UM CELTINHA POR TESTEMUNHA

Olá! Me chamo Marcos (fictício) e minha digníssima esposa é a Raquel (fictício). Este conto não é uma fantasia, mas sim um relato de como gostamos de levar nossa vida afetiva e principalmente sexual. Espero que gostem! Somos um casal comum, como tantos outros de classe média. Trabalhamos, temos família, e nosso dia-a-dia é muito semelhante a de tantas outras. Só não curtimos a rotina. Principalmente no sexo. Procuramos volta e meia inovarmos ou criarmos situações que nos excitem.

Recentemente, consegui uma folga no meu trabalho e combinei com a Raquel de irmos passar um final de semana na cachoeira em Sana. Apenas eu e ela. Era outono, final de abril, e o clima estava muito gostoso para um fds na serra. Ela logicamente amou a ideia. Tudo combinado, chegou o dia (uma sexta-feira). Trabalhei até o meio dia, e parti pra casa. Chegando em casa, era só tomar um banho gostoso, me barbear e me deixar todo cheiroso,… literalmente t o d o cheiroso(rs). Ela já estava arrumada, e muito bem arrumada por sinal, e com nossa mala pronta. Agora era só partir.
Deixa eu falar um pouco sobre minha esposa: não que eu seja suspeito, mas falo com propriedade e por vivenciar a repercussão que a minha esposa causa nos homens. Uma morena branquinha muito gata. Ela é pequena (1,58m) tipo “mignon”, cabelos pretos compridos até o meio das costas, lábios delicados e graciosos, sorriso contagiante, seios médios e durinhos, corpinho de violão (bumbum grande e cintura fina), coxas e pernas grossas, e um rosto muito bonito. Apesar dos 40, minha esposa coloca no chinelo muita adolescente por ai. Resumindo, onde minha Raquel vai, ela não passa despercebida pelos machos onde quer que eles estejam. Volta e meia ela é abordada por algum com esperanças de conseguir algum resultado com ela. Mas ficam na frustração(rs). Minha esposa é sim uma mulher fiel e devotada. Mas isto tbm não quer dizer que ela seja uma “puritana”. Não nos relacionamos com outras pessoas para fins de sexo; pelo menos isto não esta em nossos planos no momento; mas gostamos de fazer joguinhos. Gosto quando vamos aos lugares e quando nos afastamos um do outro, fico observando o comportamento e interesse dos caras por ela. Isto satisfaz meu ego e me enche de orgulho. Pois sou muito invejado(rs).
Bom,… voltando a viagem, partimos. Saímos de uma cidade litorânea ao Norte do Estado do Rio, com destino a Sana, em nosso humilde, modesto e não menos eficiente Celtinha(rs). Ah! Eu falei acima que minha esposa já me esperava em casa muito bem arrumada, né? Sim, isto mesmo. Eu gosto de vê-la sempre bem arrumada e sedutora. Ela estava com um vestidinho estampado florido, soltinho, um pouquinho acima dos joelhos. Gosto que ela se arrume bem, mas não de forma que fique vulgar. Como era pra viajarmos, estava muito adequado. Usava um perfume gostoso, a pele cheirosa por conta do hidratante, cabelos soltos, unhas feitas na minha cor preferida (vermelho), um saltinho pequeno, e ela usava uma calcinha média de renda. Adoro quando ela usa rendinha(rs). Não era enfiada, mas quem visse marcando no vestido, ficava tentado. Bom,… pegamos a estrada, mas viemos beirando o litoral antes de pegarmos a BR. A elegância dela começou a me excitar. Pois é! Eu nunca me acostumo com a beleza, elegância e charme da Raquel. Me sinto sempre seduzido e excitado por ela. E o perfume gostoso que ela usava, já fez meu pau crescer e endurecer por dentro da minha bermuda. Ela logicamente percebeu e não conversou, e sem cerimonias, já foi abrindo meu zíper e botando ele pra fora. Alias, cerimonias pra que, né? Até reduzi a velocidade; embora estivesse no limite da via; para poder relaxar e sentir aquela boca gostosa me chupando. A