Pasta com molho de porra

A semana depois de tê-la conhecido em um chat, cheguei em sua casa em cerca de 13:30, eu estava atrasado para reuniões de negócios e estava com uma fome danada. Um dia antes eu tinha recebido uma mensagem WhatsApp com uma foto dela em que ela mostrava uma abobrinha enfiada no cu e eu tive que admitir que ela se tinha tornado uma prostituta de primeira, além das minhas expectativas.

O edifício onde vivia era muito elegante, com quatro andares, com grandes varandas, e talvez até mesmo pela hora, era totalmente silencioso e parecia deserto. Toquei o interfone e ela abriu dizendo – segundo andar – então eu fui e peguei o elevador.
A porta do apartamento estava aberta – Valeria? – Eu perguntei, entrando e fechando-a suavemente – aqui Mario, estou na cozinha -. O cheiro que chagava da cozinha era muito bom, então eu fui vê-la. Ela estava no fogão, de costas, usando apenas um avental e nada mais, nem mesmo seus sapatos. O avental estava amarrado por uma banda logo acima da sua bunda, e, então, costas, coxas e bumbum estavam completamente descobertos.

No meio da bunda aparecia a abobrinha, enfiada no cu, com a base do preservativo presa entre nádegas. Me aproximei e, ao beijar seu pescoço, agarrei a parte descoberta do vegetal e comecei a mexe-lo dentro dela – mmmmmmhhhh – ela gemeu, oferecendo-se completamente às minhas mãos. Sempre ficando atrás dela, virei sua cabeça e comecei a beijá-la, enquanto a minha mão livre apertava seus mamilos.

– Muito bem Valeria, você está se tornando realmente uma boa escrava – eu removi a abobrinha de seu pequeno buraco e eu observei-o de perto, desde a semana anterior, quando ele era pequeno, tinha feito grandes progressos.
– Vejo que você se preparou bem, você está pronta para tomá-lo no cu? –
– Sim, eu estou pronta, eu quero tomar seu cacete no cu – disse ela, continuando a me beijar e esfregar sua bunda em minha calça jeans, em meu pau que estava já ficando duro.
– Vamos ver se você cozinhou bem, depois você vai ter o seu prêmio.
– Enfiei a abobrinha no cu, que entrou suavemente como ela inclinou-se para facilitar a operação, então dei um tapa na sua nádega e foi sentar-me à mesa.

Eu a vi escorrer a massa, vestidas com o avental, com sua bunda nua, com a abobrinha bem enfiada dentro, com meu pau que agora lutava para permanecer confinado em meus jeans, então eu me levantei e tirei-los, bem como as cuecas, voltando a sentar-me na mesa com meu pau de fora.
Valeria encheu meu prato e observou avidamente o meu pau enorme e latejante.

– Hmm deve ser bom a sentir o cheiro – Eu disse a ela enquanto estava enchendo os pratos.
– Ah, sim – respondeu – como cozinho eu massas e abobrinha não conheço ninguém que faz – e sorriu para a brincadeira.
– Brava, agora vá sob a mesa de joelhos e começa a lamber meu pau e as bolas, enquanto eu comer, sem colocá-lo na boca
– Com o avental? – Ela perguntou em voz baixa
– Sim, e mesmo com a abobrinha em seu cu, puta, eu quero ver como você o apoia no chão e mova o seu rabo para se foder no cu enquanto lamber meu cacete!

