O bumbum maravilhoso de uma coroa

Vou contar para vocês algo que realmente eu nunca mais vou esquecer, foi quando eu tive uma experiência deliciosa que começou em um fila de emprego, tive a oportunidade de conhecer uma senhora muito simpática, de uma gentileza sem igual. Tudo começou às cinco da manhã, ao chegar ao local em busca de um emprego já havia uma fila consideravelmente longa, cada um com sua história e seus desafios, quando cheguei perguntei para essa senhora se ali era o final da fila, lógico que eu sabia que era, mas foi só uma maneira de pedir licença, mostrar que eu era apenas mais um desempregado ali na batalha, o tempo foi passando e as pessoas ali cada uma com suas preocupações, olhando o celular, outras ligando para alguém, buscando algumas distrações para passar o tempo, a fila estava muito grande, e o local da seleção era um daqueles centros de recrutamento vinculados a sindicatos, era muita gente mesmo, nessa espera o dia começou a clarear, alguns ambulantes passavam vendendo café, bolo e outros salgados, foi quando essa senhora chamou o vendedor e pegou um café, eu estava meio que distraído olhando algumas mensagens no celular, foi quando ela perguntou se eu queria algo, eu agradeci mas ela insistiu, como estava muito frio acabei aceitando o café, e começamos a conversar banalidades, como o frio que fazia no dia, a quantidade de pessoas na fila, a situação difícil, enfim, coisas que ajudavam a passar o tempo, eu sou um cara muito tímido, tanto é que quem puxava mais assunto era ela, a simpatia dela era tamanha que eu comecei a gostar da companhia, como ela havia pago o primeiro café acabei me sentindo na obrigação de retribuir o gesto, ela aceitou e agradeceu, e continuamos conversando, foi quando o celular dela tocou ela pediu licença e atendeu a ligação, foi aí que a situação acabou dando uma mudada, ela virou para atender a ligação, ela usava uma daquelas jaquetas com capuz, mas é aquele modelo mais curto de jaqueta feminino, mas o que chamou minha atenção não foi a jaqueta, até então eu não havia notado o corpo dela, mesmo porque conversávamos sobre assuntos que não tinha nada malicia, era apenas banalidades mesmo, tem algo na mulher que me excita muito, mas muito mesmo, é o bumbum, mas o formato com aquele culote que deixa o quadril mais larguinho é muito atraente para mim, ela tinha um bumbum médio, mas o culote deixava mais largo, a calça que ela usava era aquele jeans com elastano do tipo que sumia entre sua nádegas, foi muito difícil desviar os olhos daquela cena, estava enfiado mesmo, aquilo me deixou de um jeito que até o frio desapareceu, eu estava com aquela bolsa tipo carteiro, e não teve jeito tive que posicionar a bolsa na minha frente para disfarçar a ereção, ela terminou a ligação e eu fiquei sem saber o que fazer com meus olhares, e se ela percebesse? Imagine você em uma fila de desempregados cheio de gente de cara amarrada e a mulher resolve te chamar de tarado para todo mundo ouvir? Tive que me policiar para não demonstrar que estava devorando seu bumbum com os olhos, mas a cada movimento da fila era uma tortura, e tenho que confessar, que tortura deliciosa de ver, ela não tinha um rebolado daqueles jogados para os lados, era um movimento mais contido e para mim muito excitante, entre um disfarce e outro comecei a notar melhor seu corpo, ela não era gordinha, mas também não era magra, tinha um corpo que ficava ali no meio termo, os seios aparentavam sem pequenos, não fazia muito volume sob a roupa que ela usava, teve um momento em que parece que deixei ela perceber algo, quando estávamos nos aproximando da porta do local ela comentou algo do tipo “enfim estamos chegando” e ela olhou para trás me buscando com os olhos, eu fui até rápido mas acho que ela percebeu que eu estava olhando seu bumbum, se percebeu soube disfarçar, a fila andou ela olhou para frente e encostou o