boca da Raquel é como se fosse a própria boceta devorando meu pau. Que boca gostosa! Ela chupava com uma perfeição que não se tem como descrever, e apenas sentir e curtir. O tesão era tanto, que fiquei com uma mão no volante e a outra na cabeça dela, sugerindo que ela não parasse. A danada deixava o meu pau todo lambuzado da saliva a ponto de escorrer até o saco. Como eu disse, como a própria boceta encharcada de tesão. E assim fomos durante um bom tempinho da viagem, até chegarmos a Rio das Ostras. Ela me chupou durante um bom tempinho da viagem, e nos momentos em que ela n estava com a boca no meu pau, era eu que estava a meter meu dedinho na boceta dela, toda meladinha. Tá curioso pra saber como é a boceta da minha esposa? Vou tentar descreve-la o melhor que puder: “uma vulva bem carnudinha rosada clara, grelinho delicado e pequeno, de boa profundidade (uns 25cm cabiam fácil ali), toda lisinha em volta mas com pelinhos acima, no formato tipo “pista de pouso” ou “moicano”, como queiram. Eu amo chupar a bocetinha dela vendo aqueles pelinhos bem aparadinhos.” De volta a viagem, entramos no centro de Rio das Ostras e fui acompanhando tranquilamente o fluxo da cidade, que aquela hora já se encontrava meio tumultuado, típico de uma sexta feira a tarde para os padrões de RO. Ou seja, o transito seguia lento. E com esta lentidão, foi o suficiente para a Raquel enxergar na vitrine de uma loja de calçados, uma sandália que ela de cara tinha se encantado. Típico de qualquer mulher. Mas a minha ama calçados(rs), e como estávamos mesmo a passeio, tratei de arrumar um local para estacionar e fomos na sapataria pra ela ver a tal sandália. Já na loja, muito bem montada até e com bastantes atendentes, ela logo foi atendida por um belo rapaz que aparentemente não teria mais de 22 anos. Moreno, alto, porte atlético, um perfil que agradaria a uma grande parte das mulheres. Ela logo pediu a ele se poderia ver a tal sandália que ela tinha visto na vitrine. Prontamente ele saiu rumo ao estoque, enquanto o aguardávamos. Neste meio tempo, ela comentou comigo sobre a beleza do moço. Eu concordei. Lembram quando mencionei lá em cima que gostamos de fazer joguinhos? Pois é! Combinei com ela de fazermos uma provocaçãozinha no rapaz. Ela curtiu muito a ideia, e de cara me disse que já estava se excitando com isto. Como a loja não estava tão cheia e era grande, falei pra ela ir espera-lo na cadeira mais distante e reservada da loja. Assim ela foi. A deixei sozinha, mas fiquei de longe para observar o que acontecia, mas de forma sutil e sem deixar ele perceber que eu os observava. Ele chegou do estoque, trazendo duas caixas de sandálias. A primeira vista ele não a estava encontrando, até que ela fez um sinal, mostrando onde estava. De fato, ela estava tão afastada de todos, que quase não a via(rs). Mas o rapaz foi até ela. E eu fiquei de longe observando, fingindo que estava vendo sapatos em outra vitrine, para que eles ficassem a vontade. Só sei que minha esposa nunca demorou tanto para escolher uma sandália(rs), e volta e meia o rapaz subia e descia muito rapidamente trazendo cxs e mais cxs de sapatos pra ela ver(rs). Mas quase uma hora depois, ela escolheu apenas uma sandália e me chamou para ir pro caixa pra pagar. E eu pude perceber que o rapaz estava muito sorridente e extremamente simpático a ela. Pagamos, ele agradeceu muito, deu um cartão dele pra ela, e ainda disse:
-Volte sempre e me de a preferencia por favor.

Logicamente que eu sabia o motivo de tanta simpatia e interesse(rs). Fomos para o carro e lá pedi a ela pra me dizer o que tinha rolado:

(Eu)-E ai meu amor, como foi com o rapaz? Pelo visto ele gostou muito do que aconteceu, pois estava muito atencioso a vc.
