USOU EU DE PUTA E HUMILHOU O MEU MARIDO

Sou a Selma e o meu marido chama-se Dagmar. Casados há um bom tempo, temos dois filhos. Antes transávamos direto e eu gozava sempre no pinto dele, depois com a rotina acabei pegando asco do meu marido, nem beijá-lo eu faço, mesmo sendo cobrada para tal. Nossas transas resumem a uma média de uma por mês. O Dagmar me cobrou mais sexo, o que gerou brigas intensas, onde até pedi para ele ir embora, o que ele pela comodidade, não foi.
Ultimamente, ele até está aceitando o fato. Dormimos juntos, mas é como se estivéssemos separados, como falei com raras transas.
Ele até comprou um consolo, algo que antigamente já usamos, mas faz um ano que está guardado. Ele até sugere, mas eu recuso o consolo.
Nas raras transas, até que eu gozo com ele, mas demoro ter vontade de dar para o Dagmar novamente.
Já fantasiamos antigamente em nossas metidas uma terceira pessoa, homem ou mulher. Meu marido sempre falou que gostaria de ver eu transando com outro, ou pelo menos um relato dessa metida. A única condição é que teria que ser alguém desconhecido para não gerar qualquer mal-estar. Eu sempre recusei essa proposta e encarei como sendo uma fantasia na hora do sexo.
Esses dias após mais uma briga, quando eu não quis dar para ele, novamente ele sugeriu que eu precisava de um cara que me tratasse como uma vagabunda, que era o que eu era. Falei, então eu vou arrumar esse homem. Assim parou a discussão e dormimos.
Estava brava e decidida a trazer um outro cara para nossa cama. Pesquisei em vários sites por duas semanas e encontrei um garoto de programa casado e que pelas características atendia o meu anseio. Expliquei para ele a situação e ele falou o preço e disse deixa comigo.
Numa noite, após finalmente estar transando com o Dagmar, contei para ele a minha idéia, o que fez que gozássemos gostoso. Porém após o coito, o Dagmar ficou em silêncio. Eu disse que estava falando sério. Ele, talvez por recém ter gozado discordou e disse não.
Comecei a manter contato com o Igor, garoto de programa que me interessei. Expliquei para ele o que pretendia e falei para ficar na retaguarda, aguardando o momento certo. Mandei fotos para ele, que me elogiou muito, dizendo que adora negras.
Quando o Dagmar quis me comer novamente, propus para ele o terceiro elemento na nossa cama. Ele ficou excitado, porém não dei para ele e disse que na sexta faríamos a transa com o garoto.
Era quarta e na quinta me preparei, depilei, ajeitei o cabelo, acertei para os filhos dormirem fora, enfim era só aguardar.
Na sexta, tanto eu, como o Dagmar estávamos apreensivos. Até propus em desistir, mas o Dagmar falou, agora vamos até o fim, até porque o cara é desconhecido. Qualquer coisa não o veríamos mais.
Chegou a noite e o Igor apareceu. Meu marido abriu a porta e a partir desse momento começou o show do garoto. Para começar ele nem olhou para o Dagmar, me cumprimentou com três beijinhos e elogiou a minha beleza.
– Gostosa para caralho. Ei cara pegue cerveja para mim e para tua esposa.
Achei que o Dagmar ia retrucar, mas por incrível que pareça ele pegou três cervejas na geladeira. Novamente o Igor apareceu.
– Eu falei cerveja para mim e para a Selma. Você só bebe se eu autorizar.
Excitadíssima, meu nervosismo sumiu, o Dagmar parece resolveu entrar no jogo e relaxei para aproveitar demais esse momento único em nosso casamento.
O Igor sentou e me pôs no colo. Bebemos juntos e ele ia me beijando na frente do meu marido, que permaneceu de pé, olhando com a cara de tacho.
– Esse aí é teu maridinho? Parece um cuzão!
– É um cuzão, e que quer ser corno!
– Com uma gostosa dessa, problema fácil de resolver!
– Pegue uma cadeira e vá para o quarto, seu bosta… Senta lá e espera!
O Dagmar obedeceu e a partir daí o Igor foi me despindo e me chupando toda, me deixando louca. Baixou a calça e tirou um membro duro, mesma grossura do pinto do meu esposo, porém com uns cinco centímetros a mais (18 do Igor, contra 13 do Dagmar). Fez eu entrar no quarto chupando seu pênis, para o Dagmar ver. Tirou a calça, a cueca e o resto da roupa.
