Tiozão comedor – I

Antes de mais nada, deixe eu me apresentar. Tenho cinquenta anos, em forma, pau grande, descendente de alemães (tradução: cabelos loiros, olhos azuis). E uma predileção por bundinha de nerdzinhos: branquinha, lisinha. Adoro.

Pois bem. No carnaval fomos todos para a praia, e paguei um amigo do meu filho para cuidar da casa. Deixei ele bem à vontade, só precisava mesmo ficar em casa de noite e cuidar dos cachorros. Só isso. Ele é um menino estudioso, e perguntou se poderia ficar mais tempom, e usar a biblioteca e a internet. Sem problemas, disse, fique bem à vontade. E, dando um sorriso irônico, se quiser ver algum filminho, aproveite. Ele ficou vermelho com a sugesstão, todo sem jeito. Bati nas costas dele, e disse tudo bem, não precisa ter vergonha.

Nomeio da gesta, tive que retornar a Curitiba para atender a uma emergência de trabalho, e antes passei em casa para colocar o terno, claro. A casa estava silenciosa quando entrei – cachorros aproveitando o calor para tomar um banho de sol nem repararam que eu cheguei. Acheu até que o Tiago (o nome do guri) tivesse saído para a balada. Tudo certo.

Entrei no banheiro e dei de cara com.. o guri. Notebook num banquinho, passando um vídeo qualquer, se masturbando de olhos fechados. Nem notou que eu entrei. Quando deu por si, ficou assustado, tentou se cobrir, e eu disse que tudo bem, ia deixar ele sossegado.

Ia saindo do banheiro quando bateu a curiosidade de ver que vídeo ele estava assistindo. Ele tento, mas não conseguiu, fechar o note antes que eu chegasse perto. E para a minha surpresa, justamente um guri sugando um cara mais velho. Sentei no banquinho e fiquei assistindo, instintivamente passando a mão na perna do guri, bolinando. A primeira reação dele foi de surpresa, mas aos poucos foi relaxando e chegando mais perto.

Sentei na beirada da banheira e abri as minhas calças, tocando uma punheta bem leve. Como ele não se mexia, peguei mão dele e coloquei no meu pau. A princípio hesitante, pegou com firmeza no pau e começou a mover devagarinho. Murmurou que nunca tinha feito isso, e disse a ele que tudo bem, ele estava fazendo certinho.

Deixei ele ficar brincando com o pau enquanto me livrava da cammisa e dos sapatos, e depois fui passando a mão pela coxa dele, subindo em direção à bundinha. Ele abriu bem as pernas, inclusive apoiando um pé na beirada. Juntei dois dedos e passei no reguinho dele. O pau dele ficou duro na hora. E aos poucos fui apertando os dedos, abrindo devagar o cuzinho. Bem apertado: acho que ele era virgem antes disso.

Virei um pouco o corpo, batendo uma punheta leve no pau dele enquanto enfiava o dedo médio no cuzinho dele. Ele gemia, de olhos fechados, instintivamente abrindo mais as pernas. Juntei mais um dedo e fui forçando o caminho aos poucos. Ele gemia baixinho, deixando acontecer. No video o cara estava comendo o garoto, e perguntei para o Tiago se ele queria experimentar também

Murmurou que tinha medo. Medo o que? Medo da dor, medo de ser gay. Medo de tudo. Disse que deixasse de bobagem, peguei na mão dele o puxei para a cama. Deitei na cama e tirei as calças, e puxei o menino para que chupasse meu pau. Hesitante, ele abriu a boca e deu uma lambida exporatória, agarrando a base do pau como viu no filme. Aos poucos foi descendo a boca e lambeu como se sugasse um picolé. O incentivei passando a mão em seus cabelos, e ele se animou.

E não é que ele estava fazendo tudo direitinho? Senti um jorro chegando e segurei só um pouco, para que apenas um jato escorresse pelo pau. Ele se assustou um pouco, tentou tirar a boca, mas o segurei no lugar e fiz com que lambesse. Esse é o pteu prêmio pelo ótimo trabalho disse a ele. No começo hesitante, lambeu e disse que adorou o sabor.