(Ela)-Ah amor, ele ficou doidinho. De propósito, subi um pouco meu vestido mais acima dos joelhos e esperei ele voltar do estoque. Quando ele chegou, ficou em pé e me entregou a sandália. Ai mostrando alguma dificuldade pra calçar e experimentar, pedi a ele pra me ajudar(rs). Ele se ajoelhou e foi calçando a sandália no meu pé. Ai abri discretamente minhas pernas, para que ele pudesse ver minha calcinha. E vi que muito sem jeito, ele discretamente olhava de rabo de olho entre minhas pernas(rs) Ai pedi a ele pra calçar o outro pé também, pois queria dar uma andadinha para ver se era confortável. Ele foi pro outro lado e foi calçando. Mas senti que ele tava meio desconcentrado pra isto. Ai mandei logo uma direta pra ele, dizendo que ele não precisava ficar nervoso e pra relaxar e ficar a vontade(rs). Depois de calçado a sandália, levantei e ele continuou agachado. Dei uma andadinha na frente dele e provoquei andando dando uma reboladinha. Fiquei fazendo charme frente ao espelho, e pra provocar mais ainda, baixei tipo que para ajeitar a sandália para que ele visse a marquinha da minha calcinha no vestido. Senti que ele estava afoito. Sentei e perguntei se ele tinha mais modelos parecido e outras cores. Ele disse que tinha sim, e que iria buscar. Quando ele voltou, pedi a ele pra me ajudar em todos, o que devia ser uns 6 pares(rs) Ai falei perguntei a ele se estava gostando de me ajudar. Ele disse que muito. Como a gente estava sozinhos naquele canto da loja e fora do foco da câmera, perguntei se ele n queria alisar minhas pernas, mas discretamente para que ninguém percebesse o que acontecia. Ai ele começou a passar uma das mãos na minha panturrilha e eu com o outro pé comecei a alisar por entre as pernas dele, e senti que ele tava de pau duro(rs). Senti a mão dele muito tremula e gelada de tanto que ele estava nervoso. Falei pra ele relaxar, e que era pra ele subir mais a mão dele. Como onde estávamos era tipo um banco contínuo para dois lugares, então ninguém tava vendo o que ocorria, então ele foi logo deslizando a mão por entre minhas coxas até chegar na minha boceta. E ali começou a passar o dedinho. Ele muito nervoso ficou tentando afastar minha calcinha para enfiar o dedinho, mas n deixei. Falei que já estava muito arriscado e poderia prejudicar a ele. Me perguntou se você sabia o que estava acontecendo ali. Eu disse que não. Voce não sabia e nem saberia de nada. Ai ele perguntou se teria como o encontrar numa outra oportunidade, mas fora dali. Eu falei que sim. Mas que ele teria que esperar eu voltar de viagem. Me pediu o meu n° do cel, e eu disse que era melhor ele me dar um cartão dele.

 Bom,... logicamente que o relato dela me excitou muito. E toquei na boceta dela e vi que estava bem molhadinha(rs). Tava louco pra meter naquela boceta. Por conta disto, adiantei a viagem até podermos sair da cidade e pegar a BR, enquanto ela ia se tocando para manter a umidade. Finalmente cheguei na BR, e fui atento procurando algum lugarzinho que pudesse estacionar o carro, sob alguma sombra. Logo encontrei uma árvore grande, frondosa na beira da estrada, e ali parei. Afastei o banco dela mais pra trás e ela sabendo o que eu queria, logo tirou a calcinha, enquanto eu tirava minha bermuda. Como nosso carro tem vidros bem escuros e estávamos sobre uma boa sombra, então estávamos a vontade, pois ninguém que passasse na estrada, viria o que acontecia. Me lancei para o banco dela sobre ela, ela abriu as pernas, e nem precisei mirar o meu pau para entrar, pois ela tava tão excitada e encharcada de tesão, que meu pau foi deslizando pra dentro da boceta dela. Nisto, ela deu um gemido de prazer, como que quem esperava ansiosamente por aquilo. E nos abraçamos e ficamos nos beijando ardentemente, enquanto ela sentia meu pau entrando e saindo euforicamente da boceta dela. E passavam carros pra lá, e pra cá, e talvez até imaginassem o que estaria acontecendo dentro daquele celta parado na beira da estrada. Mas o que acontecia era maravilhoso. Metia gostoso naquela boceta, e nos deliciamos muito ali. Ela gemia muito gostoso no meu ouvido, e pedia pra eu meter mais e mais, o que logicamente atendia. Até que comecei a acelerar o ritmo e ao mesmo tempo socando forte nela. Ela chegava a se esticar o corpo e jogava a cabeça pra trás como que dizendo que estava gostando muito. Até que logo ela disse que era pra eu meter mais forte pois estava gozando. Assim, eu diminuí o ritmo mas passeia a dar socadas fortes, quase que querendo meter até o saco dentro dela. Ela abriu mais ainda as pernas e urrou de prazer. Nossa, que gozada gostosa. Eu n quis gozar dentro dela. Esperei ela relaxar e depois sai de cima dela. No meu lado do carro, no meu banco, e ainda de pau “em riste”, chamei ela pra chupar o gozo dela no meu pau. E olha, ela tinha era gozado. Tava brilhando. E ela logo caiu de boca, e me sugou, encharcou meu pau de saliva, lambeu até meu saco, enquanto eu com as duas mãos segurava a cabeça dela, e fazia movimentos como se ainda estivesse metendo na boceta dela. E fui fazendo isto até que logo não aguentava mais de tesão e disse a ela que ia gozar na boca dela. Foi ai que ela me sugou mais ainda. Não aguentei mais e gozei naquela boquinha gostosa. Era tanta porra que escorria pelos cantos da boca da Raquel. Mas ela fez questão de buscar todo o meu caldo ainda lambendo meu pau. Nossa, como foi maravilhoso.  Relaxamos um pouco, bebemos uma agua, e seguimos viagem.