ombro no muro, foi possível perceber que ela fez um movimento com os pés e abaixou a cabeça como que estivesse verificando seu corpo, logo pensei fiz merda, deixei ela perceber minha tara, ela ficou um bom tempo assim, eu encostei as costas no muro ainda com a bolsa posicionada em minha frente, e ela de costas para mim prolongando aquela tortura deliciosa, tentei desviar os olhos mas era muito difícil, ela parecia saber o que estava acontecendo, ela ficava de costas para mim com o ombro encostado no muro e a perna cruzada formando um 4, a fila se movimentou novamente e depois de alguns passos ela me olhou novamente, foi quando eu notei que ela sabia dos meus olhares, ela olhou para frente e balançou a cabeça, falei… já era, essa não fala mais comigo, chegamos ao local pegamos uma senha, o atendimento foi até rápido depois daquela fila imensa, foi uma breve entrevista, deixei os cinco currículos que era uma das exigências, enfim, aquele mesmo papo, aguarde que entraremos em contato, nesse meio tempo até esqueci daquela mulher, quando estava saindo do local alguém falou oi e tocou no meu ombro, era ela perguntando se havia conseguido algo, respondi o de sempre pediram para aguardar um possível contato, ela respondeu vai dar tudo certo, só que o sorriso dela me surpreendeu, imaginei que ela estivesse chateada comigo por ter percebido algo, mas continuamos andando e conversando sobre empregos, cursos, etc… Até que do nada ela falou, você é muito tímido, e respondi sou mesmo tenho que admitir, conversa vai conversa vem, falamos um pouco de nossas vidas, ela uma mulher separada já a alguns anos, sem filhos por opção, enfim esgotamos os assuntos, nos despedimos ela me deixou um telefone de contato caso alguém conseguisse trabalho combinamos de entrar em contato para compartilhar dessa alegria.

Passou um tempo e ela me ligou dizendo que havia conseguido trabalho, fiquei feliz por ela, conversamos mais um pouco até que partindo dela me convidou para comemorar o trabalho novo, ela sugeriu algo bem simples como um lanche, nos encontramos, ela estava com um vestido longo estampadinho, mas mesmo assim dava para perceber aquele quadril maravilhoso, falamos sobre muitas coisas naquele dia, até que em um momento ela percebeu que dei uma rápida olhadela no bumbum de uma mulher que havia passado por nós, fiquei meio sem graça na hora, ela sorrio e falou tudo bem, isso é normal e soltou uma gargalhada, acabamos rindo da situação, estava um dia lindo céu aberto, mas não estava calor estava muito bom, estávamos próximo ao parque do Ibirapuera e resolvemos dar uma volta no parque, andamos mais um pouco e resolvemos sentar em um daqueles bancos, estávamos conversando quando passou um casal fazendo caminhada, a mulher estava com aquela bermuda colada ao corpo e caminhando rápido, dava para ver que ela estava em busca de uma “boa forma” ela estava um pouco acima do peso e aquele molejo todo ao caminhar me fascina, o bumbum dela balançava muito e era impossível não notar, só esqueci-me de um detalhe eu estava acompanhado, abaixei a cabeça por um momento tentando disfarçar, mas foi inevitável, ela olhou para mim e falou, mas você é fogo hein e caímos na gargalhada, agora eu tinha que jogar o tema do nosso próximo bate papo, mas como? Minha timidez era terrível, foi aí que ela me surpreendeu e quebrou o gelo, e foi logo perguntando, você gosta né? Eu dando de desentendido respondi com outra pergunta, desculpe-me não entendi, como assim gosto? Foi quando o bumbum feminino virou tema de nossa conversa, a conversa ficou animada e cada vez mais picante e começamos a opinar toda vez que passava um bumbum dentro de uma calça legging, foi bem divertido rimos muito, foi quando ela perguntou, e o meu? O que você acha? Demorei um pouco para responder, mas respondi de maneira bem tímida, achei bonita… Mas ela insistiu só isso? Mas não conseguia ser mais