– Deita na cama, vagabunda!
Obedeci como uma cadelinha, mas confesso ainda estava com medo. O Igor, foi até a cadeira que meu marido estava sentado e deu de dedos para ele.
– Você, corno, agora vai ver como se come uma mulher. Vai ficar quietinho sentado nessa cadeira. Vai ficar olhando e vai fazer apenas o que eu mandar, certo?
– Sim, senhor, meu marido falou!
– Então fica pelado, corno, ordenou o Igor! Dagmar obedeceu prontamente, ficou nu e estava com o pau latejando de tesão.
– Senta de novo, e se você relar a mão nesse pauzinho, vai apanhar na frente de sua esposa. Vai gozar somente quando eu mandar.
Nessa altura eu delirava de tesão, dedilhando o dedo na buceta, vendo o tratamento que o Dagmar recebia do corneador.
– O que você quer que eu faça com aquela mulher que ERA tua e que está ali na cama?
– Quero que você foda ela de todas as maneiras imagináveis, tratando-a como uma puta, uma cadela.
Veio até a cama e falou: – Escutou gostosa. Viu o que teu maridinho quer para você…
– Esse aí é um nojento mesmo! Faça o que esse corno não sabe.
O Igor chupou minha buceta com sofreguidão, arrancando gemidos delirantes de mim.
Ficou tempo assim. Até esquecemos o Dagmar, que continuava sentado, com o pau latejando, estava ofegante de tesão mas obedecia o Igor e não ousava encostar em eu pinto.
Assistia passivo e viu quando o Igor saiu de minha buceta e fez eu chupar o seu enorme pênis. Fez com que ficássemos de frente para meu marido, para que esse visse eu fazer em outro homem aquilo que há anos eu não fazia com ele.
O Igor estava sendo fantástico, e eu sentia algo sensacional sendo tratada como puta e vendo o meu esposo sendo humilhado por um garoto autoritário.
Eu chupava e babava nas bolas do Igor, e olhava de vez em quando para o Dagmar que estava com o pinto em riste. Ele segurava nas bordas da cadeira para não se punhetar, como havia ordenado o pivete.
Se fosse outro tinha gozado com minha chupada, mas o Igor era profissional e sabia segurar para a hora certa.
– Chupa boqueteira! Essa é a melhor chupada da minha vida, tá vendo corno?
– Eu gozei só de chupar a pica e minha boca já ardia, até que ele resolveu mudar.
Mandou meu marido trazer a cadeira mais do lado da cama. Fez ele sentar e ficar olhando. No tradicional papai e mamãe penetrou em minha buceta bem devagarinho, o que não foi difícil, tal o grau de lubrificação que eu estava. Penetrava num balanço gostoso e me beijava como seu fosse sua mulher.
– Quem é esse corno sentado na cadeira?
– É meu maridinho de merda!
Parou de me beijar e colocou minhas pernas nos seus ombros escancarando ainda mais minha buceta e começo a foder com mais vigor dando estocadas violentas, bem do jeito que eu gosto. Quase me machucava,
– Quer gozar quer, meu garanhão?
– Quero que você goze sua cadela vagabunda.
Explodi em êxtase, balbuciando palavras desconexas, num prolongado gozo que minou minhas forças.
Olhei para o Dagmar e ele derramava suor, mas continuava sem poder por a mão no seu pauzinho duro apontado para cima.
O Igor com aquela cara de mau, dava risada do meu marido. Havia um problema sério, pois o garoto não tinha gozado. Fiquei com medo daquilo que viria a seguir e tinha razão. Mandou eu ficar de quatro, e eu disse.
– O que você está pensando em fazer?
– Vou arrombar o seu cu para esse corno ver.
– Mas eu não gosto de dar o cu.
– Eu não perguntei, eu tô falando que eu vou comer o seu cu. Vai deixar seu corno bundão?
– Pode comer! Mostre que você é comedor!
– Não é no teu né Dagmar, seu corno filho da puta.
Perdi totalmente minha classe com meu marido.
– Você é que vai pedir para eu enterrar a tora no seu rabo gostoso minha cadela negra.
