Ele levou o dedo até a boca, pegando meu suquinho.

Me ajeitei no sofá de novo, ficando mais perto dele e toquei seu pau com mais vontade, batendo uma punheta lenta e quase como que quem não quer nada. Ele fez o mesmo tocando meu grelinho. Nos demos um beijo de língua e rimos baixinho.

Eu sentei em cima dele, sentindo seu pau roçar no meu grelo. Continuei o beijando e ele tocou minha bunda. Eu comecei a rebolar em cima dele sentindo meu grelo roçar pelo seu pau. “Primo, deita aqui, eu quero experimentar uma coisa.” Ele obedeceu e eu rocei no pau dele.

Ele tocou meus peitos por baixo da blusa e nos controlavamos para não gemer ou fazer barulho. Aquela sensação de poder ser pegos, de estar roçando a buceta no pau do meu primo, me deixou cheia de tesão e eu gozei. Nos beijamos de novo. “Caralho que gostoso, você é muito gostosa”, ele disse. “Me chupa”, ele pediu. Ele botou a camisinha que eu tinha pego e eu o chupei. Fiz um 69 com ele e foi maravilhoso. O pau dele era gostoso de colocar na boca e eu podia passar a noite inteira chupando ele. A língua dele também era incrível com o meu grelo.

Depois ele me botou de quatro e enfiou em mim sem dó. “Ai que pau gostoso, primo.” Ele me fodia gostoso e eu sentia vibrações no meu corpo. Eu queria gemer alto, mas não podia. Minha garganta doía por segurar os gemidos. Eu gozei no pau dele algum tempo depois e ele também.
Dormimos na sala mesmo e continuamos transando pelos dias restantes das férias.Na outra noite, transamos na cozinha, mas se quoserem, isso pode ser história para outro conto 😉

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