FUI ESTRUPADA AOS 10 ANOS DE IDADE PELOS MESMOS HOMENS POR DOIS ANOS- parte 2

No dia seguinte, meus pais antes de saírem para trabalhar, me deram um beijo, pediu para eu ficar quietinha em casa, que tivesse cuidado na rua e que se tivesse algum problema fosse direto para casa dos meus avós, trancaram a porta e saíram.

Quando fiquei sozinha comecei a imaginar o dia anterior e o pânico foi tomando conta de mim. Era de costume meus avós mandarem o Tião ir lá em casa para ver se eu estava bem, pois além de vovô ter deficiência visual, eles eram velhos para ficarem andando para lá e pra cá toda hora. Tião me chamou batendo na porta e eu fiquei quietinha, pensei comigo fingir estar dormindo, mais Tião era muito esperto e chegando na janela do meu quarto falou baixinho do Machado e mandou que eu abrisse a porta onde obedeci. Ele não entrou, apenas disse que era para eu estar pronta na hora da escola e que eu iria paga- lo por ter fingido não escutar.

O horário da escola chegou e eu relutei em me arrumar, mais sabia que se eu não estivesse pronta poderia ser morta e jogada no poço como ele havia me dito, então me arrumei e fiquei a espera do que eu ia passar naquele novo dia. Ainda chovia e eu coloquei minha capa de chuva, tranquei a porta e sai no portão. Tião vinha na rua já para me pegar e parou, deixou que eu fosse até ele, o que durou muito tempo pois eu estava indo muito devagar. Ele pegou na minha mão e eu gelei, estava com muito pavor daquele homem. Ele me levou direto para a sua casa. Da porta deu para ver que lá dentro já estavam os outros dois velhos que bebiam cerveja, riam e mantinham um som alto. Fiquei paralisada ali mesmo na porta e Tião me empurrou, quando entrei os velhos( do dia anterior) começaram a bater palma e Tião veio direto para cima de mim, ele estava com muita raiva, me segurou no pescoço me enforcando, me tirou do chão e disse que eu tinha sido desobediente em não lhe responder pela manhã e por ter andado muito devagar, eu iria apanhar muito e que eles não iriam ter pena de mim e depois iriam me cortar para nunca mais desobedecer.

Os velhos tiraram as roupas e Tião falou que hoje eu iria aprender a satisfazer um homem e mandou eu chupar um dos velhos cujo o nome era Zé (nome real) O velho Zé colocou o pênis na minha boca e eu não abri, mais fui obrigada porque o Tião gritou comigo e me empurrou no chão. Iniciei um boquete no Zé chorando o que despertou muito mais tesão em todos me ver humilhada e chorando e logo o outro velho veio também, esse se chamava Amaro (nome real). Tiao falou alguma coisa com o Amaro e me pegou no colo e me botou na cama deitada, abriu minhas pernas e iniciou um lambida frenética enquanto os outros dois velhos voltaram levar seus paus na minha boca.

Tião dessa vez não ficou muito tempo, foi no canto do quarto pegou o óleo que já estava lá do dia anterior e me lambuzou e dessa vez ele foi para o meu ânus. Passava o óleo e enfiava o dedo, passava o óleo e enfiava o dedo, até que foi no rádio e aumentou muito mais o som e quando voltou falou para os velhos, segura ela bem forte e tampe bem sua boca que eu vou comer esse cuzinho virgem. Os velhos obedeceram e chegavam a babar com tamanho tesão. Um me colocou no colo na posição de quem vai tomar uma injeção, segurou minhas pernas com as sua, enquanto o outro segurava o resto do meu corpo quase que quebrando pois não queria perder aquilo.

Tião lambuzou novamente meu ânus ,enfiou a pontinha do dedo enquanto despejava o óleo, eu sentia aquilo escorrendo entre minha vagina. Tião se posicionou abriu minhas nadegas e empurrou seu pênis grande e grosso de uma só vez me fazendo desmaiar de dor. Quando acordei ele ainda estava estocando meu cuzinho, eu estava em uma outra posição encima do Amaro que fodia minha bucetinha e Tiao encima de mim. Eu estava sendo estrupada por dois ao mesmo tempo, enquanto o terceiro velho virava na boca um copo de cerveja. Não sei quanto tempo rolou aqueles dois em mim pois eu não tinha sentido. Acho que o velho Zé já havia ido me estrupar pois ele nem chegou a me foder.

Os dois homens que fodiam sincronizadamente gozarm dentro de mim e me deixaram lá encima da cama jogada escorrendo porra e sangue. O velho Zé ainda voltou para mais uma transa e dessa vez ele veio por trás rindo e empurrando a pica no meu cuzinho ainda saindo porra e sangue e como estava arrombado por causa da pica de Tião eu não sofri tanto, só fiquei quietinha esperando ele acabar, apenas chorava baixinho com medo do que ainda poderia me acontecer de pior.

Tiao me deu um banho de caneca. Lavou minha vagina com bastante sabonete, enfiava o dedo, me batia na bunda e me lembrava das ameaças caso eu contasse para alguém. Terminando o dia e quase na hora da saída da escola ele me levou para casa e eu entrei. Neste dia esperei meus pais chegarem acordada para contar o que havia acontecido comigo nos dois dias, mais não tive coragem. Mais lembro que conversando com minha mãe consegui convencer meus pais de que eu podia ir para a escola com minhas colegas, que eu já sabia escapar do perigo e que o horário era cheio de pessoas e com muito custo ela deixou e eu aproveitando o conquistado, pedi minha mãe para falar com o Tião que não precisaria mais ir me levar ou buscar na escola e como se fosse a conspiração do universo ao meu favor, Tião chamou minha mãe, ele apareceu na minha casa, acho que foi lá buscar algo para meus avós.

Fiz minha mãe agradecer e informar a ele que não precisaria mais me levar para a escola mais minha mãe também acrescentou que se desse e de vez em quando que era para ele apenas me vigiasse. Tião agradeceu minha mãe e me olhou de um jeito tão ameaçador que eu gelei instantaneamente. Eu sabia que algo não estava bem, mais só de não ter mais que ir com ele já me fazia superar o resto. Mais a libertação de meus algores não foi plena e agora eu estava muito mais em perigo que antes. Minha vida passou de inferno para inferno mortal, o que aconteceu depois da minha emancipação de Tião, mais vou contar no próximo capítulo. Até mais.


Leia a parte 3 clicando aqui

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