PRIMEIRA VEZ – INESQUECÍVEL

Tínhamos 14 anos. Além de primos, erámos muito amigos.

Certo dia de domingo em que estávamos na praia – nossas famílias haviam alugado uma casa – e no fim de tarde estávamos sentados, eu e meu primo Luiz, na mureta que havia na frente. Conversávamos sobre tudo, inclusive, como era natural, sobre sexo. Repentinamente, não sei por que, ficamos em silêncio e eu coloquei minha mão sobre uma de suas pernas. O mesmo ele fez como que em resposta. Ainda em total silêncio nos olhamos como nunca havíamos feito antes. Sem qualquer palavra nos levantamos e nos dirigimos para o interior da casa que estava vazia. Os nossos pais e a irmã dele mais velha, Luiza, com 16 anos, haviam saído. Sentamos no sofá, nos olhamos e novamente colocamos as mãos nas pernas um do outro, só que desta vez mais ao alto da coxa, próximo da virilha. Ainda sem dizer uma só palavra, como que tivéssemos combinado, levantamo-nos e fomos para um dos quartos do andar de cima da casa (era um sobrado) e sentamos à beira da cama. Estávamos vestidos apenas com calção e sem camisas. Nossos paus estavam visivelmente duros. Institivamente levei minha mão ao pinto dele e ele também levou a mão para o meu pau, ambos ainda de calção. Não erámos gay, nunca havíamos falados sequer em fazer troca-troca. Quando conversávamos sobre sexo era sobre as meninas da escola, dizendo que queria comer essa ou aquela, inclusive a irmã dele, o que o deixava louco da vida. Ainda sem dizer uma só palavra, enfiei minha mão por dentro do calção do Luiz e, pela primeira vez, segurei um pau que não o meu. Ele também fez o mesmo. A sensação foi maravilhosa! Simultaneamente tiramos os calções e ficamos peladinhos. Deitamos e nossos corpos nus se encostaram deliciosamente. O sentir o pau do outro tocando o corpo provocou um sentimento até então nunca experimentado por nenhum dos dois. Fitei o Luiz nos olhos e, não resistindo, eu o beijei e fui correspondido. Num movimento rápido abaixei, segurei o pau do Luiz e passei a lamber a cabeça, sua extensão e acabei por o colocar inteiro na minha boca. Nunca havia imaginado fazer isso um dia. Colocamo-nos de modo que Luiz também pudesse chupar meu pau também, o clássico 69. Não sei dizer o que era mais gostoso, chupar ou ser chupado. (no futuro descobri que gostava mais de chupar hehehe). Virei meu corpo debruçando sobre a cama e, pela primeira vez falei: Luiz deite-se sobre mim e me come, não aguento mais! Ele assim fez. A sensação do peso de outra pessoa sobre meu corpo, o pinto dele duríssimo entre as minhas coxas, tocando próximo do meu cuzinho é inesquecível. Pedi novamente: me fode, enfia logo esse pau no meu cu virgem, quero muito sentir seu pau todinho dentro de mim. Luiz, então, lubrificou com saliva seu pau e o meu cuzinho, que piscava de tesão, e colocou na portinha. Estremeci de prazer. Luiz foi enfiando devagar mas sem parar, não senti nenhuma dor, só prazer! Nossos paus eram de tamanho normal para a idade. Ele bombou até encher meu cu de porra. Delicioso sentir o “leitinho” quente invadir o cu e depois escorrer pela bunda. Foi maravilhoso! Luiz sai de cima de mim e ficou prostrado ao meu lado. Meu pau ainda estava duríssimo. Luiz o tomou nas mãos, olhou para mim, sorriu, o abocanhou fazendo uma chupeta espetacular. Olhou novamente pra mim e disse: agora é minha vez de sentir seu pau no meu cuzinho. Virou-se de bruços, arrebitou a bunda e disse: mete tudo, meu cu é seu! Não vacilei, cuspi em minhas mãos, passei no meu pau e no cuzinho do Luiz e comecei a enfiar. Luiz urrava, não de dor, mas de prazer, o que me deixou louco. Não demorei e esporrei dentro do seu cu. Virei-me e ficamos os dois deitados lado a lado, plenamente satisfeitos. Era nossa primeira vez. Até então nunca tínhamos comido um cu de quem quer que fosse e menos ainda uma bucetinha. Rimos bastantes e declaramos nosso prazer pelo acontecido. Ficamos em pé e, ainda nus, nos abraçamos de frente o que fez com que nossos paus ficassem duros novamente. Não resisti, virei-me de costa e pedi ao Luiz: me fode de novo, em pé!
Prontamente Luiz posicionou seu pau na entrada do meu cuzinho, não sem dizer: depois vou querer que você me foda do mesmo jeito. Enquanto Luiz metia no meu cuzinho, ao mesmo tempo ele me punhetava. Foi uma delícia, inesquecível. Amei dar o cu em pé, pois possibilita você rebolar mais, arrebitar a bundinha (hehehe) e forçar o cu de encontro ao pau, mesmo que já inteiramente dentro de você.

Em verdade, não queríamos que aquele momento acabasse. Era a descoberta efetiva do sexo e de maneira surpreendente para os dois.
A vida seguiu, várias vezes fizemos “troca-troca”, e também nunca dei o cu para outra pessoa e tampouco ele.

Quem nunca fez troca-troca na infância não sabe o que perdeu. Não há como esquecer! Pinto é tudo de bom. Eu gosto bastante. Por isso, embora casado com filhos, vez ou outra procuro um travesti e curiosamente escolha as bem femininas e dou a bundinha, chupo, enfim, mato a saudades daquele tempo. Com traveco sou só passivo.

Em outro conto vou narrar com foi a minha primeira vez com uma mulher e se descobrindo bi-sexual. Adianto que gosto, as vezes, de fazer inversão de papel.

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