Puxei-o para mim e dei um beijo demorado, e deitei0o na cama. Bolinei as coxas, acariciando o pau e a bundinha, lisinha por sinal. Devagar, voltei a enfiar um dedo no cuzinho ainda virgem dele, enquanto ele se debatia um pouco. Mas gemendo, deliciado. E o pau, esse estava duro, lindo de se ver a excitação dele.

Juntei um segundo dedo, empurrando aos poucos. Ele primeiro resisitiu, mas quando disse que relaxasse, os dedos começaram a entrar. Deixei os dois dedos enfiados e fui virando ele na cama, deixando de bundinha para cima. Fiz com que colocasse dois travesseiros debaixo da barriga, e fui abrindo mais as pernas dele, movendo devagar os dois dedos dentro dele. Enfiava e retirava, no começo devagar, depois acelerando. E ele gemendo cada vez mais alto. Em um certo instante, chegou a gozar um pouco.

Mas não parei, masturbando-o e metendo os dedos no cu. Quand o senti pronto, puxei-o pelas ancas e o deixei de quatro. Meti uma camisinha e passei um lubrificante. Depois untei bem os dedos e espahei o lubrificante no seu cuzinho. E então, com o pau em riste, encostei no cuzinho dele. Ele arfou quando sentiu o pau encostado no cuzinho Empinou a bunda sem querer, abrindo aquele buraquinho para mim.

E então comecei a enfiar, um milimetro de cada vez. Ele reagiu quando a ointa começou a entrar, reclamendo da dor. Deixei o pau bem quieto – sem tirar – e disse que relaxasse. Difícil, eu sei, mas ele aos poucos começou a relaxar, acostumando com o invasor. E foi ele mesmo que empurrou a bundinha contra o mau pau, fazendo com que entrasse mais um pouco. Gemeu alto, mas dessa vez não reclamou. Ficou quieto até se acostumar, e depois,rebolando, foi enfiando mais e mais,até que a cabeça passou totalmente com um ruído de sucção. Foi ali, e só ali, que ele deu um pequeno gemido.

Mas não tentou tirar. Resistiu um pouco, relaxou, e o cu pareceu abrir um pouquinho, e naturalmente o pau entrou em suas entranhas. Rebolando como uma mocinha, pediu por mais. segurei-o com firmeza, retirando um pouco e colocando novamente. Bem devagar no começo, depois com mais força,até o que o pau entrou até o saco.

Aos poucos fui aumentando a velocidade, forçando o pau cada vez mais dentro dele. Ele gemia cada vez mais, se apoiando na cama, pedindo mais, com mais força, Não rebolava mais, simplesmente jogava a bunda controa o meu corpo. O menino estava complemtamente possuído, até que por fim gozou aos berros, pedindo que eu não parasse. Fiz a vontade dele e enchi a camisinha de porra, gozando junto com ele.

Depois ele arreou na cama, cansado demais até para falar. Deixei o pau dentro dele, conversando baixinho com ele. Ele disse que se soubesse que era assim bom, teria criado coragem antes. Perguntei se ele queria lamber o pau. Ele recusou, disse que só queria ficar assim por uns instantes.

Mas aos poucos o pau foi saindo do cuzinho dele. E ele não ccnseguiu resistir: ele mesmo tirou a camisinha e colocou o pau delicadamente na boca. Lambeu até deixar limpinho e depois veio se deitar obedientemente ao meu lado. Com um sorriso enorme de satisfação.

Um belo putinho, não acham?

Se quiser viver uma coisa assim, escreva para mim… sou bem carinhoso, adoro tirar virgindade dos meninos. Gosto mais dos mais magrinhos, e, claro, só transo com maiores de 18. Vamos, anime-se, pode ser bem gostoso…

email: [email protected]

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1 comentário em “Tiozão comedor – I”

  1. Esse tipo de conto me excita muito! Gostaria de contato com pessoas pra trocar ideia e futura amizade ou algo do gênero. as pessoas me contatam e sem se apresentar, já querem foto de rosto e videos. Gosto muito de sacanagem e putaria com descrição! Quem quiser um contato na moral, meu zapp é 21 998937465

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