Meu pedreiro me comeu, comeu minha namorada e ainda me zuou

Passados alguns dias que o seu Zé tinha tirado meu cabaço, ainda tinha vergonha do que tinha acontecido. Tentava evitar ele ao máximo, minha cabeça estava bagunçada: como aquilo tudo podia ter sido tão bom? Mas ao mesmo tempo, me parecia tão errado. Para quem não sabe do que estou falando, veja o conto Pedreiro tirou o cabaço do meu cuzinho.

Pois bem, a obra já estava nas ultimas etapas e, como o seu Zé já tinha outro serviço pela frente, estava correndo para terminar ali o quanto antes, trabalhando inclusive aos finais de semana.

Eis que chegamos naquele fatídico final de semana. Sábado a noite, sai com minha namorada, Patrícia, morena, 18 aninhos, 1,72 de altura, seios fartos (sabe aquela novinha pouco gordinha e muito gostosa?), que nunca negou fogo na cama. Eu fui o primeiro namorado dela, inclusive tirei sua virgindade, ela nunca tinha tido relação com outro homem.

Como disse no conto anterior, tenho um pau bem pequeno, apenas 11 cm. Mas isso na cama nunca nos atrapalhou: sempre foi maravilhoso, ela sempre gozou bastante de ficar encharcada.

Enfim, saímos, bebemos e ela decidiu dormir em casa pois já estava tarde e ela mora em uma cidade vizinha. Caímos na cama e dormimos profundamente.

No dia seguinte, acordei primeiro que a Patrícia e decidi tomar um banho enquanto ela estava deitada na minha cama. Como sempre, ela dormia só de calcinha e sem sutiã.

Estava ali, despreocupado tomando minha ducha, quando notei que tinha alguém no quintal. Seu Zé tinha a chave, eu tinha me esquecido completamente que ele vinha até de domingo! E para piorar, ele estava espiando minha namorada dormir pela fresta da janela, enquanto apertava seu pau por cima da calça.

Eu fiquei indignado! Peguei a toalha, enrolei no corpo e fui no quintal, certo de que o seu Zé ia tomar um susto e pedir desculpas. Quando ele me viu chegando, logo falou:

  • Rapaz, que delicia de novinha é essa hein! Eu sentava a vara nela sem dó.

Eu fiquei em choque!

  • Que isso, seu Zé?!?!?!

Estava sem reação. Que ousadia era aquela???? Então ele veio em minha direção, tirou minha toalha, jogou longe e disse:

  • Como que pode segurar uma delicinha dessas com um pauzinho tão pequeno como esses? Ela não deve sentir nem cócegas. Mas agora, essa bundinha…

Quando me vi, estava ali, de novo, pelado e em um misto de raiva e tesão por aquele safado. Ele me puxou, me dando um abraço e, com a mão na minha bunda, começou a raspar o dedo no meu cuzinho.

  • Ahh vc não tem ideia como sua bundinha é boa, viu? Uma dessas não se acha em qualquer lugar.

Ali eu já tinha me rendido. Comecei a passar a mão na vara dele e já estava com meu pau explodindo e o cuzinho piscando, enquando ele beijava meu pescoço e passava a mão no meu corpo e colocava só a pontinha do dedo no meu cu.

Seu Zé me virou de costas, começou a esfregar a rola que estava dura e dentro da calça na minha bundinha. Nisso, percebo que a Patrícia está assistindo.

Me desesperei! Me soltei do seu Zé e entrei em casa correndo. Ela estava só de calcinha sentada na cama. Achei que ela ia brigar comigo, mas disse:

  • Eu já imaginava que você curtia algo assim, tinha percebido até como vocês se olhavam. Mas assim, agora quero ver no que vai dar.

Foi falando isso e tirando a calcinha. Meu coração disparou. Ela me entregou a calcinha, de renda daquelas que entra bem na bundinha, e disse:

  • Você é quem vai usar ela.

Não sei dizer ao certo o que senti naquele momento. Era sério aquilo? Não parecia real o que estava acontecendo. Nisso ela gritou, chamando o seu Zé. Ela se levantou, sem roupas, sentou em um sofázinho que tenho no meu quarto enquanto eu estava na cama, se cobriu com um cobertor e aguardou ele chegar. Eu vesti a calcinha. Seu Zé, quando entrou no quarto, não perdoou:

  • Rapaz, já é natal e ninguém me avisou? Olha que presentão!

E a Patrícia disse:

  • Quero ver como você faz com ele.