safado e continuava a responder de forma mais comportada, foi quando ela falou, eu sei que você achou mais que isso, eu percebi… Eu vi que você ficou bem animado na fila, aquilo foi a deixa para um papo bem gostoso, o olhar dela ficou bem safadinho, mas ela também demostrava uma certa timidez o que é compreensível partindo de uma mulher de 54 anos, essa era a idade dela na época, geralmente as mulheres tem uma certa dificuldade de se soltar quando o assunto é sobre seu corpo, não as culpo, mas nossa sociedade hipócrita “conservadora” faz com que a mulher sinta vergonha de sua sexualidade, seus desejos, suas vontades, é algo extremamente terrível como se a mulher não gostasse de sexo. Voltando a nossa conversa tive que confessar que realmente havia ficado excitado, ela me olhou com um sorriso que nunca mais vou esquecer, era um sorriso que parecia um convite para algo mais, aquilo me deu mais coragem para apimentar mais o assunto, e comecei a falar sobre fantasias que tenho com mulheres com bumbum grande, e ela entrou no jogo perguntando o que eu faria, percebendo que a situação estava irreversível no bom sentido da coisa respondi olhando em seus olhos, a primeira coisa que faria seria leva-la para um lugar bem sossegado, lhe daria um longo beijo tocando seu corpo macio, tiraria seu vestido bem lentamente bem gostoso, deixaria só de calcinha, pois percebi que ela estava sem sutiã, os bicos dos seios dela ficaram bem acentuados naquele tecido leve, ela tentou esconder com as mãos, mas eu falei não faça isso deixa rolar, são seus seios e são lindos de ver, ela tirou a mão mesmo que timidamente e realmente aqueles bicos estavam sedentos por algo bem quente como uma linga bem carinhosa, continuei falando o que eu faria estando só nos dois entre quatro paredes, ela só de calcinha diante de meus olhos tocando aquele quadril lindo, aquele bumbum que parecia se espalhar para os lados, desenhados pelos culotes mais belos desse mundo, só que eu precisava de algo mais, eu precisava ver aquele bumbum que só havia visto dentro de uma calça jeans desbotada, nesse momento ela me interrompeu e falou eu preciso disso, eu quero isso…O lugar não importava, foi quando eu lembrei de um motel que conhecia na Washington luis, nos levantamos e pegamos um taxi, o motel era bem discreto, entramos e quando chegamos ao quarto tive a oportunidade de encoxar aquela mulher, deu para sentir sua pele se arrepiando toda, segurei ela pela cintura e a puxei para perto da cama, eu queria despi-la igual eu falei que faria quando estávamos conversando no parque, fiz exatamente igual, os seios dela eram lindos, as aréolas eram médias, os seios não eram pequenos como eu imaginava, eram médios, os bicos num tom acastanhado bem clarinho que contrastavam com a pele branca com um perfume de mulher maravilhoso, mas eu queria ver aquele bumbum, fui virando ela bem lentamente, que coisa mais linda o bumbum de uma mulher, nem preciso falar que meu pau ficou como pedra naquele momento, um bumbum branco, com algumas celulites, mas quem se importa com isso, com aquelas ancas acentuadas era meu sonho realizado, beijei cada parte daquela bunda, mas não resistindo mais tive que realizar outro sonho, foi quando passei a minha língua bem no meio do seu bumbum, ela levou um susto e puxou o bumbum para frente alegando que precisava tomar banho, sugeri que fossemos juntos para o chuveiro, sabe como fomos? Ela me puxando pelo pau, que cena maravilhosa aquela mulher que até então eu chamava de senhora, rebolando na minha frente segurando meu pau como se estivesse me puxando para debaixo do chuveiro, ela tinha uma mão pequena e bem delicada, macia uma delicia, debaixo daquele chuveiro foi outra delicia poder passar o sabonete naquela bunda deliciosa tendo a oportunidade de passar os dedos pelo seu ânus, nos secamos e voltamos para cama, a deitei de bruços na cama e pude contemplar