A Primeira Pulada de Cerca

Sou casada há 10 anos e amo meu marido. Temos um filho de 7 anos e o nosso casamento vai muito bem. Sempre gostei de me sentir desejada e por isso não dou bola quando recebo cantadas, até converso com alguns homens pela internet. Adoro saber que eles me acham bonita e gostariam de me levar pra cama. Mas fico só na conversa, enrolo eles e nunca vou além disso.

Acontece que tenho um colega de trabalho que demonstrou interesse em mim. Ele é um pouco mais velho, é casado também e fisicamente me atrai. Depois de alguns anos trabalhando juntos, criamos certa intimidade. Falamos sobre vários assuntos, inclusive alguns mais íntimos às vezes.
Nunca falamos sobre sexo diretamente, mas já contei pra ele, por exemplo, que prefiro homens peludos (como ele), que não uso anticoncepcional, a frequência com que faço sexo com meu marido etc. Sempre que falamos sobre esse tipo de assunto ele se mostrava muito interessado e eu tinha certeza de que ele se sentia atraído por mim.

Como disse antes, eu amo meu marido, mas estava subindo pelas paredes. Estava com vontade experimentar algo diferente e esse colega era perfeito para isso. Volta e meia pensava em como seria nosso encontro. Pensava nos detalhes: a roupa que usaria, como começaria beijando ele e depois tiraria a roupa, as posições que gostaria de fazer etc.

Depois de muito pensar, decidi tentar dar uma chance pra ele e ver o que aconteceria. Como eu sabia que ele não tomaria a iniciativa, comecei a falar sobre assuntos mais íntimos com ele nas nossas conversas pra ver se ele se abria mais também. Passado algum tempo, depois de fazer minha depilação íntima, tirei uma foto e mandei pra ele, já que havíamos falado sobre isso antes e eu tinha contado como eu gostava de fazer (não depilar tudo). Ele disse que tinha ficado muito bom e que eu tinha uma buceta bonita.
A partir desse dia nossas conversas ficaram mais íntimas, até que ele me convidou para sair. Me fiz de desentendida e perguntei o que ele tinha em mente, se era para ir beber alguma coisa ou algo do tipo. Ele perguntou se eu não gostaria de ir para um motel com ele, logo dizendo que era só um convite e que entenderia caso eu recusasse.

Nesse momento meu coração disparou. Apesar de ter pensado muito sobre isso, na hora surgiu uma grande indecisão, afinal eu nunca havia pulado a cerca e tinha medo que desse errado, que alguém descobrisse, principalmente meu marido ou a mulher dele. Depois alguns instantes disse que queria ir. Combinamos o dia e o horário. Seria na quarta-feira, no intervalo de almoço. Nos dias que antecederam o encontro, não falamos mais sobre ele, as conversas eram sobre assuntos completamente normais, mas era perceptível uma tensão sexual enorme entre nós, nossos olhares não eram mais os mesmos.

No dia combinado, escolhi vestir um vestido e calçar um par de sandálias, já que ele disse que gostava dos meus pés. Chegando no motel, estávamos nós dois nervosos. Entramos no quarto, ligamos a TV, sentamos na cama e tentamos conversar um pouco. Logo ele disse que se eu estivesse pronta poderíamos começar. Eu disse que sim, ele se aproximou e começou a me beijar.

Foi uma sensação maravilhosa ser beijada por ele. Naquele momento, depois de já ter acordado excitada de manhã, já não estava mais aguentando sentir tanto tesão. Disse para ele tirar a roupa. Ele tirou os sapatos, levantou da cama e, sem tirar os olhos de mim, começou a tirar a camisa. Eu já imaginava que ele tinha um corpo bonito, mas me surpreendi. Ele tem um peitoral bonito, másculo, cheio de pelos. Em seguida, ele começou a tirar a calça. Abriu o cinto, abaixou ela e tirou a cueca. Que homem maravilhoso. Ele não é o que eu chamaria de superdotado, mas tem um membro lindo. Curvado para cima, com uma forma bonita (combinação do corpo do pênis e da cabeça), acompanhado de um saco grande, cercados de muitos pelos. Macho do jeito que eu gosto.

