Dei para o bombeiro no batalhão

Olá, hoje venho contar minha primeira experiência com um militar. Sou branquinha, cabelos longos e castanhos. Tenho 22 anos, 1,58 de altura e 53kg. Possuo coxas grossas, bundinha redondinha e seios muito fartos.
Sempre fui tarada em homens de farda. Só de ver um policial novinho minha xaninha se contrai e fico imaginando horrores.

Nas férias de escola dos meus sobrinhos, decidi levá-los para conhecer o batalhão do corpo de bombeiros que ficava próximo a minha casa. Eles adoravam ver os caminhões de bombeiros e eu de ver quem os dirigia.
Chegando ao batalhão, dois bombeiros vieram nos recepcionar. Um tenente de cabelos grisalhos e o soldado Bruno. Ele era branquinho, alto, tinha braços tão fortes que pareciam querer saltar pelo uniforme.

Minha bucetinha já ficou úmida e piscando por aquele homem.

Durante a visita, trocava olhares com ele e sempre que possível, tocava em seu braço.

Em um determinado momento do passeio, o tenente colocou as crianças no caminhão de bombeiros para que eles acionassem as sirenes. Eu e o Soldado Bruno ficamos do lado de fora conversando. Eu não conseguia prestar atenção na nossa conversa, somente conseguia imaginar o tamanho de sua rola entrando em mim.

– A senhorita está bem? – ele disse segurando em meu braço. – ficou pálida.
– Deve ser a pressão, está muito quente. – disse me apoiando nele, mas não estava sentindo nada de anormal.
– vem comigo. Vou te dar algo para melhorar. – disse com um sorriso safado no rosto.
O acompanhei até a uma sala do batalhão. Nessa sala havia uma mesa com muitos papéis, uma máquina de café e um bebedouro.
Encostei na mesa enquanto ele me dava um copo de água e ligava o ventilador de parede. Tomei a água e propositalmente deixei cair um pouco de água na altura dos meus seios. Mais do que pressa ele pegou lenços descartáveis e colocou sobre meu peito.
– obrigada! Sou muito desastrada, né? – digo pondo minha mão em cima da dele, fazendo-o pressionar meus seios que já estavam com os biquinhos durinhos.
Ele sorriu safado e percorreu os olhos por todo meu corpo. Coloquei sua mão por dentro do meu sutiã e ele apertou com força meus peitos.
O soldado colocou meus peitos para fora da blusa e começou a chupar e mordiscar levemente os biquinhos. Minha bucetinha já estava toda meladinha quando ele passou os dedos por cima do meu shorts.
– nossa, safada… Já está toda molhadinha pra mim?
Ele me colocou de pé, abaixou meus shorts e minha calcinha e passou a língua no meu grelinho. Estremeci de tesão e me apoiei ficando de quatro pra ele me chupar gostoso.

– geme pra mim, gostosa. Geme pro seu bombeiro. – ouvir aquilo me fez explodir de tesão e gozei gostoso na boca dele. Minhas pernas estavam tão bambas que era difícil ficar em pé.
Me ajoelhei e coloquei para fora aquele pauzao lantejante dele. O pau dele era muito grande, um dos maiores que eu já havia visto. Por mais que eu quisesse colocar inteiro na boca, não conseguia.

Ele segurava em meu cabelo e enfiava o pau na minha boca, até ouvir que estava engasgando. Seu pau gostoso latejava em minha boca e seu gemido rouco estava me deixando muito louca de vontade de sentar naquele pau.
Quando ele estava prestes a gozar, me colocou de quatro apoiada na mesa e começou a me chupar novamente. Minha xaninha estava tão molhada que escorria pela perna e ele se deliciava com meu grelinho.
Quando eu avisei que ia gozar, ele enfiou seu pau em mim, me fazendo soltar um gemido de surpresa. Seu pau era tão grande e grosso que me preenchia inteira.

– como voce é apertadinha. Goza pra mim sua vadia, goza pro seu bombeiro. – ele repetia enquanto puxava meu cabelo e batia na minha bunda.
Minha bucetinha estava ardendo com a força que aquele bombeiro me comia. Ele estocava cada vez mais forte e mais fundo.
– eu vou gozar. Quero gozar na sua boca.
Ajoelhei e o chupei até que aquele leitinho preencheu minha boca.
– isso putinha, engole tudo. Engole essa porra.
Engoli todo aquele leitinho delicioso e o beijei.
Depois de recompostos, voltamos até a garagem onde meus sobrinhos me esperavam para irmos embora.
Esse dia foi somente o primeiro de muitos em que dei naquele batalhão.

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