 Chegando na entrada da início da estrada para Sana, já saindo da BR, paramos pra lanchar. Se não me engano era Patropi o nome da lanchonete ou algo parecido. E isto já era começo da noite. Entramos na lanchonete e fomos ao banheiro para nos arrumarmos melhor, depois de tantos amassos no carro. Logicamente, cada um no devido banheiro(rs). Eu logo voltei; pois fui só lavar o rosto e me limpar melhor; a Raquel demorou um pouco mais. Quando ela saiu, eu já estava numa mesa. A lanchonete não tinha tanto movimento, e como gosto de ficar mais a vontade e em locais discretos, procurei uma mesa um pouco afastada e sem ter outras pessoas por perto ou que nos observassem. Ela chegou, a garçonete veio e fizemos nosso pedido. A Raquel estava sentada de frente pra mim e de costas para o restante do local, inclusive o balcão. Ai enquanto o pedido não vinha, tirei meu calçado e com o pé, fui alisando as pernas dela. Ela olhou pra mim, deu uma mordidinha provocante nos lábios e sorriu. Logicamente gostando. Fiquei ali alisando até o pedido chegar. Quando chegou, fomos lanchando e ficamos conversando, e logicamente falando do tesão que estava “novamente” nos envolvendo ali. Percebi que ela chegou a cadeira um pouco mais pra trás e sentou na ponta. Desta forma, mais exposta e ao alcance do meu pé. Sem demorar a entender a intensão dela, mais uma vez comecei a alisar as pernas dela com a minha, e fui aos poucos subindo, e logicamente vigiando toda a movimentação do lugar. Ela olha pra mim, e me pergunta se tinha alguém olhando pra gente. Eu observo de novo e digo que não. Estavam todos ocupados, atentos ao que faziam, e tínhamos nossa privacidade. Então ela dirigiu a mão dela até a calcinha e chegou pro lado, e abriu mais as pernas. Eu prontamente lancei meu pé para entre as pernas dela e com a pontinha do meu dedão, comecei a roçar na boceta dela, que logicamente já estava molhada.  Ela se relaxou completamente. Tive que pedir a Raquel para não relaxar e se entregar muito a situação, para não dar na pinta o que estava acontecendo. Mas ela não conseguiu evitar de dar uns gemidinhos baixinhos, que me deixou logo louco de tesão. E ficamos ali por mais alguns minutos, mas infelizmente o local começava a encher, já que a lanchonete parecia ser um point na região. Até porque era um lugar aconchegante, limpo e com boa comida. Por isto, paramos com o que fazíamos, levantamos, e enquanto fui pagar a conta, a Raquel fora ao banheiro, para posicionar a calcinha no lugar que já a incomodava...rs
 Já de volta ao nosso Celtinha, enquanto esperava por ela, vi um grupo de 3 rapazes se aproximando da entrada da lanchonete e no mesmo instante a Raquel abria a porta pra sair. Como relatei lá no começo, ela não passa despercebida pelos homens, e os 3 logo começaram a acompanha-la com olhos de quem queria muito aquela mulher com eles(rs). Ela passou por eles, pude perceber que falaram algo pra ela e continuaram olhando, só entrando na lanchonete depois que ela entrou no carro. Perguntei se estava tudo bem, ela disse que sim. Perguntei o que os caras tinham falado pra ela (meio que já sabendo da resposta), e ela disse: “O mesmo que a maioria, me chamou de gostosa(rs)”. O que eles estavam com toda razão. Bom,.. de volta a estrada, e desta vez já mais perto do nosso destino, ela vai e me conta que tinha tirado a calcinha. Eu perguntei: “Sério amor?” E ela disse: “Sim. Pois a situação na lanchonete tinha deixado ela acesa de novo(rs)”. Ela levantou o vestido para me mostrar o que havia me revelado, e logo fiquei ouriçado vendo aquela boceta linda, rosadinha e com aqueles pelinhos aparadinhos que me deixam louco. E ela começou a se tocar. Ai não resisti, né? Aproveitando o pouco movimento da estrada, num trecho da via, alcancei uma parte em que tinha uma grande reta em que se podia ver todo movimento de um lado e do outro a distancia. Não conversei. Parei o carro no acostamento, desci, abri a porta dela, e pedi a ela pra descer também. Como ela já estava sem calcinha, adiantou os trabalhos. Abri a porta de trás, a coloquei deitada de barriga pra cima comigo de joelhos frente aquela maravilha, e