Pedi para ele voltar para a cama e comecei a chupá-lo. Colocava o pau todo na boca e lambia ele da base até a ponta da casa, enquanto massageava as bolas. Acho que chupava com tanta vontade que por duas vezes ele pediu para parar um pouco porque ele ia gozar. Nesses momentos, enquanto eu admirava o corpo dele, confessei que há muito tempo tinha vontade de transar com ele. Ele disse que também tinha essa vontade e até havia se masturbando pensando em mim.

Foi aí que ele pediu para que eu tirasse a minha roupa também, disse que queria ver tudo, muito mais do que a foto que eu havia enviado. Enquanto eu tirava a roupa, ele segurava o pau, passava a mão por ele. Depois que tirei tudo, ele pediu para eu me virar e mostrar minha bunda para ele. Ele disse que me achava uma gostosa.

Fui para a cama, ele passou as mãos por todo o meu corpo, detendo-se na minha buceta, que ele acariciou com cuidado. Ele enfiou um dedo nela e saiu todo melecado, eu disse que ela já estava pronta para receber o amiguinho dele. Ele perguntou se eu queria usar camisinha, já que ele era vasectomizado (algo que eu não sabia). Na hora fiquei um pouco em dúvida, mas acabei dizendo que poderíamos fazer sem, afinal eu prefiro assim e a ideia de ter um homem me penetrando sem qualquer proteção me excitou.
Deitei na cama, abri minhas pernas e ele veio por cima e me penetrou. Que sensação maravilhosa. Fui aos céus com aquele homem delicioso me comendo. Ele começou com carinho, mas logo estava metendo com força, enquanto eu passava as mãos na bunda dele. No início estava um pouco contida, mas logo me soltei e comecei a gemer. Quanto mais forte ele enfiava, mais alto eu gemia, até o ponto de gritar em alguns momentos. Me senti como há muito tempo não sentia: uma mulher livre, desejada e capaz de dar muito prazer.

Depois de alguns minutos ele saiu de cima de mim e começou a me chupar, beijava, passava a língua, colocava os dedos dentro. Me senti completamente violada, mas no bom sentido. Estava absolutamente entregue a ele. Nesse momento ele já conhecia cada centímetro do meu corpo e sabia que podia fazer o que quisesse comigo.

Ele disse que não estava satisfeito e me comeria mais. Fizemos em várias posições: de quatro, de costas, de lado, por cima, por baixo etc. Depois de algum tempo, enquanto ele me comia de bruços, ele disse que ia gozar. Mal tive tempo de esboçar uma reação e comecei a sentir o esperma quente dele me preencher. Ele continuou me penetrando até o pau começou a perder a rigidez e ele o tirou.

Me virei para ele e não disse nada. Ele me perguntou se eu havia gostado, se ele era um bom comedor. Eu disse que tinha adorado. Ele então me deu um beijo e começou a me masturbar, massageando o meu clitóris. Gozei também. Estava feliz e satisfeita.

Fomos tomar um banho. Eu não estava acreditando muito bem em tudo que havia acabado de acontecer, mas estava ainda anestesiada pelo tesão. Não conversamos mais muito, mas ele demonstrava estar aliviado, como se também estivesse esperando muito tempo por isso.

Voltamos para o trabalho e naquele dia não nos falamos mais. No dia seguinte, ele mandou uma mensagem dizendo que tinha adorado nosso encontro e que me achava uma delícia. Disse que achava o mesmo, mas encerrei a conversa.

Não me arrependo de ter tido essa experiência, mas não quero repeti-la tão cedo, não quero que se torne uma rotina.
Descrevi ela em detalhes porque isso me excita e não tenho com quem dividi-la, além de que assim posso ler e relembrar esse dia.

3 comentários em “A Primeira Pulada de Cerca”

Deixe uma resposta