MEU AMIGO, MINHA ESPOSA E MINHA FANTASIA II

Eu não aguentava mais de tanto tesão. O meu amigo chupando o cuzinho da minha esposa e, de vez em quando, ele parava de chupar e enfiava a sua língua naquele orifício maravilhoso. Quando ele via que a minha esposa piscava o cuzinho para deixa-lo mais doido ainda virava para mim, abria as nádegas dela e me mostrava aquela maravilha de bunda. Que cena incrível! A minha esposa de quatro com o cuzinho cheio de saliva de outro e piscando sem parar. Com o meu pau latejando, aproximei da cara dela e vi que ela estava lambendo os lábios e gemendo loucamente. Não me contive e aproximei o meu pau da boca dela. Ela, sem pensar duas vezes, colocou a língua na cabeça do meu pau e lambeu com todo furor, me deixando com mais tesão ainda. De repente, o meu amigo parou de lamber o cuzinho dela e, sem dizer uma palavra, colocou o dedo na portinha daquele buraquinho mágico e o enfiou todo de uma vez.

Ela soltou um grito, misto de dor e de tesão. Falei com ele que sempre tentei fazer aquilo, mas ela sempre me impedia dizendo que ia doer. Se soubesse que era só enfiar sem pedir autorização já teria feito inúmeras vezes. Ela virou para o meu amigo e falou que realmente não me deixava fazer aquilo, mas gostou da atitude ativa e máscula dele.

Com um dedo do meu amigo no cuzinho, ela olhou para mim e colocou a língua no meu pau novamente. Sem pestanejar, enfiou todo o meu cacete na sua boca e ficou chupando como se fosse um pirulito. Após alguns instantes maravilhosos que pareceram uma eternidade, ela tirou o meu pau da boca e falou para o meu amigo o quanto o pau dele era maior que o meu e o quanto adorou aquele mastro, mas estava com misto de frustração por não ter conseguido ter colocado aquela vara na boca da mesma forma que havia feito com o cacete do seu marido. E, assim, ficamos naquela posição por muito tempo. De vez em quando, o meu amigo retirava o seu dedo do cuzinho dela e colocava a língua novamente. Ela, por sua vez, ora me deixava estocar o pau dentro da boca dela ora o chupava avidamente, mas sempre dava uma parada para elogiar o quanto o meu amigo era gostoso e que nunca imaginou que fosse tão bom ter dois homens ao mesmo tempo. Ele, com um sorriso de gratidão, dizia que ela era muito linda, que o corpo dela era fascinante e que o seu cuzinho era quentinho, lisinho e apertadinho. De repente, o meu amigo se levantou e deu um tapinha na bunda da minha esposa.