Seu Zé tirou a camisa, os sapatos e a calça, ficou só de cueca. Me abraçou por trás, beijando meu pescoço, passando a mão pelo meu corpo e esfregando aquele pau na minha bunda. Depois me sentou na cama e tirou pra fora aquele pauzão, grosso de uns 20 cm, me colocando pra mamar.

Patrícia não se aguentou:

  • Noooossssa!!!! Que pau enorme!!!! Tiago, como você aguentou isso???

E seu Zé, sorrindo:

  • Aguentou sorrindo, dona. Bebeu todo o leitinho e jogou o dele todo no chão. Queria era mais!

Estava envergonhado com toda a situação, mas que estava bom demais, ahhhhhhhhhh isso estava.

Seu Zé me virou de costas, deitado com a bundinha pra cima, puxou a calcinha de lado, deu uma cuspidinha na ponta da rola, massageou e começou a por no meu cuzinho.

Estava doendo, não vou negar. Mesmo só com uma parte do pau dentro de mim, ele já dava umas socadas, tirando e colocando, pra ir alargando. Isso tudo sussurrando no meu ouvido:

  • Delicia de cuzinho apertado! Que sorte que eu tenho de -ter uma putinha boa igual a você. Cadelinha!

Me deixei levar e só gemia. Estava tão bom que até me esqueci que a Patrícia estava no sofá nos assistindo. Quando me lembrei, pensei que fosse ver ela rindo de mim ou irritada com a situação, mas pra minha surpresa ela estava sentada, com os dois pés em cima do sofá, as pernas bem abertas e brincando com sua bucetinha.

Nisso seu Zé já estava me estocando gostoso, olhando pra ela com cara de safado, triunfante em me comer daquele jeito. Me virou com a barriga pra cima, abriu minhas pernas e começou a me comer em posição de frango assado.

A bucetinha da Patrícia já estava escorrendo, quando eu percebi que ela levantou e veio na nossa direção. Ela sentou na cama, deitou e ficou na exata posição que eu estava e disse:

  • Se você pode, eu também posso. Seu Zé, quero sentir como é ter um pauzão desses dentro de mim.

Eu sei que quem está na chuva é pra se molhar. Ora: eu estava de calcinha, dando pro meu pedreiro, na frente da minha namorada que estava pelada e se masturbando. Já era tudo surreal, não tinha como exigir muita coisa neste momento. Mas assim, eu não havia me preparado pra nada daquilo, muito menos pra ser corno.

Olhei pro seu Zé, esperando um milagre que obviamente não aconteceu. Ele sorriu, tirou o pau do meu cuzinho, deu uma punhetadinha, deu dois passos pro lado e começou a colocar na buceta dela. Isso tudo não sem antes me provocar:

  • Vou cutucar sua mulherzinha onde você não chega nem com a mão.

Colocou o pau na entrada da bucetinha dela e começou a enfiar. Ela gemia como eu nunca tinha visto antes, seus dedos se contorciam, seus olhos reviravam.

Conforme os movimentos foram aumentando, ele socava sem dó, com muita força. Ela gemia, gritava, até escorriam lágrimas dos olhos dela até começar a gritar que ia gozar.

Gozou, molhando toda a cama e seu Zé não parou, continuou socando por mais alguns minutos, e sempre me provocando:

  • Nossa, como essa buceta é apertada rapaz. Posso até falar que tirei a virgindade de boa parte da buceta dela, já que era 0km.

Ela gritou que ia gozar de novo, ele disse que também ia. Enquanto isso, o que me cabia era bater punheta.

Os dois gozaram. Seu zé, com seu pau meia bomba, me puxou pelos braços, me pegou pela nuca e disse:

  • Agora limpa essa sujeira.

Primeiro me fez lamber o pau dele e deixar limpo, depois enfiou minha cara na buceta da minha namorada. Eu estava ali, de calcinha, com ele enfiando o dedo no meu cu, chupando toda a porra que estava escorrendo da buceta dela. Bebi todo o leitinho e não me aguentei, acabei gozando na punheta.

Quando tudo terminou, seu Zé foi pegando a roupa no chão e dizendo que tinha pressa pra terminar a obra, falando do próximo serviço e nos deixou no quarto.

Eu e a Patrícia ficamos nos olhando, fixamente. Depois conversamos sobre tudo o que tinha acontecido e fomos nos acertando. Muita coisa mudou pra nós na cama depois de tudo isso, mas é uma história para outro dia.

Se leu e gostou, por favor comente. Se eu animar eu continuo a escrever outras situações que passamos.

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