aquela bunda linda, voltei a beijar sua bunda, mas dessa vez não perdi tempo e mais uma vez passei minha língua bem no meio daquela bunda, ela tentou recuar novamente, talvez não estivesse acostumada com aquilo, mas eu também não, estava amando fazer aquilo, ela tentava empurrar minha cabeça como quem não estivesse gostando, mas logo soltava e apertava o travesseiro, foi quando ela começou a levantar mais o bumbum até ficar de quatro mas com o bumbum bem empinado, que visão mais linda, ela com a cabeça no travesseiro e aquela bunda toda para cima buscando minha língua, o cheiro daquela mulher era algo fenomenal, era um perfume de fêmea no cio, totalmente inebriante, e que buceta, era bem lisinha, sem nenhum pelo visível, mas era de uma sensibilidade que ela demonstrava com cada rebolada que dava em meu rosto, era muito tesão recolhido, foi quando pedi para ela sentar em meu colo de costas para mim, aquele corpo arqueado engolindo meu pau, e eu falando em seu ouvido quase que sussurrando dizendo que ela era minha, só minha, quanto mais eu falava ela se esfregava no meu colo com meu pau dentro dela, seus olhos fechados, nossa respiração ofegante e tremula, seus seios eram meus enquanto ela puxava minha cabeça para que eu falasse mais safadezas em seu ouvido, só que nesse momento ela começou e pedir para que eu a chamasse de tudo aquilo que eu tivesse vontade, chamei de minha putinha, e ela falou, fala mais, e continuei, minha safada, minha gostosa, minha vadiazinha, e estávamos ali bem coladinhos curtindo aquela excitação toda, que corpo gostoso ela tinha, o perfume do sexo pelo quarto, foi quando chamei de cadelinha que ela começou e se movimentar mais rápido e dizendo sou sua cadelinha repetidas vezes, foi quando senti seu corpo dando pequenos saltos como se fossem espasmos, ela havia gozado, ela ficou um pouco parada bem ofegante e depois começou a se movimentar bem devagarinho, subindo e descendo colada em meu corpo, como era gostoso ver aquele corpo, aquela bunda, sentir o calor de sua buceta, aquela mulher estava entregue, foi quando ela se levantou e deitou de lado, pegou meu pau e fez come se estivesse punhetanto bem devagarinho, aquela mãozinha tão delicada e quente, também deitei e ficamos ali aproveitando aquele momento, quando fechei os olhos ela começou a me chupar, para mim foi uma surpresa, talvez por sua aparência tão recatada eu não imaginava ver aquela cena, ela chupando meu pau, que boca maravilhosa, quente, úmida…Foi quando ela montou em mim, mas dessa vez de frente, de modo que seus belos seios ficassem ao alcance de minha boca, ela me cavalgando eu mamando aqueles seios, apertava aquela bunda dando leves tapinhas, ela apertava meu rosto contra seus seios soltando gemidos contidos e aquela respiração ofegante, eu acariciando aquela bunda até que alcancei seu cusinho, eu alisava aquele cusinho como se fosse um pedido de permissão, eu queria que ela pedisse que eu enfiasse meu dedo naquele cusinho, eu passava meu dedo por sobre seu cusinho e era possível sentir suas preguinhas, foi quando ele falou em meu ouvido…Enfia, enfia logo esse dedo vai…na primeira tentativa não entrou, salivei em meu dedo, e desse vez entrou…Essa mulher começou a rebolar devorando meu pau com sua buceta, mas dessa vez quem não aguentou foi eu, comecei a gozar dentro dela, e ela mais uma vez soltava gemidos trêmulos, seu cusinho piscava em meu dedo, ela estava gozando novamente e eu podia sentir ela piscando o cusinho em meu dedo, ela gemia bem baixinho em meu ouvido dizendo que era minha putinha, olhei em seus olhos e trocamos um longo beijo ainda com nossos corpos colados…Tivemos outros encontros quentes, realizamos muitas fantasias que estavam adormecidas dentro daquela mulher que de recatada só tinha sua aparência, mas entre quatro paredes sabia devorar um homem.

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