Ela, como por telepatia, entendeu o que ele queria e parou de chupar o meu cacete, se levantou e se virou para ele com ar de quero mais. Ele, novamente querendo mostrar para ela o quanto era um garanhão, a pegou no colo, lhe deu um beijo demorado na boca, enquanto a levava para a cama. Com muito cuidado, ele a colocou deitada na cama, subiu em cima do seu corpo, colocou o seu pau na boca dela, que sem pedir já foi abrindo-a sem nenhum esforço deixando aquele talo entrar até a metade. Ele, olhando para mim com um sorriso sacana e de agradecimento, abriu as pernas dela, colocou as mãos em sua linda bucetinha, abrindo-a e deixando aquela grutinha vermelhinha à mostra e com frenesi, começou a lambê-la, a suga-la e a enfiar a língua com sofreguidão, fazendo um sessenta e nove extraordinário. Sentada bem em frente aquela cena, via o meu amigo colocando e retirando o seu pau da boca dela enquanto chupava e enfiava a língua cada vez mais naquela linda vagina. Quando ele viu que ela estava gozando fez um movimento brusco e, rolando na cama, colocou-a por cima enquanto mantinha a sua língua explorando aquela gruta e o seu cacete entrando e saindo de dentro daquela boquinha gulosa. E, assim, eles ficaram durante muito ora um em cima ora outro embaixo. Mais uma vez o meu amigo se levantou, pegou as pernas dela, levantou-as segurando-as pelas coxas e puxou o seu corpo até a beirada da cama deixando-a numa posição de total entrega. Com o pau latejando de tesão, o meu amigo foi se abaixando e aproximando da buceta da minha esposa que foi se abrindo e sendo penetrada de forma viril. Quando o seu cacete já estava todo enterrado dentro dela ele começou a subir e descer cada vez mais rápido, entrando e saindo de dentro daquela gruta vermelhinha e inchada de tanto desejo. Fiquei admirado com o vigor do meu amigo que não se cansava de fazer aqueles movimentos de vai-e-vem e com a minha esposa que recebia aquelas estocadas e continuava com aquele sorriso no rosto e pedindo mais e mais. De sobressalto, o meu amigo pegou a minha esposa, colocou-a de quatro e continuou metendo a vara nela e dessa vez de olho no cuzinho dela. Ele abriu as nádegas dela, de tal forma, que o seu cuzinho ficou aberto como se quisesse ser invadido por aquela rola enorme. Meu amigo não se fez de rogado, segurou os seios dela e apertou a bunda dela mais ainda de encontro ao seu corpo. Que cena! O meu amigo estocando e segurando aqueles seios com os biquinhos durinhos. Depois de várias estocadas vigorosas naquela buceta maravilhosa, colocou o dedo na boca da minha esposa e ela o chupou da mesma forma que havia chupado o cacete dele. Com o dedo ensopado do cuspe da minha esposa o colocou na portinha do seu cuzinho e enfiou todo de uma vez. Ele foi tirando e colocando o dedo com a mesma frequência dos movimentos que seu pau fazia na buceta dela. Não querendo tirar o dedo e pau daqueles orifícios, ele tenta segurá-la pela cintura e virá-la para que possa deitar e ela ficar sentada em seu cacete. No entanto, ele não consegue. Aí, ele tira o dedo do cuzinho e o pau da bucetinha dela, deita na cama e segurando as mãos dela pediu para ela sentar em cima do mastro o que ela fez com extrema rapidez. Ela cavalgava feito uma amazona aquela imensa rola, que entrava e saia daquela grutinha. Ele segurou os seios dela e ficou brincando com os bicos duros. E cavalgando aquela rola, ora ela ficava de frente com ele brincando com os seus seios ora ela ficava de costas com ele enfiando o pau na vagina e o dedo cuzinho. Eu estava encantado com os movimentos daqueles dois corpos ensopados de suor. Com o passar do tempo pude perceber que a minha esposa havia gozado inúmeras vezes e o meu amigo continuava com o mastro viril e, mesmo assim, ele não pedia arrego. Reduzindo as estocadas, o meu amigo a puxa para perto do seu peito, a deita de lado na cama e a pede para abrir as nádegas para deixar o cuzinho disponível para a sua rola. Ela fica apreensiva e fala que não iria aguentar aquele pênis enorme dentro do seu cuzinho e que estava com medo de que ele iria machucá-la. Ele, de forma carinhosa, falou que ia colocar devagarinho com todo carinho. Falou que gostaria de experimentar aquele buraquinho, pois ficava imaginando isto todas as vezes que marido dela comentava e ficava exaltando aquele cuzinho. Convencida pelos argumentos do seu amante, ela segurou o pau dele e colocou na portinha do ânus. Ele foi pressionando o pau naquele orifício anal que foi se abrindo devagarzinho para acomodá-lo. Quando o pau do meu amigo já estava todo dentro dela vi os dois ficarem imóveis por longos instantes como se quisessem imortalizar aquele momento. Mesmo com vontade de continuar com o pau dentro daquele orifício aconchegante, ele começou a fazer leves movimentos para ver qual seria a reação dela. Ela esboçava um misto de dor e prazer e pedia para ele continuar. Após diversas vezes que ele tirou e colocou bem lentamente o pau dentro daquele cuzinho, começou a aumentar a intensidade das estocadas e ela gemia de dor e prazer. Como num passe de mágica, ela parou de gemer de dor e ficou bem relaxada recebendo a imensa vara do meu amigo. Sem tirar o cacete do cuzinho dela, ele a segurou novamente pela cintura e virando de forma rápida colocou-a por cima dele e continuou metendo a vara na buça da minha esposa. Num movimento frenético, a rola dela saia e entrava com avidez no cuzinho dela. De repente, ela se levanta um pouco e fica sentada com todo o pau dentro dela. Assim como fez quando o cacete estava dentro da vagina da sua vagina, ela começou a cavalga-lo e, uma vez e outra, o pau dele saia totalmente e eu via o rabo dela bem arreganhado facilitando a entrada daquele membro viril. Depois de ser cavalgado por muito tempo, sem tirar a rola do cuzinho dela, ele a pega do jeito que já havia feito inúmeras vezes, a coloca de quatro e abre a bunda dela para que pudesse ver aquele pau arregaçando o cuzinho da minha esposa. E pouco antes dele gozar, ele virou para mim e mostrou o quão rápido ele estava estocando o lindo cuzinho dela. E num berro de um animal selvagem, ele segura as nádegas dela e enche aquele buraco todo de porra. Mesmo tendo gozado, ele continua metendo e a minha esposa parecia que não queria deixar aquela vara sair de dentro dela. Eles permaneceram naquela posição por muito tempo. Quando eu imaginava que a festa havia acabado, a minha esposa foi até o banheiro e trouxe o pote de lenços umedecidos e limpou a vara dele enquanto ele limpava o cuzinho dela que naquele momento já havia voltado para o seu tamanho normal e com as pregas bem a mostra. Para minha surpresa os começara a se lamberem novamente. Ela engolindo a vara dele até a metade e ele enfiando a língua na buceta e no cuzinho dela. E o ritual de acasalamento deles se repetiu inúmeras vezes da mesma forma que narrei acima. Depois de ficarem exaustos, ela ficou esticada na cama e ela foi para o banheiro tomar um banho. Quando ele saiu do banheiro, ela o abraçou e disse que queria mais, mas não seria naquele dia porque estava exausta. Logo que ela saiu do banheiro, o meu amigo me agradeço e abraçou-a como se fosse o marido dela e perguntou se eu havia gostado e se a minha fantasia havia sido realizada. Com um sorriso largo no rosto, disse que para que havia amado aquela experiência que já que eles queriam repetir aquela transa fenomenal, eu não veria nenhum problema em deixar a casa sempre disponível para os encontros deles. Mas fui taxativo: Só aceito se for na minha frente!

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