comecei a chupar aquela boceta suculenta e cheia de mel. Lambi, chupei, suguei o grelinho dela, a ponto de faze-la se contorcer de tesão no banco. Se abria toda, segurava minha cabeça com força como que querendo enfia-la toda na boceta e gemia como uma loba. Em alguns momentos, aquelas coxas grossas me espremia quase que me sufocando, mas era ai que eu acelerava o ritmo da minha linguada. Ela começou a subir e descer com o quadril, já demonstrado a ápice do tesão e pronto para gozar na minha boca. E não demorou muito, ela começou a gritar dizendo que estava gozando gostoso na boca do macho dela. E como gozou. Suguei todo aquele gozo pra mim, e logo subi por cima dela e a beijei loucamente compartilhando o gostinho do gozo que ela deixara na minha boca. Logo a distancia surgiu um carro no fim da reta no sentido em que íamos, ai tratei de fechar a porta e ficarmos ali nos beijando. Estava escuro e nosso carro por também ser de escuro e vidros escuros, ficamos ali quase que imperceptíveis. Estava todo apagado e o outro carro do jeito que vinha passou pela gente. Nos sentindo de novo a vontade, desta vez era eu que queria gozar. Abria a porta, e a posicionei em pé de frente para a lateral do carro e de costas pra mim. Tirei todo o vestido dela, a deixando completamente nua. Abri a bundinha dela, e comecei a lambuzar o cuzinho dela com minha língua. Ela mais uma vez foi demonstrando prazer com aquilo. Cuspia e metia minha língua até onde dava dentro do cuzinho dela. Ai virei ela e a pedi para me chupar e humedecer bastante meu pau. Ela já sabendo o porque daquilo, fez um trabalho perfeito. Deixou ele todo encharcado de saliva. Ai voltei ela para a posição anterior, pedi pra abrir a bundinha, posicionei a cabecinha, e fui metendo bem devagarinho. Ela pedia pra ter paciência, pois meu pau era grosso e o cú dela muito apertadinho. E lógico que eu atendi. Fui com muita calma esperando pela atitude dela. Não era eu que qum empurrava, mas sim ela que vinha conta mim, e ia aos poucos sumindo com meu pau dentro do cu dela conforme ele ia relaxando. Sem a preocupação de tempo, mas creio que quase uns 10 minutos depois, meu pau já tava todo dentro daquele cu delicioso. Ai foi só começar a socar lentamente. Ela começou a gemer e a espremer o teto do carro de prazer. Com muita tara, segurei aqueles cabelos compridos, e feito um macho dominador, acelerei as socadas ao mesmo tempo que puxava os cabelos dela. E fui socando, socando, ela gemendo, delirando e pedindo para que eu não parasse e metesse e socasse cada vez mais. E soquei, soquei, dei palmadas, puxava os cabelos, apertava os seios, e beijava muito o pescoço dela. Ela se empinava toda, já demonstrando não sentir mais nada que não fosse tesão. Ai eu louco de tesão, segurei os quadris dela, e passei a socar com mais intensidade e como louco. Com isto meu tesão disparou, e pude sentir meu gozo pronto para explodir no cu dela. Ela sentindo isto, me pediu para segurar, pois ela queria sentir minha porra dentro dela, ao mesmo tempo em que ela também gozava. Confesso que tava difícil. Foi uma tarefa complicada, mas que alívio quando ela gritou de prazer dizendo que estava gozando. E ai eu pude jorrar toda minha porra naquele cu delicioso. Nossa, que delícia de gozada. Eu estava precisando.
 Bem,... nos ajeitamos e seguimos viagem. E que viagem prazerosa. Realizando nossos fetiches e fantasias e com muito gozo. Demoramos mais uns 20 minutos e chegamos a pousada. Desta vez, adiantei a viagem, pois o cansaço já estava pesando na gente(rs). 
 Bom,... vou parando este relato por aqui, pois creio que deu pra se ter uma boa ideia do quanto se é gostoso fazer amor com quem se ama na beira da estrada. Não queremos ser modelos pra ninguém, mas acho que todo casal deveria tirar um momento para se curtirem a sós e de maneira bem prazerosa para solidificar mais ainda a relação. Ninguém merece rotina. Ah!!! Lógico que durante nossa estadia em Sana muitos outros momentos deliciosos e picantes rolou. Mas ai já será papo para outro relato...rs
 Um abraço a todos e até a próxima.

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