– Ela ajoelhou-se debaixo da mesa e começou a passar a língua em toda a vara, latindo como um cão e alternando os olhos fechados com prazer em me olhando, eu vi seus quadris se mover e eu sabia que estava executando as ordens como uma verdadeira puta. Comecei a comer, mas ela tinha colocado um pouco de sal na massa.
– Falta sal, Valeria, eu acho que você merece uma bela chicoteada na bunda como punição.
– Ah, me desculpe – disse ela enquanto continuava a lamber meu pau como um sorvete – você tem razão, eu mereço uma punição.
Em um certo ponto ele esqueceu das ordens e engoliu tudo meu cacete até as bolas.
– Ah, não – eu lhe disse de forma abrupta – Eu lhe disse para lamber só, sem colocá-lo na boca.
-Você está certo – disse puxando-o para fora – mas eu não consigo resistir.
– Por que não pode resistir? Eu quero ouvir você dizer.
– Porque eu sou uma safada assanhada.
– Não é só isso, é porque você é uma boqueteira cobiçosa de caralhos. Fala!
– Porque eu sou uma boqueteira cobiçosa de caralhos – ele repete, enquanto estava olhando para mim.
– Punição aumentada então, cada vez que você não resistir, e vai pegar meu pau na boca irei adicionar cinco chicotadas, por agora você está a uma altitude de dez, cinco para a massa sem sal e cinco para a chupada não autorizada.
Eu ainda não tinha terminado que ela novamente pegou meu caceta na boca.
– Quinze! –  soltou o pau, passou a língua ao longo de toda a vara e terminou nas bolas, lambendo-as direitinho, logo em seguida abriu a boca e começou furiosamente a chupar meu pau
– Vinte!
– Vinte e Cinco!
– Trinta, você é uma boqueteira de primeira!

Quando terminei de comer meu prato, levantei-me e levantei-a pelos cabelos – agora é a sua vez de comer – eu disse enquanto afundei meu pau em seu prato, no meio da massa – mas primeiro vou tempera-lo um pouco. Ela se jogou imediatamente sobre o prato começando a comer, enquanto isso eu coloquei água no copo e molhei meu pau em sua agua.
– Toma uma bebida, vagabunda – eu disse – e depois me faz gozar que quero temperar seu prato com minha porra.

Ele bebeu o copo e, em seguida, virou-se para o meu cacete finalmente chupando-o com gosto e começando a chupar gemendo como de costume. Depois de alguns minutos e a empurrei rudemente pelos cabelos, gozando como um rio em seu prato de massa. Enquanto misturava a massa com a minha porra, ela limpou-o à perfeição meu pau, como de costume.
Eu fui me sentar no sofá e acendi um cigarro, olhando-a nua, com o avental, sentada com a abobrinha que ainda estava em seu cu, enquanto comia a massa com abobrinha e porra, e eu sabia que estava agora finalmente tornando-se minha escrava sexual perfeita e que a verdadeira diversão ainda estava para começar…

Esperei ela terminar de comer e a mandei buscar o chicote.
– Dobre-se para frente, peito na mesa e bunda empinada!
Deixei ela esperar naquela posição uma meia hora, enquanto tomei meu café tranquilo.
– Agora vai receber o que merece! Me peça por favor de te dar o que você merece, sua puta!
– Me dá as chicotadas que mereço, por favor – ela disse.
– E já sabe, conta a voz alta se não vou recomeçar.
Tirei a abobrinha do seu cu para não atrapalhar a punição e dei o primeiro golpe no meio das nádegas.
– Um!
Tchaccc!
– Dois.
– Três.
… ahhh! Vinte!
Sua bunda já estava toda vermelha com as marcas das chicotadas.
– Embora! Mais dez.
– Vinte e um.

– Trinta!
Ao ver aquela bunda deliciosa, as nádegas marcadas pelas chicotadas, meu pau ficou duro de novo e me pegou um tesão irresistível. É agora que vou aproveitar do trabalho feito pela abobrinha, pensei. Agarrei ela pelos quadris e afundei meu cacete no seu cu.
– Ahh – ela gritou, e logo em seguida começou a murmurar – sim, sim, fode meu cuzinho.
Rebolou, para sentir melhor a vara que a estava penetrando. Entrei com meu pau tudo dentro dela, com o saco encostado na bunda, e comecei a me mexer, primeiro devagar e depois aumentando o ritmo.
Ela gritou de prazer, gozou e enfim gozei também enchendo seu cu de porra.
– Agora vire-se e limpe meu pau, escrava!

Adoro sexo e contar histórias excitantes, escrevo porque gosto e para me relaxar. Acho que a vida é uma só e tem que aproveitar de tudo o que oferece de bom. As gatas são entre as coisas melhores. Se você gostou dos meus contos, deixe um comentário.

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