Igor parou de falar e de quatro começou a chupar meu cuzinho. Eu dominada pela situação, comecei a gostar, principalmente porque o Igor continuava humilhando o Dagmar. Junto as investidas do pivete e o tratamento que meu marido recebia eu esqueci o cansaço e participava rebolando a bunda negra na jeba do Igor, que nesse momento passava o caralho desde o meu cuzinho até na bucetinha.
– Aí corno, vou contar para todo mundo que sua mulherzinha te meteu guampa!
– Enfia Igor, por favor,
– O que eu falei sua putinha. Você ia pedir. O que teu maridinho é?
– Corno.
– O que, fale mais alto. Ele gritava.
– Corno, corninho, cornão…
Recebi a pica, mas não no cu e sim na bucetinha. Bombadas ríspidas me levaram ao gozo, chorando.
Arrancou da buceta e foi enfiando no meu rabo.
– O que você quer piranha?
– Fode, fode meu rabo.
– Na frente de quem?
– Do corno do meu marido.
– Não escutei fale mais alto.
Há pleno pulmões gritei.
– Fode, fode o meu rabo Igor, esse meu marido é corno, bosta, mané. Nunca mais ele vai foder meu cu. Você vai, porque é um macho de verdade que sabe comer uma fêmea.
Igor pegou nos meus cabelos e mandou o Dagmar ficar em pé e se aproximar.
– Toca punheta, corno!
Aos berros gozei como louca, mordendo-se toda, com o Igor encostando as bolas na minha bunda, inapelavelmente atolado no meu rabo.
Agora goza corno, ordenou Igor. Levantei o rosto e o Dagmar gritando que era um corno inundou a minha cara de porra, enquanto Igor lavava meu intestino com sua lava quente.
Não sei quem esporrou mais, mas depois o Dagmar falou que foi a melhor gozada da vida dele.
Aos poucos o pinto do Igor amoleceu e ele foi me soltando do cabelo.
– Gozou que nem puta né vagabunda. Ei babaca, porco, veja a sujeira que você fez. Pegue uma toalha e limpe essa putinha da tua mulher.
O Dagmar foi até o banheiro e trouxe uma toalha molhada enxugando o meu rosto.
– Seu cretino, por que não gozou no chão, choraminguei.
– Bem agora o corno para se redimir, vai se lavar no outro banheiro e daí peladinho mesmo vai preparar um churrasco para nós. Essa metida com essa gostosa me deu fome. Eu vou tomar banho com sua esposa. Vou lavar ela todinha, enquanto ela chupa meu pau. Você assa a carne e fica imaginando essa putinha chupar meu cacete.
Depois todos, pelados comemos e bebemos bastante, mas o Igor não dava mole, maltratava meu marido e dizia que eu era a pior das putas.
Todos fomos dormir, eu na cama, de conchinha com o Igor, enquanto o Dagmar foi obrigado a deitar num colchão a beira da cama.
Depois de uma noite de um sono revigorador, todos acordamos e o Igor ordenou para que o Dagmar fosse fazer café.
Quando o Dagmar retornou com o café, ele presenciou essa cena: eu cavalgava o pinto do Igor de costa para ele e de frente para o meu marido que viu a minha bucetinha atochada no pau do malandro que fazia eu subir e descer como um ioiô no seu cacete.
– Chupe a xoxota da Selma, trouxa. O Igor veio e começou a lamber minha buceta e eu puxava seu cabelo com toda força. Mais um pouco e o Igor falou para o Dagmar deitar, fez eu colocar a buceta na sua cara e deixou eu de quatro penetrando com vigor e tresloucado minha vagina.
Se você encostar a mão ou a boca no pinto desse viado vai apanhar. Lógico que obedeci, pois o tesão proporcionado era indescritível, com meu marido chupando e o Igor enterrando ferozmente sua vara. As vezes o Dagmar lambia até as bolas do Igor, tal a velocidade da penetração. Novamente inundou meu ser com seu sêmen de macho, saindo pelas beiradas onde o Dagmar ainda estava com a boca.
O Igor levantou pegou o dinheiro do pagamento, onde inclusive meu marido deu mais que o prometido, tomou um café e falou.
– Limpe a bucetinha de sua esposa. Agora ela é toda sua! Deu um até logo e saiu sem nos dizer mais nada!

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